Casa Grande de Romarigães

«O rapazinho seguia deambulando pelas ruas fora coalhadas de senhores padres, que entravam para os templos a dizer missa, e de beatas que lhas iam ouvir, de gente dos subúrbios com burros e atafais repletos de veniaga, de obreiros leva que leva à sua jorna. Parava onde a curiosidade lhe dizia pára, e rompia adiante depois de satisfeitos os olhos ou recreado o entendimento com um despique de regatões e qualquer fábula ocasional.»

Casa Grande de Romarigães de Aquilino Ribeiro

Este romance reproduz a mundivivência das terras nortenhas e aproxima o texto ficcional da realidade narrada, numa Beira rural e analfabeta ancorada numa sociedade patriarcal. Misturando erudição com a linguagem popular, Aquilino capta esse ambiente arreigado na religiosidade e na crendice e revela o instinto camponês com todas as superstições e todos os subterfúgios associados à obsessão de propriedade.

INDISPONÍVEL

informação do livro

Título: Casa Grande de Romarigães
Autor: Aquilino Ribeiro
Edição: Bertrand
Ano: 1974
Páginas: 438
Encadernação: Mole

Alfarrabista

 

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Este romance reproduz a mundivivência das terras nortenhas e aproxima o texto ficcional da realidade narrada, numa Beira rural e analfabeta ancorada numa sociedade patriarcal. Misturando erudição com a linguagem popular, Aquilino capta esse ambiente arreigado na religiosidade e na crendice e revela o instinto camponês com todas as superstições e todos os subterfúgios associados à obsessão de propriedade.

Peso 555 g

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