Contava-se em Terras de Palmela…

A. Matos Fortuna

7,50 

Título: Contava-se em Terras de Palmela…
Autor: A. Matos Fortuna
Edição: Câmara Municipal de Palmela
Colecção | Nº: Estudos Locais
Ano: 1989
Páginas: 103
Encadernação: Mole
Capa: Jorge Martinho
Depósito Legal: 29863/89

SOBRE
Nos tempos decorrentes, apesar de em muitos casos e casas terem voltado a ocupar espaço no cenário doméstico, as lareiras já não constituem, como dantes, lugar e ocasião de se contar/ouvir histórias, contos, adivinhas, fábulas, narrativas, lendas e tradições. Agora, quando reunida à lareira, toda a família permanece quase religiosamente calada para se ouvir somente a televisão.
Portas afora de casa, naturalmente por todo o país, em zonas ainda há pouco provincianas como era este rincão da mesopotâmia tágido-sadina dominado pelo castelo de Palmela, característicos ajuntamentos regulares de pessoas já não são os mesmos de há 30/40 anos para trás. De maneira nenhuma. Os homens deixaram de se encontrar, domingo à tarde, na taberna, nem sempre merecedora de abmonições social-moralizantes pois no contexto da época representava centro de convívio popular; agora, vão todas as noites ao café, o que corresponde ao mesmo. As mulheres ligam a máquina à electricidade, já não se encontrando, assim, nos “rios” e tanques anexos às fontes, a lavar a roupa, desenferrujando a língua ao mesmo tempo.


ÍNDICE
Por que se chama Palmela Assim;
O nome de Marateca;
A Libertação do Conde Alberto;
Pinheiro Ramundo – o Maior Coio de Ladrões entre as águas de mar de Lisboa e o Alentejo;
De dia, juiz; à noite ladrão;
O anjo da fonte do anjo;
Uma batalha em Alhos Vedros no Domingo de Ramos;
O sino de Palmela não pode ser de outra terra;
Aconteceu na Senhora das Brotas;
Os bois e o cruzeiro de S. João;
Um grande susto para os setubalenses;
O exame para a quadrilha do Zé Rato.


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