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Jaime do Inso

Oficial da marinha, foi um dos autores que mais escreveu sobre a presença portuguesa no Oriente, especialmente na China e em Macau, onde viveu entre 1927 e 1929. Manteve correspondência com Wenceslau de Moraes. Conferencista, tem também colaboração em vários jornais. A O Caminho do Oriente (1932), sua única obra de ficção, foi atribuído o 2º. prémio ex-aequo de Literatura Colonial em 1931. Participou na pacificação de Timor em 1912 ao comando da canhoneira Pátria. Foi nomeado director da Biblioteca e do Museu da Marinha em 1948, tendo passado à reforma em 1950.