Direcção: Escultura

A grande maioria das exposições colocam-nos perante obras acabadas, desligadas do contexto onde foram produzidas. É esse o destino da obra de arte: tornar-se uma entidade autónoma, com vida própria, independente do seu criador. Esta condição pode, por vezes, fazer esquecer que existe um processo de trabalho que está na origem do que temos diante de nós.

Na maior parte dos casos, e nas esculturas em particular, há um longo caminho percorrido, que envolve a experimentação de variadas alternativas, a utilização de diversos materiais e a passagem por diferentes processos de fabrico. Este percurso, mitificado durante anos e, mais tarde, ocultado num zelo desmitificador, faz parte integrante da produção do escultor e tem como seu lugar privilegiado o atelier.

5,00 

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informação do livro

Direcção: Escultura de Rui Sanches [Com.]. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão. Lisboa, 1998, 70 págs. Dura.

A grande maioria das exposições colocam-nos perante obras acabadas, desligadas do contexto onde foram produzidas. É esse o destino da obra de arte: tornar-se uma entidade autónoma, com vida própria, independente do seu criador. Esta condição pode, por vezes, fazer esquecer que existe um processo de trabalho que está na origem do que temos diante de nós.

Na maior parte dos casos, e nas esculturas em particular, há um longo caminho percorrido, que envolve a experimentação de variadas alternativas, a utilização de diversos materiais e a passagem por diferentes processos de fabrico. Este percurso, mitificado durante anos e, mais tarde, ocultado num zelo desmitificador, faz parte integrante da produção do escultor e tem como seu lugar privilegiado o atelier.

Peso 700 g

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