• Formação Económica do Pensamento de Marx

    Formação Económica do Pensamento de Marx

    Ernest Mandel

    5,00 

    Formação Económica do Pensamento de Marx de Ernest Mandel
    Centelha. Coimbra, 1978, 302 págs. B.
    Colecção: Temas / Nosso Tempo Economia | 5

    “A Formação do Pensamento Económico de Karl Marx” (1967) de Ernest Mandel analisa a evolução de Marx da filosofia para a economia política. Destaca a importância dos Grundrisse, introduz uma versão não dogmática do marxismo e examina a transição do pensamento de Marx, focando no tempo de trabalho e na crítica ao capitalismo

    📝 Assinatura de posse.

  • Esperança Agredida, A

    Esperança Agredida, A

    José Manuel Mendes

    7,50 

    A Esperança Agredida de José Manuel Mendes.
    Centelha. Coimbra,  1975, 82 págs. B.

    Ao editar este volume, constituído por poesia es crita, na sua maioria, entre 69 e 71, procedeu-se a peque nas modificações do texto inicial. A preocupação de uma certa depuração formal juntou-se, naturalmente, o ensejo de introduzir alguns novos poemas e retirar outros. Assim se crê, mantendo a possível unidade esté tica e temática, valorizar uma colectânea que, publicada antes do 25 de Abril de 1974, pretendeu ser, como toda a produção intelectual do autor (ontem, hoje, amanhã).
    um acto de intervenção, que o mesmo é dizer, um momento de luta pelo socialismo. O que, no escritor consciente, é sempre, também, uma jornada de amor.

    📕 2ª Edição.
    🏻  Edição autografada pelo autor.

  • Praça da Canção de Manuel Alegre.

    Praça da Canção, A

    Manuel Alegre.

    7,00 

    Praça da Canção de Manuel Alegre.
    Centelha Editora. Coimbra, 1975, 155 págs. B.

    Sem grande margem para dúvidas, pode dizer-se que este livro marcou para sempre toda uma geração de jovens portugueses que ao longo dos anos 60 se empenharam na contestação estudantil nas Universidades e lutaram contra a guerra nas ex-colónias africanas.
    Aparecido em Coimbra e incluindo muitos poemas que rapidamente se divulgaram graças às canções de Manuel Freire, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira ou Luís Cília (entre outros), “Praça da Canção” recorre à História de Portugal para através desse passado colectivo interrogar o presente e o futuro do país, conseguindo aliar um poderoso sopro épico e um lamento pela condição dos portugueses no tempo em que foi escrito.
    Sublinhe-se ainda a capacidade de aproveitar os recursos da métrica e da rima para a criação de uma musicalidade sensível, por exemplo, na famosa “Trova do Vento que Passa”, e contribuindo para fazer de Manuel Alegre o trovador da sua geração.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Canto e as Armas de Manuel Alegre

    Canto e as Armas, O

    Manuel Alegre

    7,00 

    Canto e as Armas de Manuel Alegre.
    Centelha Editora. Coimbra, 1974, 139 págs. B.

    “Não me levem a mal se, apoiado num livro que pode considerar-se de estrela, me afortunar a dizer que com Manuel Alegre nasceu o maior poeta do neo-realismo português.’ Assim escreveu Mário Sacramento a propósito da Praça da Canção publicada em 1965. Posteriormente, com O canto e as Armas, Manuel Alegre prosseguiu o caminho duma poesia de combate, cantada e lida pelos que resistiam, proscrita e proibida pelo poder. Aqui se apresenta a 4ª edição deste livro, agora finalmente livre, para chegar a todos aqueles para que foi escrito”.

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vigarices & Sacanices

    Vigarices & Sacanices

    Eurico Tiago

    6,00 

    Vigarices & Sacanices de Eurico Tiago.
    Edições Centelha. 1985. 143 págs. B.

     

    1. – Para uma sociologia da vigarice;
    2. – Os homens que venderam a Torre Eiffel duas vezes;
    3. – O Marechal Potemkin;
    4. – Um cão português no espaço;
    5. – Alves dos Reis;
    6. – Bunga-Bunga !;
    7. – O Conde Sanit Germain;
    8. – Bertedo e Figueirino;
    9. – O cavaleiro d’Édeon;
    10. – Os árabes que queriam inundar Portugal de petróleo; e
    11. – O homem que vendeu o Palácio de Belém.

    📝 Assinatura de posse.

  • Guia de Salto

    Guia de Salto

    Luís Guerreiro

    6,00 

    Guia de Salto de Luís Guerreiro.
    Centelha. Coimbra, 1974, 70 págs. B.

    A garupa dorida das azêmolas
    pelas eiras e rossios
    soldados da terra descem
    com a monção de poeiras

    📕 1ª Edição.