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  • Fausto de Goethe

    Fausto

    Goethe

    6,00 

    Fausto de Goethe
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 330 págs. E. Il.

    Em Fausto, Johann Wolfgang von Goethe narra a história de Heinrich Fausto, um estudioso insatisfeito com os limites do conhecimento humano e com o propósito da existência. Movido pelo anseio de experiências completas e pelo desejo de compreender a vida em todas as suas dimensões, Fausto faz um pacto com Mefistófeles, entregando-lhe a alma em troca de prazer, poder e sabedoria. Ao longo da narrativa, enfrenta dilemas morais, paixões, ilusões e as consequências das suas escolhas, refletindo sobre a ambição, a ética e a possibilidade de redenção.

    Com poesia profunda, simbolismo intenso e reflexão filosófica, Goethe combina drama, tragédia e elementos épicos, criando uma obra monumental em duas partes que explora a condição humana e a tensão entre desejo e moralidade. Fausto é um marco da literatura alemã e da tradição literária europeia, influenciando profundamente escritores e pensadores posteriores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fausto de Goethe

    Fausto

    Goethe

    7,00 

    Fausto de Goethe.
    Ediclube. Lisboa, 1991, 317 págs. E.

    «A partir de Marlowe dá-se realmente a transformação das histórias de cordel do Doutor Fausto na história trágica do homem, ainda explicitamente historizado, do Renascimento, frente às limitações que quer e vai superar. O preço da “vontade de poder” desse primeiro Fausto literário é ainda o Inferno; mas a importância de Marlowe vem-lhe do facto de ele ter realizado uma obra de rotura. Com Goethe, dois séculos mais tarde, é a grande obra de síntese que surge: a história tradicional sofre uma inflexão e uma elaboração que a faz ascender ao lugar de “tragédia” do género humano (e com isso lhe retira desde logo a possibilidade de ser uma tragédia de carácter, como mandam as leis do género na sua forma moderna). Em Goethe, Fausto assume um recorte universal, alargam-se imenso as suas potencialidades significativas e ele passa a ter, na consciência colectiva ocidental (metonímica, e talvez abusivamente, tomada por universal), a dimensão simbólica própria dos mitos.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.