Dicionário de Informação Sexual

«Nas civilizações judeo-cristãs, a privação voluntária de actividades sexuais, antes do casamento, foi durante muito tempo apresentada aos jovens como uma exisgência imperiosa da moral. Para melhor lha incutir, desenhava-se diante deles o espantalho de graves desordens físicas e mentais decorrentes da prática sexual. Muitos jovens nervosos, inclinados à angústia, adoeciam com essa ameaça, como com a do pecado, no meio da tortura das tentações.» (pág. 56)

Dicionário de Informação Sexual de Paul Bertrand

Enquanto os conservadores invocam a decadência de Roma, as fileiras dos censores rigorosos diminuem actualmente em toda a parte. Apesar de guardiãs duma tradição severa neste domínio, as igrejas, igualmente abaladas por dentro. aproximam-se pouco a pouco de uma tolerância muito mais vasta do que antes.
Julgam ter que adaptar-se a esta época de mutação, de questionamento de todos os valores. Apesar de claramente conscientes das desordens a que pode levar a “vertigem da liberdade”, especialmente neste aspecto, tendem para uma moral muito mais “aberta”. Julgando-se por isso, no dever de serem francos e até no de se anteciparem um pouco, devido a este liberalismo progressivo dos costumes, de que o aumento de emprego dos métodos anti-concepcionais é apenas um exemplo, os autores desta obra quiseram escrever do modo mais claro sobre o assunto que o editor lhes tinha proposto.
É que a “sociedade de consumo”, “consome” também “sexo” e ninguém pode continuar a ignorar os seus múltiplos aspectos. Propõem por isso ao leitor, materiais de informação, deixando-lhe, claro está, a escolha da sua orientação.

6,00 

informação do livro

Dicionário de Informação Sexual de Paul Bertrand [et al.]. Livraria Paisagem. Porto, 1975, 248 págs. Brochado.

Assinatura de posse.

Enquanto os conservadores invocam a decadência de Roma, as fileiras dos censores rigorosos diminuem actualmente em toda a parte. Apesar de guardiãs duma tradição severa neste domínio, as igrejas, igualmente abaladas por dentro. aproximam-se pouco a pouco de uma tolerância muito mais vasta do que antes.
Julgam ter que adaptar-se a esta época de mutação, de questionamento de todos os valores. Apesar de claramente conscientes das desordens a que pode levar a “vertigem da liberdade”, especialmente neste aspecto, tendem para uma moral muito mais “aberta”. Julgando-se por isso, no dever de serem francos e até no de se anteciparem um pouco, devido a este liberalismo progressivo dos costumes, de que o aumento de emprego dos métodos anti-concepcionais é apenas um exemplo, os autores desta obra quiseram escrever do modo mais claro sobre o assunto que o editor lhes tinha proposto.
É que a “sociedade de consumo”, “consome” também “sexo” e ninguém pode continuar a ignorar os seus múltiplos aspectos. Propõem por isso ao leitor, materiais de informação, deixando-lhe, claro está, a escolha da sua orientação.

Peso 295 g

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