Memórias de uma Mulher Fatal

É evidente a presença (nesta peça) de algo a que, para simplificar, chamarei humor. O que já perpassava nas peças anteriores, como é natural, mas que atinge na Mulher Fatal uma intensidade invulgar. Entre outras coisas importantes, a Mulher Fatal é uma peça hilariante. […]

Na peça que vão ler, o humor agora mais franco-liga-se a um traço caracteristico de toda a obra de Sobral: o rigor. Em que sentido, o rigor?

No sentido, em primeiro lugar, do rigoroso encantamento das ideias e do seu implacável desenvolvimento. E não só das ideias, claro, senão Sobral não seria um dramaturgo mas outra coisa qualquer: os sentimentos, as reacções das personagens entre si também obedecem a esse rigor, a essa verdade.

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informação do livro

Memórias de uma Mulher Fatal de Augusto Sobral. Editorial Caminho. Lisboa, 1982, 74 págs. Mole.

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É evidente a presença (nesta peça) de algo a que, para simplificar, chamarei humor. O que já perpassava nas peças anteriores, como é natural, mas que atinge na Mulher Fatal uma intensidade invulgar. Entre outras coisas importantes, a Mulher Fatal é uma peça hilariante. […]

Na peça que vão ler, o humor agora mais franco-liga-se a um traço caracteristico de toda a obra de Sobral: o rigor. Em que sentido, o rigor?

No sentido, em primeiro lugar, do rigoroso encantamento das ideias e do seu implacável desenvolvimento. E não só das ideias, claro, senão Sobral não seria um dramaturgo mas outra coisa qualquer: os sentimentos, as reacções das personagens entre si também obedecem a esse rigor, a essa verdade.

Peso 135 g

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