• Jim o Sortudo de Kinglsey Amis

    Jim o Sortudo

    Kinglsey Amis

    2,50 

    James (Jim) Dixon é um jovem professor universitário de história medieval aborrecido com o seu trabalho, e lutando por sobreviver a uma sociedade burguesa e provinciana. Nesta comédia do absurdo, toda a ação se desenvolve em torno do controle individual sobre o outro. Nas várias frentes – superiores hierárquicos, colegas, alunos, namoradas – os equívocos, as maquinações, os mal entendidos, os favoritismos (também exercidos pelo próprio) concorrem para o tormento de Jim, que fuma e bebe em demasia e se dirige à desfilada para um ponto de ruptura.
    Jim terá a sorte de conseguir escapar às armadilhas das circunstâncias, libertar-se, sair por cima. Mas quão livre será o novo Jim?
    Uma obra-prima sobre o homem em conflito com uma realidade ilegível, uma comunicação deteriorada por jogos, um ego imperscrutável, e uma sociedade repressiva do individual. Considerado por Christopher Hitchens o livro mais divertido da segunda metade do século XX e, por Toby Young, o melhor romance cómico do século XX, A Sorte de Jim é uma hilariante sátira da vida académica britânica e um marco da literatura dos pós-guerra.

  • Códice Secreto de Lev Grossman

    Códice Secreto

    Lev Grossman

    4,00 

    Códice Secreto de Lev Grossman.
    Sicidea. Espanha, s.d., 278 págs. B.

    O Códice Secreto é um daqueles raros livros que escapam habilmente a uma categorização mais imediata. Thriller literário, histórico, bibliothriller ou romance com laivos de metaficção, a verdade é que este segundo livro de Lev Grossman exerce sobre o leitor uma embriaguês literária que, página a página, se vai transformando, insidiosamente, numa obsessão que só uma leitura ávida poderá aplacar. Aliás, o próprio protagonista, Edward Wozny, partilha com o leitor esse estado de inebriamento obsessivo, uma vez que também ele foi apanhado nas malhas do fascínio por uma obra da literatura medieval, um códice secreto do século XIV, atribuído a Gervase de Langford, e que supostamente encerra, numa mensagem criptografada, um segredo apocalíptico selado durante séculos. Edward estava prestes a gozar umas merecidas férias, depois de vários anos a construir uma carreira de sucesso num prestigiado banco nova-iorquino, quando lhe é pedido que organize a biblioteca privada de um casal de aristocratas britânicos, clientes do banco e fabulosamente ricos. Em breve, aquilo que se afigurava uma tarefa fastidiosa transforma-se numa odisseia de contornos inusitados onde ganham vida uma imaginação electrónica prodigiosa, na forma de um jogo de computador sofisticado e tão viciante quanto a própria procura do códice, e uma indecifrável teia de coincidências e ligações entre a realidade virtual, a lenda medieva e o presente de Edward. Plena de suspense e mistério, esta obra perturba e delicia, com o mesmo grau de intensidade, ao expor perante o nosso olhar a beleza e o incrível poder encantatório que podem envolver uma história bem contada e tornar tão vulnerável o leitor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Monge Que Vendeu o Ferrari de Robin S. Sharma

    Monge Que Vendeu o Ferrari

    Robin S. Sharma

    5,00 

    Monge Que Vendeu o Ferrari de Robin S. Sharma. Sicidea. Espanha, 2006, 217 págs. B.

    O Monge que Vendeu o Seu Ferrari é um best-seller inquestionável que oferece aos leitores uma série de lições simples e eficazes sobre como viver melhor. Combinando de uma forma inovadora a sabedoria espiritual do Oriente com os princípios ocidentais de sucesso e trabalho, mostra, passo a passo, como viver uma vida de coragem, equilíbrio, alegria

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Anel: Herança do Último Templário de Jorge Molist

    Anel: Herança do Último Templário

    Jorge Molist

    4,00 

    Anel: Herança do Último Templário de Jorge Molist.
    Sicedea. Espanha, 2006, 278 págs. B.

    No seu vigésimo sétimo aniversário, Cristina, uma promissora advogada nova-iorquina, recebe dois anéis. O primeiro, um valioso anel de noivado, é de um próspero corretor da bolsa, enquanto que o outro, um misterioso anel antigo, provém de um remetente anónimo. Aceita ambos, sem saber que são incompatíveis e que o anel com o rubi vermelho irá arrastá-la para uma aventura que lhe dará ensinamentos sobre a vida, o amor e a morte.

    📝 Assinatura de posse.

  • Uma Questão Pessoal de Kenzaburo Oé

    Questão Pessoal, Uma

    Kenzaburo Oé

    4,00 

    Em 1964, O Romancista Japonês Kenzaburo Oe Recebia A Notícia De Que Seu Primeiro Filho Nascera Com Uma Anomalia Cerebral. É A Mesma Situação Enfrentada Pelo Protagonista De Uma Questão Pessoal , O Professor Bird. Aos 27 Anos, Ele Leva Uma Vida Mediana, Bebendo Pelos Bares De Tóquio E Sonhando Com Aventuras No Distante Continente Africano.A Gravidez Da Mulher Acrescenta Angústia Ao Cotidiano De Bird. A Idéia De Que Será Pai E Chefe De Família Faz Com Que Se Sinta Condenado À Vida Cotidiana. Para Piorar, Depois Do Parto, Os Pais Descobrem Que Uma Anomalia Cerebral Fará O Menino Ter Uma Vida Vegetativa. Bird Não Suporta A Possibilidade De Se Ver Atrelado Para Sempre A Um Filho Anormal. Passa, Então, A Desejar A Morte Da Criança. Aos Poucos, Porém, Bird Se Dá Conta De Que A Crise Era Uma Oportunidade Para Percorrer Um Caminho De Conquista Da Realidade, Enfrentando Os Desafios De Amadurecimento Da Vida Adulta.

  • Money de Martin Amis

    Money

    Martin Amis

    4,00 

    Money de Martin Amis.
    Sicidea. Espanha, 2009, 399 págs. B.

    John Self é um realizador de filmes publicitários de estrondoso sucesso e que leva um estilo de vida hedonista e excessivo, totalmente desregrado: consome, com voracidade, pornografia, prostitutas, álcool e comida de plástico.

    A história que se conta em Money – que o Guardian considerou o grande romance inglês da década de oitenta – decorre entre Nova Iorque e Londres, nos tempos dos motins de Brixton e do casamento real. E é a história de John Self – o seu narrador e protagonista – um homem que personifica a ganância desses anos de ouro do capitalismo, em que o desprezo pelos valores sociais e humanos só conseguia ser suplantado pelo amor ao dinheiro – e a cegueira pelo dinheiro, por sua vez, pelo terror da falta dele.

    Mas será John Self um homem completamente mau? Afinal tem sentido de humor, traços de generosidade, e consegue que ora gostemos ora não gostemos dele.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Revolutionary Road de Richard Yates

    Revolutionary Road

    Richard Yates

    4,00 

    “Aqui há mais do que boa escrita; aqui há aquilo que, em conjunto com boa escrita, dá vida a um livro de modo brilhante, intenso e imediato. Se é preciso mais para fazer uma obra-prima da ficção americana moderna, eu seguramente não sei o que é.”
    Tennessee Williams

  • Justine de Lawrence Durrell

    Justine

    Lawrence Durrell

    3,50 

    Algures, nas páginas deste romance, Durrell descreve Justine como «uma verdadeira filha de Alexandria». Não é uma indicação despicienda. Alexandria é talvez, sobretudo neste primeiro volume do Quarteto, uma das personagens centrais da narrativa. A cidade, ao mesmo tempo muito bela e muito repelente, marca todas as restantes figuras da obra com a presença ambígua da sua identidade. É essa presença que autoriza os excessos de Justine, a sua busca de um novo «tipo peculiar de amor», profundamente narcísico e não possessivo.

  • A Herança de Eszter de Sandro Márai

    Herança de Eszter, A

    Sandro Márai

    3,50 

    Durante vinte anos Eszter viveu uma existência cinzenta e monótona, fechada sobre si própria, esperando a morte e sonhando com o retorno de um amor impossível. Até ao dia em que, inesperadamente, recebe um telegrama de Lajos, o único homem que amou e graças ao qual encontrou, por um breve período, sentido para a sua vida. Grande sedutor e canalha sem escrúpulos, Lajos não só traiu Eszter como destruiu a sua família, tirando-lhe tudo o que possuía. Agora, depois de uma ausência prolongada regressa, e Eszter prepara-se para o receber comovida e perturbada por sentimentos contraditórios.

  • Memórias de uma Cantora Alemã de Wilhelmine Schroeder

    Memórias de uma Cantora Alemã

    Wilhelmine Schroeder

    3,00 

    A autoria desta autobiografia erótica do século XIX seria motivo de dúvidas e várias investigações. Foi atribuída, finalmente, à cantora lírica alemã Wilhelmine Schroeder-Devrient que, assim, terá assinado um dos textos centrais da literatura erótica germânica. Ao mesmo tempo, estes relatos de iniciações sexuais são como um romance epistolar, já que as memórias são desfiadas em cartas dirigidas a um renomado médico da época – o único homem, segundo a autora, que nunca procurou seduzi-la..

  • Kamasutra de Mallanaga Vatsyayana

    Kamasutra

    Mallanaga Vatsyayana

    8,00 

    Kamasutra de Mallanaga Vatsyayana.
    Sicidea. Espanha, 2007, 263 págs. B.

    O Kama Sutra é um antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano, amplamente considerado como o mais importante trabalho sobre o amor na literatura sânscrita. O livro foi escrito por Vatsyayana e o seu título completo é Vatsyayana Kama Sutra («Aforismos sobre o Amor, de Vatsyayana). Acredita-se que o autor viveu numa época entre o I e o VI século, provavelmente durante o período Gupta. É uma obra que ensina a orientação do caminho para a boa vida, através dos seus cândidos conselhos sobre a vida amorosa e sexual. Um grande texto hindu que teve extrema influência e que nos mostra o fascinante mundo erótico da antiga Índia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.