Memórias duma Actiz

«As reflexões do medico abalaram o judeu; mas não lhe demudaram a tenção. Era Heitor, filho uni- co, herdeiro de grandes haveres; queria voltar á patria, onde o chamavam saudades de menino»

Mercedes Blasco é o pseudónimo artístico de Conceição Vitória Marques. Foi uma popular actriz de opereta e revista e escritora. A carreira artística de Mercedes Blasco foi de altos e baixos . Os seus figurinos ousados e as representações provocantes davam azo a uma série de escândalos. Esse foi, aliás, um dos motivos que a levou a sair de Portugal e de lançar uma carreira internacional na Europa “, pisando palcos em Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda, Itália e Alemanha, e, como a primeira artista poliglota do mundo, apresentando-se em inglês, francês, castelhano, italiano e português.” A sua ousadia como actriz não adveio só da sua sensualidade, mas também do seu talento e de algumas inovações nas artes de palco como por exemplo o facto de ter sido a primeira pessoa a cantar fado nos palcos nacionais e estrangeiros. [Bastos 1898: 251]. “ Dedica-se à escrita, não só devido à falta de trabalho no teatro, mas também por aptidão e gosto. A notoriedade dúplice nos distintos campos do teatro e da literatura valeu-lhe o epíteto de “a Colette portuguesa” , tendo publicado, entre 1907 e 1936, vinte e oito (28) obras entre memórias, novelas, crónicas, poesia e teatro. Desde o seu regresso a. Portugal, após a Grande Guerra, a escrita passa a ser a sua fonte de rendimento

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informação do livro

Título: Memórias duma Actiz
Autor: Mercedes Blasco
Edição: Viuva Tavares Cardoso
Ano: 1908
Páginas: 338
Encadernação: Dura

2ª Edição. Com retrata da autora. Encadernação meia-inglesa. Assinatura de posse.

Mercedes Blasco é o pseudónimo artístico de Conceição Vitória Marques. Foi uma popular actriz de opereta e revista e escritora. A carreira artística de Mercedes Blasco foi de altos e baixos . Os seus figurinos ousados e as representações provocantes davam azo a uma série de escândalos. Esse foi, aliás, um dos motivos que a levou a sair de Portugal e de lançar uma carreira internacional na Europa “, pisando palcos em Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda, Itália e Alemanha, e, como a primeira artista poliglota do mundo, apresentando-se em inglês, francês, castelhano, italiano e português.” A sua ousadia como actriz não adveio só da sua sensualidade, mas também do seu talento e de algumas inovações nas artes de palco como por exemplo o facto de ter sido a primeira pessoa a cantar fado nos palcos nacionais e estrangeiros. [Bastos 1898: 251]. “ Dedica-se à escrita, não só devido à falta de trabalho no teatro, mas também por aptidão e gosto. A notoriedade dúplice nos distintos campos do teatro e da literatura valeu-lhe o epíteto de “a Colette portuguesa” , tendo publicado, entre 1907 e 1936, vinte e oito (28) obras entre memórias, novelas, crónicas, poesia e teatro. Desde o seu regresso a. Portugal, após a Grande Guerra, a escrita passa a ser a sua fonte de rendimento

Peso 445 g

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