A India Portugueza

A India Portugueza de A. Lopes Mendes

É uma das mais interessantes obras acerca da antiga Índia Portuguesa, publicada pela Sociedade de Geografia de Lisboa e ilustrada com centenas de boas gravuras em madeira, nas páginas de texto e em separado, além de mapas impressos a cores.

De referir que “(…) Estava esta breve descripção das possessões portuguezas na Índia para ser prefaciada pelo nosso consocio na sociedade de geographia de Lisboa, velho e provado amigo o exmo. sr. Camillo Castello Branco (Visconde de Correia Botelho), quando à ultima hora recebemos a triste notícia de se haverem agravado os padecimentos de sua excia (…)”

Profusamente ilustrado e com mapas geográficos em extra texto coordenadas pelo próprio autor e litografadas na Imprensa Nacional em 1865, 1870 e 1871. Gravura do autor em corpo inteiro na página de anterrosto. Gravura alegórica da Sociedade de Geografia de Lisboa no final do segundo volume, indicando o futuro império luso-africano. Gravuras assinadas pelo próprio autor e por Pastor, Nenton, R. Christino, Alberto, Cazellas e outros. As gravuras reproduzem palácios, templos, residências particulares, a reunião da assembleias dos governos locais, os costumes e os dignatários locais, a flora local, a iconografia e os deuses do panteão indiano. A obra enquadra-se na divulgação das explorações cientificas coloniais patrocinadas pelo governo português e pela Sociedade de Geografia.

150,00 

informação do livro

A India Portugueza: Breve Descripção das Possessões Portuguezas na Ásia de A. Lopes Mendes. Imprensa Nacional. Lisboa, 1886, 2 vols. Dura.

É uma das mais interessantes obras acerca da antiga Índia Portuguesa, publicada pela Sociedade de Geografia de Lisboa e ilustrada com centenas de boas gravuras em madeira, nas páginas de texto e em separado, além de mapas impressos a cores.

De referir que “(…) Estava esta breve descripção das possessões portuguezas na Índia para ser prefaciada pelo nosso consocio na sociedade de geographia de Lisboa, velho e provado amigo o exmo. sr. Camillo Castello Branco (Visconde de Correia Botelho), quando à ultima hora recebemos a triste notícia de se haverem agravado os padecimentos de sua excia (…)”

Profusamente ilustrado e com mapas geográficos em extra texto coordenadas pelo próprio autor e litografadas na Imprensa Nacional em 1865, 1870 e 1871. Gravura do autor em corpo inteiro na página de anterrosto. Gravura alegórica da Sociedade de Geografia de Lisboa no final do segundo volume, indicando o futuro império luso-africano. Gravuras assinadas pelo próprio autor e por Pastor, Nenton, R. Christino, Alberto, Cazellas e outros. As gravuras reproduzem palácios, templos, residências particulares, a reunião da assembleias dos governos locais, os costumes e os dignatários locais, a flora local, a iconografia e os deuses do panteão indiano. A obra enquadra-se na divulgação das explorações cientificas coloniais patrocinadas pelo governo português e pela Sociedade de Geografia.

Peso 2125 g

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