• Queirosiana nº 7/8 de Carlos Reis

    Queirosiana nº 7/8

    Carlos Reis

    6,00 

    Queirosiana nº 7/8 de Carlos Reis [Dir.]
    Associação dos Amigos de Eça de Queirós. Baião, 1995, 226 págs. B.

    Álvaro Manuel Machado –  Eça, Proust e o imaginário finissecular;

    Amina Di Munno – A fortuna de Eça de Queirós em Itália;

    Ana Nascimento Piedade – Carlos Fradique Mendes e a múmia de Ramsés II;

    Carlos Reis – Eça de Queirós e o discurso da História;

    Cristina Mello – Perspectivas da leitura de Eça de Queirós;

    Elena Losada Soler – Os anos dourados de E. de Queirós em Espanha;

    Henriqueta Gonçalves – De Santa Olávia a Tormes;

    Lucette Petit – Le mythe diabolique;

    Manuel Santos Alves – Eça de Queirós: intertexto e memória colectiva;

    Maria Aparecida Ribeiro – O brasileiro na obra de Eça;

    Maria Helena Santana – Um projecto patriótico: a Revista de Portugal;

    Maria João Simões – O “exemplo” em Eça;

    Maria Lúcia Lepecki – Num hotel de Charing Cross;

    Marie-Hélène Piwnik – Lecture de José Matias;

    Micaela Ghitescu – Traduções romenas de Eça de Queirós;

    Urbano Tavares Rodrigues – Análise libidinal de um texto romântico de Eça.

    📝 Assinatura de posse.

  • As Ideias de Eça de Queirós de António José Saraiva

    Ideias de Eça de Queirós, As

    António José Saraiva

    6,00 

    As Ideias de Eça de Queirós de António José Saraiva.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1982, 166 págs. B.

    Eça de Queirós aceita certo número de ideias bem definidas e nitidamente formuladas; com essas ideias constrói os seus contos e os seus romances, dominando inteiramente os personagens.
    Ao contrário portanto do que sucede com Balzac ou Stendhal, e à semelhança do que acontece com Camões, não há uma filosofia implícita na sua obra; há. pelo contrário, afirmações bem explícitas de uma doutrina claramente formulada. Os personagens não se afirmam a si, mas são fiéis intérpretes do autor. Eça de Queirós, em resumo, é um estilista; vale a pela fórmula nova que encontrou para ideias correntes.

    📝 Assinatura de posse.

  • Ilustrações e Ilustradores na Obra

    Ilustrações e Ilustradores na Obra

    A. Campos Matos

    20,00 

    Ilustrações e Ilustradores na Obra de Eça de Queiroz de A. Campos Matos.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2001, 262 págs. E. Il.

    Belíssimo álbum, de esmerado apuro gráfico, impresso em papel de superior qualidade, profusamente ilustrado a negro e a cores com cerca de seiscentas gravuras que recriam personagens, episódios, diálogos, cenas e capas/frontispícios das obras de Eça. A recolha das ilustrações da obra de Eça de Queiroz aqui apresentada, abrange um período de 130 anos – entre 1871, data da capa de As Farpas, concebida por Manuel de Macedo, e Outubro de 2001, data do desenho de António inspirado pelos textos da polémica Eça-Pinheiro Chagas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mistério da Estrada de Ponte de Lima: António Feijó e Eça de Queiroz, O

    Mistério da Estrada de Ponte de Lima: António Feijó e Eça de Queiroz, O

    A. Campos Matos

    10,00 

    O Mistério da Estrada de Ponte de Lima: António Feijó e Eça de Queiroz de A. Campos Matos.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2001, 63 págs. E. Il.

    Apresentam-se, nesta edição, estreitas e até agora desconhecidas relações de amizade entre o poeta António Feijó e Eça de Queiroz e até surpreendentes afinidades entre ambos. Coincidência extraordinária é Feijó, a caminho de Estocolmo, onde era diplomata, ter ido a Neuilly com a intenção de participar o seu casamento ao casal Queiroz, na altura em que o romancista falecia. Constituem um precioso testemunho os comentários do poeta à personalidade e à obra de Eça de Queiroz, cuja estatueta, modelada por Francisco da Silva Gouveia em 1900, ele tinha sobre a sua secretária chamando-lhe «o nosso ídolo».

    O motivo principal deste livro é, todavia, a publicação integral de O Mistério da Estrada de Ponte do Lima, ou História dos Carecas, divertida efabulação engendrada por António Feijó, em 1880, no jornal O Comércio do Lima, de evidente inspiração queiroziana, que alvoroçou a sua terra natal e permanece, ainda hoje, na memória de muitos pontelimenses. A carta de António Feijó a João Gomes (cap. III), onde o poeta evoca a criação dos «Carecas», 32 anos mais tarde, constitui um dos mais interessantes e mais vivos documentos da sua extensa correspondência. Complementa a edição uma antologia de poemas de António Feijó e algumas cartas inéditas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Língua e Estilo de Eça de Queiroz

    Língua e Estilo de Eça de Queiroz

    Ernesto Guerra da Cal

    7,50 

    Língua e Estilo de Eça de Queiroz de Ernesto Guerra da Cal.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1981, 403 págs. B.

    “O Autor de Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz é justamente considerado um dos maiores especialistas de temas queirozianos. É também, dentro da cultura galega e das Letras hispânicas, um lusófilo de primeiro plano. (…) A obra que editamos pela primeira vez em língua portuguesa é tradução rigorosa do original castelhano, editado pela Universidade de Coimbra e acrescentou, à obra já em provas, algumas notas bibliográficas”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eça de Queirós: Uma Estética da Ironia de Mário Sacramento

    Eça de Queirós: Uma Estética da Ironia

    Mário Sacramento

    10,00 

    Eça de Queirós: Uma Estética da Ironia de Mário Sacramento.
    Coimbra Editora. Coimbra, 1945, 286 págs. B.

    “(…) Procurei responder, entre outras, às seguintes questões: Será possível definir uma linha de pensamento e uma mensagem artística através da obra esquiva e para alguns leviana de Eça de Queirós? Por que caminhos e à custa de que esforços alcançou exprimi-las? Qual, a tê-la, a significação cultural dessa mensagem? Irão latentes nas respostas outras possibilidades discursivas que só um dia será profícuo desenvolver, quando a história das idéias em Portugal puder fazer-se com método e dignidade (…)”.— retirado da Nota Prévia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões

    Eça de Queirós: a obra e o homem

    João Gaspar Simões

    7,00 

    Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 163 págs. B.

    João Gaspar Simões (1903 a 1987), grande crítico literário português, e também romancista, dramaturgo, historiador da literatura, tradutor, foi sem dúvida uma figura ímpar na literatura e na cultura portuguesa. Muito do conhecimento e da compreensão que hoje se têm sobre o que foram, no passado recente e não só, as letras portuguesas, o papel que desempenharam na sociedade, o seu lugar no mundo e o legado que nos deixaram, têm uma grande dívida para com ele. È geral o reconhecimento do seu mérito, mesmo por quem não concorda com ideias que exprimiu. Na sua obra são de referir os livros em que aborda a vida e obra de Eça de Queirós. Um deles, o segundo, intitulado Eça de Queirós, foi publicado em 1961 pela Editora Arcádia Limitada, na colecção A Obra e o Homem. É um livro de 217 páginas, em duas partes, com muitas citações, algumas não referenciadas, mas que denotam o estudo intenso da obra e da vida do biografado

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Actas do Congresso de Estudos Queirosianos de Carlos Reis

    Actas do Congresso de Estudos Queirosianos

    Carlos Reis

    15,00 

    A publicação das Actas do Congresso de Estudos Queirosianos [IV Encontro Internacional de Queirosianos), realizado na Faculdade de Letras de Coimbra de 6 a 8 de Setembro de 2000, confirma expressivamente o que então foi dito e reconhecido: tratou-se da maior e mais especializada reunião científica ocorrida por ocasião da celebração do centenário da morte de Eça de Queirós. A ela acorreram estudiosos de todo o mundo com especial relevância para Portugal e Brasil, como se compreende -, trazendo à reflexão colectiva o resultado do seu trabalho, nos múltiplos campos e temas de análise que a fecunda obra queirosiana estimula.

  • Glória e Sombras de Eça de Queiroz de António Cabral

    Glória e Sombras de Eça de Queiroz

    António Cabral

    10,00 

    Glória e Sombras de Eça de Queiroz de António Cabral.
    Livraria Popular de Francisco Franco. Lisboa, s.d., 245 págs. B.

    O que a seguir vai ler-se, não são somente adjectivos pomposos de louvor vivaz, nem frechadas agudas de azeda crítica. O que vai ler-se, é o exprimir sincero e leal de quem admira Eça de Queiroz, como escritor e artista incomparável, e de quem lastima os seus desvios e os seus erros. Uns e outros, todavia, de novo o afirmo-nem por serem graves lhe diminuem muito o valor e lhe ensombram inteiramente a glória.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eça de Queiroz - A Vida Privada de José Calvet de Magalhães

    Eça de Queiroz – A Vida Privada

    José Calvet de Magalhães

    10,00 

    Eça de Queiroz – A Vida Privada de José Calvet de Magalhães.
    Editorial Bizâncio. Lisboa, 2000, 254 págs. B.

    Biografia (biografia mesmo e não “vida e obra”) de José Maria Eça de Queirós. José Calvet de Magalhães fala-nos, «do homem, da sua vida real, de como ele era visto pelos seus familiares e amigos». Uma oportunidade para conhecer melhor um dos maiores vultos da língua portuguesa. O prefácio à obra é do ensaísta brasileiro António Cândido (Prémio Camões de 1998).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz

    Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz

    Ernesto Guerra da Cal

    15,00 

    Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz de Ernesto Guerra da Cal.
    Editorial Aster. Lisboa, s.d., 351 págs. B.

    “O Autor de Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz é justamente considerado um dos maiores especialistas de temas queirozianos. É também, dentro da cultura galega e das Letras hispânicas, um lusófilo de primeiro plano. (…) A obra que editamos pela primeira vez em língua portuguesa é tradução rigorosa do original castelhano, editado pela Universidade de Coimbra e acrescentou, à obra já em provas, algumas notas bibliográficas (…)”.— retirado do texto da badana.

    📝 Assinatura de posse.

  • Leitor e a Verdade Oculta

    Leitor e a Verdade Oculta

    Alan Freeland

    7,50 

    Leitor e a Verdade Oculta: Ensaios Sobre Os Maias de Alan Freeland.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 171 págs. B.

    «Os Maias eram uma antiga família da Beira, sempre pouco nume rosa, sem linhas colaterais, sem parentelas e agora reduzida a dois varões, o senhor da casa, Afonso da Maia, um velho já, quase um antepassado, mais idoso que o século, e seu neto Carlos que estudava medicina em Coimbra.» É deste modo que, nas primeiras páginas de Os Maias, é escamoteada uma informação essencial, começando o leitor logo aqui a ser posto à prova, no seu papel de detective, pelo autor.

     

    Este ensaio parte de uma análise da discrepância, muito vincada em Os Maias, entre cronologia e ordem narrativa. Mostra como o processo narrativo de Eça acaba por revelar uma estrutura de histórias encaixadas, na qual está implícita toda uma temática da desordem: as histórias, os nomes, as identidades, são enganadores e indiciam, sob a ordem aparente, uma profunda confusão social. Para Eça, as fontes dessa confusão encontram-se, nesta sociedade, no passado e na corrupção do sistema semiológico. De facto, o próprio autor coloca-nos num sistema de sinais em que se não pode confiar, cuja leitura nos ajuda a melhor compreender a visão queirosiana da mudança social no Portugal do século XIX. A manipulação das expectativas do leitor põe por fim em causa a fé contemporânea, tanto de positivistas como de republicanos, na evolução do «organismo social», na Ordem e no Progresso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Almanaques de Eça de Queirós de Carlos Reis

    Almanaques de Eça de Queirós

    Carlos Reis

    5,00 

    Almanaques de Eça de Queirós de Carlos Reis.
    Biblioteca Nacional. Lisboa, 2002, 69 págs. B

    O manuscrito que agora se edita não corresponde exactamente aquele que até agora havia sido publicado, inicialmente no Almanaque Enciclopédico para 1896, mais tarde em volumes como o Dicionário de Milagres (que, em rigor, não é uma obra de Eça) e nas Notas Contemporâneas. Já na sua Bibliografía Queirociana, Guerra da Cal informava que «Eça eliminó de este prefacio tres párrafos, con un total de 25 líneas, referentes a Leibniz, que figuran en el manuscrito original» (GUERRA DA CAL 1975); esse passo foi mais tarde publicado, em Ver e Crer (Novembro de 1946, n.º 19).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sobre Eça de Queiros de Castelo Branco Chaves

    Sobre Eça de Queiros

    Castelo Branco Chaves

    7,00 

    “As quatro notas que constituem êste caderno continuam e, até certo ponto, completam os meus ensaios anteriores sôbre Eça de Queirós, publicados nos Estudos Críticos. Estudam, as duas primeiras, o temperamento e a posição estética de Eça; as duas últimas, o mecanismo das influências nesse romancista, documentando-o com dois casos de diferente qualidade e importância (…)” — retirado de Advertência.

  • Manuscritos de Eça de Queiroz

    Manuscritos

    Eça de Queiroz

    25,00 

    Os documentos, hoje aqui dados a público, são constituídos por dois núcleos cen-trados em dois manuscritos autógrafos, com páginas numeradas pelo próprio autor e todas elas directamente relacionadas com a Revista de Portugal, que Eça fundou e dirigiu e que se publicou entre Julho de 1889 e Maio de 1892.

  • Cartas de Inglaterra e Crónicas de Londres de Eça de Queiroz

    Cartas de Inglaterra e Crónicas de Londres

    Eça de Queiroz

    3,50 

    Cartas de Inglaterra e Crónicas de Londres de Eça de Queiroz
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 348 págs. B.

    Neste livro, em que se reúnem as Cartas de Inglaterra e as Crónicas de Londres, Eça de Queiroz dá-nos uma imagem por vezes divertida da vida inglesa e vários comentários de actualidade internacional. Colocado num ponto de observação extraordinário, Eça de Queiroz podia dar largas ao seu génio, comentando livremente e sem rebuços a vida do seu tempo.

    📝 Assinatura de posse.