Todos os Nomes de José Saramago Planeta DeAgostini. Lisboa, 2000, 279 págs. E.
O protagonista é um homem de meia-idade, funcionário inferior do Arquivo do Registo Civil. Este funcionário cultiva a pequena mania de colecionar notícias de jornais e revistas sobre gente célebre. Um dia reconhece a falta, nas suas coleções, de informações exatas sobre o nascimento (data, naturalidade, nome dos pais, etc.) dessas pessoas. Dedica-se portanto a copiar os respetivos dados das fichas que se encontram no arquivo. Casualmente, a ficha de uma pessoa comum (uma mulher) mistura-se com outras que está copiando. O súbito contraste entre o que é conhecido e o que é desconhecido faz surgir nele a necessidade de conhecer a vida dessa mulher. Começa assim uma busca, a procura do outro.
Vale Abrãao de Agustina Bessa-Luís.
Planeta DeAgostini. Lisboa, 2000, 304 págs. E.
«As suas personagens não eram bonecos vestidos de ideias que em lugar de pensarem os sentimentos eram pensadas por eles, usava nexos afectivos, não racionais, as suas obras não obedeciam a uma ordenação lógicodiscursiva, obedeciam a uma tumultuosa ordenação do caos, a inteligência não era apanágio do autor, era uma característica da escrita, no sentido em que as palavras solucionavam a tessitura de acordo com uma implacável lógica interna, não nos conduzia a parte nenhuma, mergulhava-nos em nós mesmos dando-nos a conhecer o nosso caos interior, descodificando-o e mostrando-nos a sua complexa simplicidade
(parece um paradoxo mas não é)
e construiu uma obra única de catalogação do mundo, uma aprendizagem das luzes e das trevas da qual saímos como quem desperta de um sonho, devorados pela prosa, reduzidos às cinzas de um fogo que nos devolve inteiros a nós mesmos. Aprende-se com ela como as trevas são claras e como tudo é excepcional.»
Museu do Prado (Madrid) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 4
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Pinacoteca de Brera (Mião) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 18
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
National Gallery of Art (Washington) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 11
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Museu d’Orsay (Paris) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 9
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Galeria da Academia (Veneza) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 19
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Tate Galleries (Londres) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 15
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Museus Reais das Belas-Artes (Bruxelas) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 17
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 381 págs. E. Il. Museus do Mundo | 1
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Museu Kunsthistorisches (Viena) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 14
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Alte Pinakothek (Munique) de João Quina [Coord.]
Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il. Museus do Mundo | 12
A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.
Anos de Salazar de António Simões do Paço. Planeta DiAgostini. 2007, 30 vols.
“Os Anos de Salazar” é o nome de uma coleção de 30 livros coordenada por António Simões do Paço, que aborda o período do Estado Novo em Portugal, liderado por António de Oliveira Salazar. Cada volume explora um aspecto específico desse período, revelando tanto o que era divulgado (o que se contava) quanto o que era ocultado (o que se ocultava).
Cão Como Nós de Manuel Alegre. Planeta DeAgostini. Lisboa, 2004, 115 págs. E.
É um épagneul-breton a personagem principal do novo livro de Manuel Alegre. Com “manchas castanhas e uma espécie de estrela branca no meio da cabeça”. Cão… como nós. Como nós, porque sabe da amizade (o cão é o melhor amigo do homem), da solidariedade, protege a criança, consola o dono, pressente a desgraça, ‘chora’ a morte. Mas também é altivo e irrequieto. Às vezes desobediente e exibicionista. Chama-se Kurika, e acompanhou o escritor e a sua família ao longo de anos. Aliás, ele ‘é’ parte da família, diz Manuel Alegre. Um livro alegre e comovente.
Gabriela, Cravo e Canela de Jorge Amado. Planeta De Agostini. Lisboa, 2007, 430 págs. E.
Gabriela, a mulata com a cor da canela e o cheiro do cravo, ficará na literatura como uma formosa figura de mulher, simples e espontânea, acima do Bem e do Mal. Com o seu inigualável lirismo e inspiração poética, Jorge Amado cria personagens inesquecíveis, e o comovente romance de amor do árabe Nacib e da mulata Gabriela coloca-os, sem dúvida, na galeria dos amantes da História da Literatura. Mas Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade. Pouco evoluíam, no entanto, os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes – os fazendeiros – que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações. Levada para a televisão, a sua história transformou-se numa das telenovelas brasileiras de maior sucesso pelo mundo fora. No cinema, o papel de Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e o de Gabriela por Sônia Braga, como já acontecera na novela.
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