Guerra Peninsular

A Guerra Peninsular, como é designada em Portugal e Inglaterra, ocorreu no início do século XIX. Em Espanha é conhecida por Guerra de la Independência. Este evento viria a unir os três países no combate às profundas conturbações que, então tiveram lugar. Recuando aos últimos decénios de setecentos encontra-se a origem deste marcante acontecimento. Os velhos sistemas absolutistas que governavam quase toda a Europa mostravam sinais de fraqueza. As revoluções ocidentais que abalaram o século XVIII e, entre elas, a que levou à independência dos Estados Unidos da América, viriam a contribuir para convulsões sociais que, brotando em vários países da Europa, preparariam a Revolução Francesa de 1789. Entre as cinco potências que então determinavam os destinos europeus: Rússia, Prússia, Áustria, Inglaterra e França, se agigantaram, as duas últimas para a conquista ou manutenção de uma liderança política e económica. As outras foram-se coligando, a uma ou a outra dessas potências, ao sabor dos acontecimentos, mas cuidando sempre da preservação das suas fronteiras. Portugal e Espanha, sub-potências, virão a adquirir um papel preponderante no “turbilhão” que então se forjou

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informação do livro

Guerra Peninsular de António Pedro Vicente. Academia Portuguesa de História. Lisboa, 2006, 141. Dura.

A Guerra Peninsular, como é designada em Portugal e Inglaterra, ocorreu no início do século XIX. Em Espanha é conhecida por Guerra de la Independência. Este evento viria a unir os três países no combate às profundas conturbações que, então tiveram lugar. Recuando aos últimos decénios de setecentos encontra-se a origem deste marcante acontecimento. Os velhos sistemas absolutistas que governavam quase toda a Europa mostravam sinais de fraqueza. As revoluções ocidentais que abalaram o século XVIII e, entre elas, a que levou à independência dos Estados Unidos da América, viriam a contribuir para convulsões sociais que, brotando em vários países da Europa, preparariam a Revolução Francesa de 1789. Entre as cinco potências que então determinavam os destinos europeus: Rússia, Prússia, Áustria, Inglaterra e França, se agigantaram, as duas últimas para a conquista ou manutenção de uma liderança política e económica. As outras foram-se coligando, a uma ou a outra dessas potências, ao sabor dos acontecimentos, mas cuidando sempre da preservação das suas fronteiras. Portugal e Espanha, sub-potências, virão a adquirir um papel preponderante no “turbilhão” que então se forjou

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