Filopopolus: o Amigo do Povo

Virgílio Martinho

10,00 

Título: Filopopolus: o Amigo do Povo
Autor: Virgílio Martinho
Edição: Grupo de Teatro do Campolide Atlético Clube
Ano: 1973 [?]
Páginas: 47
Encadernação: Mole
Obs.: Programa da peça com uma entrevista ao autor, entre outras particularidades.

SOBRE
Um espetáculo não ó so o espectaculo – o que se passa no palco, durante duas horas. Um espetáculo é tambem a reflexão que fica depois dele, os problemas que levanta e a sua meditação pelos espectadores.
Quisemos que o programa deste nosso espetáculo constituisse um auxiliar do público na reflexão que se impõe depois de terminada a peça. Não nos limitamos assim, a incluir os nomes das pessoas que puseram em cena Filopopolus e mais duas ou três coisas habituais. Procurámos reunir textos que permitam uma abordagem mais documentada do espectaculo. Textos que se referem ao teatro, a Filopopolus mas tambem a vida. A vida de que “Filopopolus” fala.


SOBRE O AUTOR

Tradutor, ficcionista e dramaturgo português nascido em 1928, em Lisboa, e falecido a 4 de dezembro de 1994, na mesma cidade. Fez parte do grupo de autores e artistas abjecionistas (ao lado de Luís Pacheco, Manuel de Lima, Mário Cesariny, entre outros) do grupo reunido entre 1956-59 no Café Gelo, grupo associado a uma segunda geração surrealista. Embora o seu texto de estreia – Festa Pública – registe marcadamente a influência do surrealismo-abjeccionismo, a sua obra evoluirá no sentido da conjugação da rutura surrealista com o empenhamento social. Tendo iniciado a sua carreira como ficcionista, dedicou-se sobretudo à dramaturgia, quer com peças da sua autoria, quer com adaptações de textos alheios, destacando-se, na sua carreira teatral, a encenação de peças satíricas e alegóricas como Filopópulos, O Grande Cidadão ou 1383.


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