Jesusalém

«Um dos pouquíssimos romances eternos publicados no pós-25 de Abril, que merece ser saboreado lentamente, em cada página, isto é, como se cada página fosse um romance por inteiro.» – Miguel Real

Jesusalém de Mia Couto

Atingido por um violento golpe que foi a morte da mulher, Dordalma, Silvestre Vitalício (aliás Mateus Ventura) pega nos dois filhos, Mwanito (ainda bebé) e Ntunzi, e foge da cidade em busca de um refúgio seguro, isto é, completamente cortado do mundo. Encontra-o numa velha coutada de caça abandonada e aí instala o seu reino, a que dá o nome de Jesusalém.“Era ali que ele aguardava o regresso de Deus.”
A história é-nos contada, do início ao fim, pelo filho mais novo, Mwanito, que, por o ser, não tem qualquer noticia, não saba absolutamente nada do mundo exterior, o mundo real, a que Silvestre Vitalício chama “do Lado-de-Lá”. Com ele, pelos olhos dele, vamos descobrindo esse mundo, o nosso mundo, numa das mais maravilhosas histórias já escritas em português. Jesusalém se chama essa história.

INDISPONÍVEL

Categoria Autor

informação do livro

Título: Jesusalém
Autor: Mia Couto
Edição: Leya
Colecção | Nº: Livros RTP | 3
Ano: 2016
Páginas: 217
Encadernação: Dura
Capa: Rui Garrido
Depósito Legal: 406990/16
ISBN: 978-972-21-2797-4

Alfarrabista

 

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Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi director da Agência de Informação de Moçambique, da revista Tempo e do jornal Notícias de Maputo. Tornou-se nestes últimos anos um dos ficcionistas mais conhecidos das literaturas de língua portuguesa. O seu trabalho sobre a língua permite-lhe obter uma grande expressividade, por meio da qual comunica aos leitores todo o drama da vida em Moçambique após a independência.


Atingido por um violento golpe que foi a morte da mulher, Dordalma, Silvestre Vitalício (aliás Mateus Ventura) pega nos dois filhos, Mwanito (ainda bebé) e Ntunzi, e foge da cidade em busca de um refúgio seguro, isto é, completamente cortado do mundo. Encontra-o numa velha coutada de caça abandonada e aí instala o seu reino, a que dá o nome de Jesusalém.“Era ali que ele aguardava o regresso de Deus.”
A história é-nos contada, do início ao fim, pelo filho mais novo, Mwanito, que, por o ser, não tem qualquer noticia, não saba absolutamente nada do mundo exterior, o mundo real, a que Silvestre Vitalício chama “do Lado-de-Lá”. Com ele, pelos olhos dele, vamos descobrindo esse mundo, o nosso mundo, numa das mais maravilhosas histórias já escritas em português. Jesusalém se chama essa história.

Peso 445 g

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