Madame Bovary

«Tinham todos, o senhor e Madame Bovary, Homais e Léon, partido para ver, a meia légua de Yonville, no vale, uma fiação de linho que se ia estabelecer. O boticário trouxera com ele Napoleão e Athalie, para obrigá-los a fazer exercício e Justino acompanhava-os, carregando guarda-chuvas ao ombro.»

Madame Bovary de Gustave Flaubert

«Madame Bovary sou eu», disse uma vez Flaubert, a quem o êxito do seu romance publicado em 1856 acabou por irritar, de tal modo eclipsou os seus outros livros.
Ema Bovary persegue a imagem do mundo que lhe é dada por uma certa literatura desligada da realidade. Arrastada pelas suas ilusões, a mulher do prosaico Carlos Bovary imagina-se uma grande amorosa.
A realidade revela-se impiedosa. E, no entanto, Madame Bovary, na época judicialmente perseguido devido à sua «cor sensual» e à «beleza provocadora de Ema», está longe de ser essa lição de realismo que muitos nele quiseram ver.

6,00 

informação do livro

Título: Madame Bovary
Autor: Gustave Flaubert
Edição: Civilização
Ano: 1999
Páginas: 379
Encadernação: Dura
Tradução: Daniel Augusto Gonçalves
Depósito Legal: 134560/99
ISBN: 972-26-0502-X

«Madame Bovary sou eu», disse uma vez Flaubert, a quem o êxito do seu romance publicado em 1856 acabou por irritar, de tal modo eclipsou os seus outros livros.
Ema Bovary persegue a imagem do mundo que lhe é dada por uma certa literatura desligada da realidade. Arrastada pelas suas ilusões, a mulher do prosaico Carlos Bovary imagina-se uma grande amorosa.
A realidade revela-se impiedosa. E, no entanto, Madame Bovary, na época judicialmente perseguido devido à sua «cor sensual» e à «beleza provocadora de Ema», está longe de ser essa lição de realismo que muitos nele quiseram ver.

Peso 640 g

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