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  • Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa de Miguel Real

    Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa

    Miguel Real

    10,00 

    Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa de Miguel Real
    Planeta Editora. Lisboa, 2017, 244 págs. B.

    Uma obra fundamental para todos os que se interessam pela história, cultura e identidade nacionais, e que nenhum estudante ou investigador desta área poderá ignorar.

    A história de Portugal revisitada desde os seus mitos fundadores, antes da criação da nacionalidade.

    Da autoria de Miguel Real, que para além de romancista se tem afirmado como um dos mais destacados estudiosos de temas da Cultura Portuguesa da última década.

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  • Segundo Julgamento do Padre Mário de Eloy Pinho

    Segundo Julgamento do Padre Mário

    Eloy Pinho

    9,00 

    Segundo Julgamento do Padre Mário de Eloy Pinho [et al.]
    Afrontamento. Porto, 1974, 236 págs. B.
    Colecção: Bezerros d’ Ouro | 7

    O livro relata e analisa o processo judicial e a perseguição política movida contra o Padre Mário de Oliveira (conhecido popularmente como “Padre Mário da Lixa”). O sacerdote católico foi levado ao Tribunal Plenário da ditadura devido às suas homilias, posições públicas acérrimas contra a guerra no Ultramar e oposição direta ao regime de Marcelo Caetano

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  • Ética e Religião na Sociedade Tecnológica de Helena Jerónimo

    Ética e Religião na Sociedade Tecnológica

    Helena Jerónimo

    10,00 

    Ética e Religião na Sociedade Tecnológica: Os jesuítas portugueses e a revista Brotéria (1985-2000)de Helena Jerónimo.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2002, 248 págs. B.

    Ao longo do século XX, os jesuítas portugueses acompanharam a divulgação e o debate científico por intermédio dos artigos publicados na Brotéria. Nas últimas décadas, a revista tem vindo a revelar uma crescente preocupação e tematização das relações entre técnica/ética e ciência/religião, constituindo um dos núcleos fundamentais sobre este tipo de reflexão e posicionamento. Interpretar alguns dos artigos e autores centrais permite clarificar a leitura desta ordem religiosa sobre os assuntos enunciados e constitui uma importante fonte para a análise sociológica de uma reflexão que aborda e se situa na ciência a partir de uma perspectiva religiosa.

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  • Emigração de João Carlos Beckert d' Assumpção

    Emigração

    João Carlos Beckert d' Assumpção

    7,00 

    Emigração de João Carlos Beckert d’ Assumpção.
    Campanha Nacional de Educação de Adultos. Coimbra, 1956, 186 págs. B.

    A Colecção Educativa, criado no Estado Novo, almejava servir de apoio à educação de adultos, procurando ao mesmo tempo sublinhar os valores e lealdade pátrios: cada volume continha uma citação do Chefe da Nação, Salazar. Dividia-se em séries temáticas: A – Doutrina, B – Informação e Propaganda, C -Educação Supletiva de Adultos, D – História Pátria, E – Geografia de Portugal, F – Arte Portuguesa, Etnografia e Folclore, G – Literatura e Pensamento Português, H – Educação Moral e Cívica, I – Educação Familiar, J – Educação Sanitária, Educação Física e Desporto, L – Aperfeiçoamento Profissional, M – Organização, Previdência Social e segurança e no Trabalho, N – Agricultura, Pecuária, Indústrias Caseiras e Artesanato e, por fim, O – Livros Recreativos.

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  • Situação Africana e Consciência Nacional de Eduardo Lourenço

    Situação Africana e Consciência Nacional

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Situação Africana e Consciência Nacional de Eduardo Lourenço
    Livraria Bertrand. Amadora, 1976, 49 págs. B.
    Colecção: Cadernos Critério | 2

    Estas reflexões fazem parte de um ensaio escrito entre 1961 e 1963, e conservado inédito por motivos óbvios, dedicado ao problema do colonialismo português.

    📌 Carimbo da Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha

  • Seita: Que dizer? Que fazer? De Jean Vernette

    Seita: Que dizer? Que fazer?

    Jean Vernette

    5,00 

    Seita: Que dizer? Que fazer? De Jean Vernette
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 225 págs. E.

    Há cerca de vinte anos que tenho vindo a publicar um certo número de obras sobre as seitas e os novos movimentos religiosos. Ora, várias dessas obras, após sucessivas reedições, estão hoje esgotadas’. Tornava-se necessário apresentar uma síntese renovada que, tendo em conta a evolução do fenómeno global da nova religiosidade, ao mesmo tempo retomasse e actualizasse as nossas primeiras análises.

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  • Codex Templi de Teresa Pinto Furtado

    Codex Templi

    Teresa Pinto Furtado

    30,00 

    Codex Templi: os mistérios templários à luz da história e tradição de Teresa Pinto Furtado.
    Zéfiro. Sintra, 2007, 766 págs. B. Il.

    Esta é uma obra que nasce com o propósito de se tornar num clássico de referência na divulgação dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão.

    Nestas páginas é transmitida ao leitor uma perspectiva integral e essencial sobre a Ordem do Templo. Por um lado, a investigação rigorosa, fiel à história e, por outro, um aprofundar de ideias transcendentes à luz da mais genuína Tradição: o esoterismo templário e a sua espiritualidade.

    A Delegação Portuguesa da Templespaña, Gualdim Pais, reúne neste projecto um grupo de autores portugueses e espanhóis dedicados à investigação templária, com concepções plurais e diversificadas que giram em torno das chaves e mistérios desta Ordem.

    Esta enciclopédia aborda as origens da Ordem do Templo, a sua teologia, as suas regras, os seus documentos, os seus símbolos, a sua arquitectura, os seus usos e costumes, o seu aspecto militar, a sua capacidade financeira, a sua dimensão tradicional e espiritual, o seu processo inquisitorial, o seu apogeu e trágica queda…

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  • Luanda & Bahia

    Luanda & Bahia

    Washigton Nascimento

    20,00 

    Luanda & Bahia: identidades e etnicidades em contextos contemporâeneos de Washigton Nascimento [et al.]
    Pontes Editores. Brasil, 2020, 185 págs. B.

    Este livro reúne pesquisas em torno de temas ligados a identidades e etnicidades em Luanda (Angola) e na Bahia (Salvador e Recôncavo). Ele analisa, por um lado, os processos discursivos criados pelos europeus e suas ciências (notadamente a História e Antropologia) para a descrição, análise e controle dos “outros” inventariados no processo de colonização e, por outro, como se dá o processo de construção das identidades neste contexto. Washington Nascimento, por meio do debate em torno dos assimilados, busca perceber as identidades e alteridades produzidas no encontro colonial, bem como as tentativas de criação de uma identidade nacional angolana a partir de Luanda. Marise de Santana dedica-se a discutir as diferentes dimensões dos conflitos étnicos (e religiosos) no recôncavo baiano, mais propriamente em Candeias e São Francisco do Conde. Edson Ferreira analisa de que formas a exposição de fotografias “Fé e Festa nos Janeiros da Cidade da Bahia: São Salvador” impactou nos olhares sobre a cidade de Salvador e nos pertencimentos dos frequentadores da mostra fotográfica.

  • Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto de Washington Nascimento

    Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto

    Washington Nascimento

    21,50 

    Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto: trânsitos culturais no sul de Angola de Washington Nascimento.
    FVG Editora. Brasil, 2023, 323 págs. B. Il

    A história contada neste livro começa com a chegada em Angola dos luso-brasileiros (pernambucanos) em meados do século XIX e como esse grupo foi fundamental na formação da região, que os europeus chamavam de Moçâmedes, mas que para os Kuvale era Mussungo Bitoto. Depois se dedica a pensar como os africanos escravizados oriundos do Brasil, que vieram com seus senhores, contribuíram na formação de um novo grupo social na região, os Mbali, cuja maior expressão identitária e cultural são a sua arte mortuária e a festa da cruzeta, que mistura aspectos do universo afro-brasileiro com o kimbundu, ovimbundu e herero. Tais sujeitos, com origens bem diversas, assim como os acontecimentos desses três últimos séculos, se amalgamaram em uma realidade diversificada e contraditória, riquíssima, e que se manifesta em práticas culturais-artísticas recentes, como a poesia, fotografia e música. Estamos tratando de um universo complexo, ancestral, colonial e afrofuturista, uma mistura de estéticas e origens diversas que conectam e denunciam realidades diferentes, atrelando para sempre Pernambuco, Mussungo Bitoto, Moçâmedes, Namibe; Brasil e Angola.

  • Regionalização de Luís Valente de Oliveira

    Regionalização

    Luís Valente de Oliveira

    6,00 

    Regionalização de Luís Valente de Oliveira.
    Edições ASA. Porto, 1996, 206 págs. B.

    A institucionalização de regiões administrativas no continente figura na constituição da república portuguesa, desde 1976! Já se passaram vinte anos, sem que se tenha dado o passo definiti- vo da formalização das estruturas administrativas regionais. É evidente que a operação comporta riscos… Mas também contém virtualidades.

     

    Este livro refere em que consiste a regionalização, quais os problemas que ela põe e como se podem reduzir os riscos que apresenta e extrair as muitas potencialidades que ela encerra

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  • Angola

    Angola

    Orlando Ferraz

    17,50 

    Angola: Caminhos e Desafios da Reconciliação e da Reconstrução de Orlando Ferraz.
    Elivulu Editora. Luanda, 2022, 202 págs. B.

    Este é um livro sobre o futuro, a sua construção a partir do presente, com um olhar ao passado para seguir adiante. Como refere no prefácio Ernesto Joaquim Mulato, engenheiro e ex-deputado à Assembleia Nacional de Angola, o tema desta obra «constitui uma das aspirações nacionais primárias de qualquer Estado que queira trilhar o caminho do desenvolvimento harmonioso e sustentado tendo como o ponto de chegada o bem-estar económico e social do seu povo».

    O livro está estruturado em 5 parte. Na primeira o autor retrata os factos históricos que directa ou indirectamente contribuíram na formação e tomada de consciência nacional para a revolta contra a ocupação colonial que se desenvolveu com a luta de libertação nacional encetada pelos nacionalistas angolanos até a assinatura dos acordos de Alvor entre o governo português e os três movimentos de libertação nacional. A segunda parte traz à lembrança o histórico da guerra fratricida influenciada pela guerra fria. O autor faz ainda uma incursão até aos acontecimentos vivenciados em Angola no fatídico e memorável dia 27 de Maio de 1977 devido ao seu impacto adverso na defesa e garantia dos direitos humanos. As eleições gerais de 1992 e os acontecimentos pós-eleitorais, incluindo a retoma do conflito armado até a expulsão da UNITA das cidades do Bailundo (Huambo) e Andulo (Bié) constituem a abordagem da terceira parte. A seguir trata do recrudescimento da guerra civil pós-eleitoral. A última parte é sobre esperança, sobre a merecida bonança que «Angola, agora ou nunca», muito precisa. Enfatiza o autor: todo angolano deve acreditar que a felicidade é o último bem prosseguido pela reconciliação e reconstrução nacional.

    Um estudo profundo que condensa 25 anos de pesquisa – 1997 a 2022 – com recurso a diversas fontes, quer bibliográficas como orais, com entrevistas inéditas de personalidades da história angolana e de África, entre as quais se destaca Kenneth Kaunda, pan-africanista, primeiro presidente da Zámbia (1964-1991).

  • Identidade Histórica e Cultural dos Cabindas

    Identidade Histórica e Cultural dos Cabindas

    Raul Tati

    15,00 

    Identidade Histórica e Cultural dos Cabindas de Raul Tati.
    Elivulu Editora. Luanda, 2024, 272 págs. B.

    Este é um trabalho de pesquisa muito importante, da autoria do Professor Doutor Raul Tati. Como refere o autor, “o aforismo socrático ‘conhece-te a ti mesmo’ justifica esta afirmação na medida em que devíamos partir primeiro do autoconhecimento para depois empreendermos a grande odisseia do conhecimento do cosmos e dos fenómenos naturais e sociais doutras latitudes”. Este livro visa partilhar o conhecimento do mundo dos cabindas e para o reconhecimento da sua dignidade como povo distinto e inconfundível.

    No prefácio, o Professor Doutor Martinho Nombo classifica esta obra como “uma pérola que vai, seguramente, deleitar investigadores em Ciências Sociais, comunidade académica, leitores comuns e o Povo Cabindês, pelo qual, há muito se bate estoicamente, pelo reconhecimento da sua real identidade e, por via dela, assegurar-lhe melhor defesa, garantia da sua dignidade e direito de existir ontologicamente enquanto nação, numa conjuntura em que a comunidade internacional, infelizmente, cada vez menos altruísta, renegou a sua própria existência”.

  • Sociedade Digital de José B. Terceiro

    Sociedade Digital

    José B. Terceiro

    6,00 

    Sociedade Digital: do homo sapiens ao homo digitalis de José B. Terceiro
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 1997, 253 págs. B.

    Obra que analisa, de forma rigorosa e acessível, o impacto da transição do átomo para o bit, antecipando a passagem do homo sapiens para o homo digitalis. O autor explora o papel da Internet, das redes e dos computadores, bem como os efeitos das tecnologias digitais no trabalho, na medicina, educação e media. Aborda ainda implicações políticas, legais e económicas, incluindo o dinheiro electrónico e as transformações sociais associadas.

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  • Paraíso de Kevin Rushby

    Paraíso

    Kevin Rushby

    8,00 

    Paraíso de Kevin Rushby
    Quidnovi. Matosinhos, 2006, 301 págs. E. Il

    O mito do paraíso tem sido um dos maiores motivadores da história humana. Dos Assassinos da Pérsia do século XII aos Pais Peregrinos da América; de Pitágoras aos gestores empresariais dos nossos dias, sempre houve quem procurasse a perfeição na Terra. Esta esperança de um paraíso terreno empurra a humanidade para a frente, exigindo mudança e oferecendo salvação. No entanto, também traz apensas crenças religiosas como o Armagedão, o pecado original e o martírio – tudo noções que influenciam a vida moderna mesmo quando escondidas sob uma capa da laicismo. Kevin Rusbhy faz a história da crença no paraíso desde as suas origens mais remotas até à actualidade, pondo e cena uma enorme diversidade de personagens, tiradas sobretudo das culturas cristã e islâmica. O enredo leva-nos não só através das delícias dos jardins botânicos e da utopias da Europa do século XVII, mas também de eventos terríveis como o Holocausto e as atrocidades do fanatismo religioso. Paraíso conta a história de uma ideia e, ao fazê-lo, revela alguns dos acontecimentos-chave e das personagens que enformaram a nossa visão de uma felicidade perfeita.

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  • Igreja e Sociedade em Portugal no Século XIX

    Igreja e Sociedade em Portugal no Século XIX

    António Montes Moreira

    6,00 

    Igreja e Sociedade em Portugal no Século XIX de António Montes Moreira [Dir.]
    Universidade Católica Portuguesa. Lisboa, 1989, 358 págs. B.
    Revista do Centro de Estudos de História Religiosa, 2ª Série, Tomo I

    DAVID SAMPAIO BARBOSA
    O Concílio Vaticano I e o Governo Português (1869-1870)

    ΑΝΤΟΝΙΟ MANUEL MARTINS
    Recepção em Portugal das Encíclicas sobre o Liberalismo: Mirari vos, Quanta cura e Immortale Dei

    ROBSON CRUZ
    Camilo Castelo Branco e o livro Divindade de Jesus (1865)

    ANA MARIA CASTELO MARTINS JORGE
    Literatura e Religião nas Conferências do Casino. As Conferências de Augusto Soromenho e Eça de Queirós

    PINHARANDA GOMES
    Roberto Guilherme Woodhouse (1828-1876). Resposta aos Detractores e Mojadores da Religião e dos seus Ministros

    MANUEL CLEMENTE
    O Congresso Católico do Porto (1871-1872) e a emergência do Laicado em Portugal

    AVELINO DE JESUS DA COSTA
    A Santíssima Eucaristia nas Constituições diocesanas portuguesas desde 1240 a 1954

    ISAIAS DA ROSA PEREIRA
    Visitações de Santiago de Óbidos (1501-1540)

    🟡 Capa com ligeiras manchas.

  • Portugueses no Mundo de Manuel Dias

    Portugueses no Mundo

    Manuel Dias

    6,00 

    Portugueses no Mundo de Manuel Dias
    Revista Portugal. Oliveira de Azeméis, 2001, 158 págs. B.

    São histórias de realidades pouco conhecidas em Portugal, mau grado o empenhamento do autor e de outros mais, em ordem à difusão entre nós dessa realidade magnífica e empolgante recortada pelas Comunidades Portuguesas. Daí a oportunidade da obra, porque estes testemunhos, assim descritos com tal talento e sensibilidade, são sobretudo a oportunidade para todos nós nos darmos conta da dimensão humana e cívica dos protagonistas, a quem o autor dedicou a maior parte da sua vida.

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