Arte de Furtar

«Nascido de uma conjuntura histórica singular, Arte de Furtar tornou-se, como a Arte da Guerra, de Sun Tzu, O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, ou Leviathã, de Thomas Hobbes, um texto estrutural e intemporal, com o estatuto de livro clássico, não gozando do reconhecimento internacional público dos restantes devido à sua origem portuguesa e, certamente, ao seu estilo barroco. Lido em qualquer tempo e em qualquer sociedade, haverá sempre razões para detectar nos seus exemplos e nas situações descritas renovadas actualizações.» «A prudência académica aconselharia a que não tomássemos posição sobre a autoria de Arte de Furtar. Não é esta, porém, a nossa habitual atitude de intervenção no mundo da literatura: preferimos errar tomando posição e apresentando as razões desta do que não errar nem acertar por excesso de prudência e omissão de intervenção.»
Miguel Real, no Prefácio

5,00 

5,00 

informação do livro

Arte de Furtar de Manuel Costa. Quidnovi. Matosinhos, 2010, 334 págs. Mole.

Alfarrabista


Sem apontamentos.

«Nascido de uma conjuntura histórica singular, Arte de Furtar tornou-se, como a Arte da Guerra, de Sun Tzu, O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, ou Leviathã, de Thomas Hobbes, um texto estrutural e intemporal, com o estatuto de livro clássico, não gozando do reconhecimento internacional público dos restantes devido à sua origem portuguesa e, certamente, ao seu estilo barroco. Lido em qualquer tempo e em qualquer sociedade, haverá sempre razões para detectar nos seus exemplos e nas situações descritas renovadas actualizações.» «A prudência académica aconselharia a que não tomássemos posição sobre a autoria de Arte de Furtar. Não é esta, porém, a nossa habitual atitude de intervenção no mundo da literatura: preferimos errar tomando posição e apresentando as razões desta do que não errar nem acertar por excesso de prudência e omissão de intervenção.»
Miguel Real, no Prefácio

Peso 380 g

sugestões do alfarrabista

0
    0
    Carrinho
    Carrinho VazioRegressar à Loja