Escritor de cepa alentejana, o Alentejo é a realidade imediata e a matéria-prima que, de um modo genérico, informa a sua obra. Tanto assim que, no conto «Exilado»> o Alentejo é, já não uma presença pròpriamente dita, mas uma ausência, um «bicho da saudade>> a roer a alma, «os chamos dos velhos amigos», os chamos da planície a iluminar a noite da desolação e do desterro.

7,50 

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informação do livro

Título: Exilado
Autor: Antunes Silva
Edição: Inova
Colecção | Nº: Duas Horas de Leitura | 18
Ano: 1973
Páginas: 89
Encadernação: Mole
Capa: Antunes da Silva

Alfarrabista

 

Assinatura de posse.

Antunes da Silva (1921-1997) foi um contista, romancista, poeta e cronista. A sua primeira actividade literária dispersou-se por vários jornais e revistas, como Diário de Lisboa, Diário Popular, Vértice, Seara Nova, Comércio do Porto, etc. Revelou-se sobretudo como contista, atingindo alguma mestria na plástica neo-realista de tema exclusivamente alentejano.  Da sua bibliografia destacam-se as obras: “Gaimirra” (1946), “O Amigo das Tempestades” (1958), “Suão” (1960) e “Exilado e Outros Contos” (1973).


Escritor de cepa alentejana, o Alentejo é a realidade imediata e a matéria-prima que, de um modo genérico, informa a sua obra. Tanto assim que, no conto «Exilado»> o Alentejo é, já não uma presença pròpriamente dita, mas uma ausência, um «bicho da saudade>> a roer a alma, «os chamos dos velhos amigos», os chamos da planície a iluminar a noite da desolação e do desterro.

Peso 165 g

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