Fernando Pessoa: Cidadão do Imaginário

“Pertencendo a uma geração que, de algum modo, despertou com o descobrimento da poesia de Pessoa, como é que eu poderia ter evitado, ao longo dos anos, algumas incursões pelo mundo fascinante daquele que foi, e é, com António Sérgio, uma das personalidades-chave do tempo que em sorte me tem cabido viver?

Com efeito, não pude evitar tais incursões, e este livro é, obviamente, mais uma. E devo aqui declarar, sem ambiguidade de maior, o seguinte: qualquer que seja, em última instância, ao olhar do leitor crítico, o saldo positivo ou negativo da tarefa empreendida, acho que me valeu a pena, por mais que ela me tenha desviado, por não pouco tempo, de outros projectos e trabalhos, assim irremediavelmente atrasados. A culpa foi minha ou do fascínio de Pessoa? Se calhar, a alternativa não tem sentido, porque de uma mútua cumplicidade se tenha tratado…

Ora, o livro aí está. Ele é constituído pelas introduções aos volumes de prosas pessoanas, já anteriormente referidos, as quais, não só temporal mas também organicamente, indiciam as jornadas da viagem empreendida. Viagem finda? Acaso, os deuses o saibam…”

“Pertencendo a uma geração que, de algum modo, despertou com o descobrimento da poesia de Pessoa, como é que eu poderia ter evitado, ao longo dos anos, algumas incursões pelo mundo fascinante daquele que foi, e é, com António Sérgio, uma das personalidades-chave do tempo que em sorte me tem cabido viver?

Com efeito, não pude evitar tais incursões, e este livro é, obviamente, mais uma. E devo aqui declarar, sem ambiguidade de maior, o seguinte: qualquer que seja, em última instância, ao olhar do leitor crítico, o saldo positivo ou negativo da tarefa empreendida, acho que me valeu a pena, por mais que ela me tenha desviado, por não pouco tempo, de outros projectos e trabalhos, assim irremediavelmente atrasados. A culpa foi minha ou do fascínio de Pessoa? Se calhar, a alternativa não tem sentido, porque de uma mútua cumplicidade se tenha tratado…

Ora, o livro aí está. Ele é constituído pelas introduções aos volumes de prosas pessoanas, já anteriormente referidos, as quais, não só temporal mas também organicamente, indiciam as jornadas da viagem empreendida. Viagem finda? Acaso, os deuses o saibam…”

7,00 

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informação do livro

Título: Fernando Pessoa: Cidadão do Imaginário
Autor: Joel Serrão
Edição: Livros Horizonte
Colecção | Nº: Obras de Joel Serrão | 4
Ano: 1981
Páginas: 207
Encadernação: Mole

“Pertencendo a uma geração que, de algum modo, despertou com o descobrimento da poesia de Pessoa, como é que eu poderia ter evitado, ao longo dos anos, algumas incursões pelo mundo fascinante daquele que foi, e é, com António Sérgio, uma das personalidades-chave do tempo que em sorte me tem cabido viver?

Com efeito, não pude evitar tais incursões, e este livro é, obviamente, mais uma. E devo aqui declarar, sem ambiguidade de maior, o seguinte: qualquer que seja, em última instância, ao olhar do leitor crítico, o saldo positivo ou negativo da tarefa empreendida, acho que me valeu a pena, por mais que ela me tenha desviado, por não pouco tempo, de outros projectos e trabalhos, assim irremediavelmente atrasados. A culpa foi minha ou do fascínio de Pessoa? Se calhar, a alternativa não tem sentido, porque de uma mútua cumplicidade se tenha tratado…

Ora, o livro aí está. Ele é constituído pelas introduções aos volumes de prosas pessoanas, já anteriormente referidos, as quais, não só temporal mas também organicamente, indiciam as jornadas da viagem empreendida. Viagem finda? Acaso, os deuses o saibam…”

Peso 260 g

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