22 sequências admiráveis, onde alguma violência demasia- do verdadeira, uma inextinguível mancha de ódio, um incontável desespero e uma obstinada força de viver nos deixam nas mãos um livro que constitui um estranho objecto desamparado. Nem para sensibilidades delicadas nem para admiradores de Torga: uma obra forte e diferente. – Eduardo Prado Coelho

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Bardo de José Amaro Dionísio. Edições Salamandra. Lisboa, 1991, 109 págs. Mole. 2ª Edição.

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22 sequências admiráveis, onde alguma violência demasia- do verdadeira, uma inextinguível mancha de ódio, um incontável desespero e uma obstinada força de viver nos deixam nas mãos um livro que constitui um estranho objecto desamparado. Nem para sensibilidades delicadas nem para admiradores de Torga: uma obra forte e diferente. – Eduardo Prado Coelho

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