Antologia de Ernest Hemingway

Ernest Hemingway.

5,00 

Título: Antologia de Ernest Hemingway
Autor: Ernest Hemingway
Edição: Ibis
Ano: 1966
Páginas: 382
Encadernação: Mole
Tradução: J. P. Madeira Rodrigues

SOBRE
Nesta antologia vão seleccionados alguns dos contos que mereceram a Hemingway o comentário: «Espero que os apreciem. Quando os releio fico embaraçado, pensando se realmente os escrevi ou os ouvi. Os que gosto mais, exceptuando aqueles que adquiriram certa notoriedade, são: «A vida breve e feliz de Francis Macomber», «Em Outro País», «Montes como Elefantes Brancos», «Como nunca serão», «Um sitio Limpo e Bem Ilumi- nado, e um conto de que mais ninguém gosta, intitulado «A Luz do Mundo»… Gostaria de viver bastante, para ter tempo de escrever mais uns vinte e cinco contos. Sei de alguns bem bons.>>


SOBRE O AUTOR

Ernest Miller Hemingway (21 de julho de 1899 – 2 de julho de 1961). Escritor Norte-Americano. Começou a escrever nos tempos do colégio. Em vez de seguir os estudos universitários, entrou para o jornalismo aos 18 anos. Ao eclodir a I Guerra Mundial, alistou-se como combatente; foi ferido na Europa, enamorou–se de uma enfermeira e sofreu a sua rejeição. Alguns anos mais tarde, regressou como correspondente em França e cronista da guerra civil espanhola. Destas experiências saíram vários dos seus contos e romances. Adepto das mais viris actividades — caça, touros, pesca, tiro, boxe —, traduziu a sua “masculinolatria” em estilo directo e sem adornos. Ganhou em 1954 o Prémio Nobel. Em Julho de 1961 suicidou-se com um tiro de pistola. As suas principais obras são: O Sol Nasce Sempre (1927), Winner Jake Nothing (1933), As Neves do Kilimanjaro (1936), O Adeus às Armas (1929), Morte ao Entardecer (1932), As Verdes Colinas de África (1935), Ter e Não Ter (1937), Por quem os Sinos Dobram (1940), O Velho e o Mar (1952). Postumamente deram à estampa Moveable Feast (1964), Islands in the Stream (1979) e O Jardim do Éden (1986).


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