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Antonina Vallentin

Antonina Vallentin Luchaire (1893-1957). Biógrafa, Crítica de arte, Editora e Tradutora. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Stresemann (1931); Leonardo da Vinci (1938); HG Wells, profeta dos nossos dias (1950); El Greco (1954).

 

 

 

 

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Louis Saurel

Louis SaurelLouis Saurel (1902-1980). Escritor francês. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Les Femmes héroïques de la Résistance : Berthie Albrecht, Danielle Casanova (1945);  Stalingrad (1966); La Gestapo (1967);  Hitler au pouvoir (1968).

 

 

 

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Basílio Teles

Basílio Teles (1856-1923). Filósofo e polígrafo republicano. Autor de importantes escritos de carácter ideológico, político e socioeconómico, surge como um dos grandes teóricos e mentores do pensamento português no período ante e pós-republicano. Mas raramente se comprometeu com a acção política activa e recusou sempre todos os cargos políticos e governamentais que mais de uma vez lhe foram oferecidos. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Estudos históricos e económicos (1901); Do ultimatum ao 31 de Janeiro : esboço d’ história política (1905); As Ditaduras (1911);  A Guerra (Notas e Dúvidas)  (1914).

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Alberto Estima de Oliveira

Alberto Estima de OliveiraAlberto Estima de Oliveira (1934-2008). Poeta. Tem poesia publicada nos cadernos Vector II e III (Huambo, Nova Lisboa) e Kuzuela III – 1ª. Antologia de Poesia Africana de Expressão Portuguesa (Luanda), coligida por David Mestre. Participou activamente no I Festival Internacional de Poesia em Las Palmas, nas Canárias, em 1996. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Tempo de Angústia (1972); O Diálogo do Silêncio (1988); O Corpo (Con) Sentido (1993); O Esqueleto do Tempo (1995).

 

 

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José Conde

José CondeJosé Ferreira Conde (1917-1971).  Jornalista e escritor literário brasileiro. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Caminhos na Sombra (1945); Terra de Caruaru (1960); Noite Contra Noite (1965); Como uma Tarde em Dezembro (1969).

 

 

 

 

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Mercedes Blasco

Mercedes BlascoMercedes Blasco (1870-1961).  Pseudónimo de Conceição Vitória Marques. Actriz e Cançonetista. A sua intervenção em revistas e operetas nos últimos anos do século XIX e começos do actual causou escândalo pela liberdade e desenvoltura com que se apresentava em cena. Abandonou o teatro para se alistar como enfermeira da Cruz Vermelha durante a guerra de 1914-18, e dedicou-se também à carreira literária, publicando, em 1907 e 1920. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Memorias de uma actriz (1907); Caras Pintadas (1923); Batalha de Sexos (1929); Nas Trincheiras da Vida (1936).

 

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Luzia Maria Martins

Luzia Maria MartinsLuzia Maria Martins (1926-2000). Estudou teatro em Londres e fundou, em 1963, com a actriz Helena Felix, o Teatro-Estúdio de Lisboa. Traduziu obras de alguns dos mais importantes dramaturgos e romancistas contemporâneos, nomeadamente ingleses, como John Osborne, Arnold Wesker, David Storey, Edward Bond, Peter Barnes ou John Updike, Paul Auster, Joseph Conrad, Jonathan Swift, etc. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Bocage, Alma sem Mundo (1967); Anatomia duma História de Amor (1969); Trapos e Rendas (1975); Tema e Variações (1978).

 

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Inês Gato de Pinho

Inês Gato de PinhoInês Gato de Pinho (1978). Licenciada em Arquitectura (2004). Da sua bibliografia destacam-se as obras: De colégio de S. Francisco Xavier a palácio Fryxell. História e Análise Arquitectónica (2013); A Companhia de Jesus em Setúbal: Dois Projectos Educativos e Assistenciais; De Ratione Aedificiorum e a Implementação do Sistema Jesuíta de Licenciamento de edifícios jesuítas (séc.XVI-XVIII): O Caso do Colégio de Santarém; Vilegiatura marítima em Setúbal: do Século XIX ao início do Século XX.

 

 

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João Freitas Branco

João de Freitas BrancoJoão Freitas Branco (1922-1989). Ensaísta, Musicólogo. Licenciou-se, com elevada classificação, em Ciências Matemáticas (1944), Assistente de programas musicais na antiga Emissora Nacional entre 1944 e 1949, ao mesmo tempo que mantinha uma actividade musicográfica regular na imprensa: desde 1938, coadjuvando o pai na crítica musical de O Século e sucedendo-lhe, mais tarde, como titular dessa coluna, ou colaborando noutras publicações, designadamente na revista Arte Musical – um periódico fundado e dirigido pelo pai, a quem também sucedeu como director (até 1973) e onde já assegurara durante sete anos as funções de redactor principal. Da sua bibliografia destacam-se as obras: História da música portuguesa (1959); Homenagem a Vila-Lobos (1966);  Viana da Mota : uma contribuição para o estudo da sua personalidade e da sua obra (1972 ); A música na obra de Camões, (1979).

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Shere Hite

Shere HiteShere Hite (1942). Séxologa norte-americana. Da sua bibliografia destacam-se as obras: Sexual Honesty, by Women, For Women (1974); The Hite Report on Female Sexuality (1976); The Hite Report on Men and Male Sexuality (1981).