Madona

Natália Correia

Indisponível

Título: A Madona
Autor: Natália Correia
Edição: Editorial Notícias
Ano: 2000
Páginas: 181
Encadernação: Mole
Capa: Tiago Cunha
Depósito Legal: 152495/00
ISBN: 972-46-1151-5

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SOBRE
Com o presente volume tem início a realização deste projecto. Começar com A Madona é pôr à disposição do leitor um livro de surpreendente beleza que teve um papel renovador no romance português do final da década de 60 e é hoje, pela história que nos conta e pela sua lingua gem literária, de uma invulgar moder nidade.«Que bom, poder ler assim um romance português – em língua portuguesa! Mas haverá outro que se lhe possa comparar?
Entre os «modernos» sobretudo? Não o lembro. Sobre todos os aspectos, uma obra-prima, única. Um livro sem par na nossa literatura.»
José Rodrigues Miguéis deixou escritas estas palavras, em «Notas» soltas «sobre a leitura de A Madona» (que se encontram no espólio de Natália Correia, na Biblio teca Nacional). E observa: «Logo a aber tura é magistral». Depois, ao comentar o todo do livro, reconhece que «ao seu ca rácter novo – novíssimo – reúne o de um profundo sabor colorido nacional.» excla mando: «E é um romance com assunto!»A Madona, publicado em 1968 pela Editorial Presença (reedições em 1972 e 1986) não foi a primeira obra de ficção da escrita tora que, muito cedo, em 1945, revelara já a sua vocação narrativa. Feliz ano aquele, que de 68 é também O Delfim, de José Cardoso Pires, e do ano seguinte serão Maina Mendes, de Maria Velho da Costa e A Noite e o Riso, de Nuno Bragança.


SOBRE O AUTOR

Natália CorreiaNatália de Oliveira Correia (1923-1993).  Poetisa, ficcionista, contista, dramaturga, ensaísta, editora, jornalista, cooperativista, foi uma das vozes mais proeminentes da literatura e da cultura portuguesas na segunda metade do século xx, tendo resistido energicamente ao Estado Novo e aos radicalismos do pós-25 de Abril. Ecuménica e eclética, filantropa e idealista, anteviu um novo tempo, que garantisse a paz, a dignidade humana, a justiça social e o direito à diferença como raízes indeléveis da democracia. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Grandes Aventuras de um Pequeno Herói (1945); Passaporte (1958); Mátria (1967); A Ilha de Circe (1983).

 


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