Cultura Portuguesa

José Vitorino de Pina Martins

Indisponível

Título: Cultura Portuguesa
Autor: José Vitorino de Pina Martins
Edição: Verbo
Ano: 1974
Páginas: 391
Encadernação: Mole

SOBRE
Este livro é composto por alguns estudos que andavam dispersos em revistas ou publicações avulsas, com excepção da nota sobre Luís António Verney, que faz parte de uma obra que, de há longos anos terminada, aguarda o momento da sua publicação, acerca de aspectos filosóficos e teológicos de textos pouco conhe cidos do Barbadinho. Dispusemo-los por ordem cronológica do tema versado, que nos parece ser, melhor do que qualquer elaboração artificial que obedeça a uma construção dialéctica, a única a dever ser respeitada num livro desta natureza. Escolhemos intencionalmente, da nossa produção científica, os ensaios menos técnicos e de leitura mais fácil. Por outro lado, apostámo-nos em inserir, neste conjunto, contributos sobre temas de cada época, mesmo de cada século, da história da cultura portuguesa, para que estivessem representados, numa sucessão tanto quanto possível harmónica, momentos históricos signifi cativos do evolver das letras nacionais.


SOBRE O AUTOR

José Vitorino de Pina Martins licenciado pela Universidade de Coimbra em 1947, ensinou nas Universidades de Roma (La Sapienza) de 1949 a 1955 e de Poitiers de 1955 a 1962. Inicou a partir deste ano a sua docência na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa onde, em 1965, fez parte, com Vitorino Nemésio e Paulo Quintela, da Comissão Nacional do Centenário de Gil Vicente. Depois de orientar em 1972 na Biblioteca Nacional de Lisboa a Exposição “Os Lusíadas”, foi para Paris dirigir o Centro Cultural Gulbenkian, donde regressou em 1983, convidado pela Universidade de Lisboa como seu professor catedrático e pela Fundação Calouste Gulbenkian como director do seu Serviço de Educação. De 1974 a 1983 tivera a seu cargo a cátedra de Civilização Portuguesa na École des Hautes Études da Sorbonne (Sciences Historiques et Filologiques) como “chargé de conférences”. Doutor de Estado pela Universidade de Paris (1974) aprovado com a mais alta classificação por um júri presidido por Marcel Bataillon, foi eleito em 1978 sócio da Academia das Ciências de Lisboa à qual presidiu durante seis anos. Sócio de outras sociedades científicas portuguesas e estrangeiras como a Academia dei Lincei de Roma (1989) e Brasileira de Letras (1999), é Doutor h. c. da Universidade de Lisboa (1991) e da Academia das Ciências da Rússia (1996). Publicou mais de 300 estudos sobre o humanismo português e a cultura europeia do Renascimento.


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