• Um Mosteiro é um Lugar de Maria Alegria Fernandes Marques

    Notas Históricas Acerca da Passagem dos Franceses por Barroso em 1809

    Fernando Braga Barreiros

    10,00 

    Notas Históricas Acerca da Passagem dos Franceses por Barroso em 1809 de Fernando Braga Barreiros.
    Câmara Municipal de Montalegre. Montalegre, 1993, 46 págs. B. Il.

    As pesquizas sobre a história de Montalegre e do seu termo levaram-me, com alguma frequência, a encontrar artigos escritos pelo oficial do exército Fernando Braga Barreiros sobre a região de Barroso. A princípio pensei tratar-se de um barrosão interessado em conhecer melhor as raízes do seu povo. Curioso primeiro, interessado a seguir, procurei conhecer melhor esta figura de investigador.

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  • Um Mosteiro é um Lugar de Maria Alegria Fernandes Marques

    Mosteiro é um Lugar, Um

    Maria Alegria Fernandes Marques

    7,50 

    Um Mosteiro é um Lugar: Lorvão nos Finais do Século XIII de Maria Alegria Fernandes Marques.
    Tipografia Lousanense. Lousã, 2004, 35 págs. B. Il.

    Com a publicação do presente opúsculo, modesto ainda no tamanho, mas profundo na intenção e no conteúdo, deseja a Associação Pro-Defesa do Mosteiro de Lorvão dar início à colecção de Estudos Lorvanenses, com o empenhamento de proporcionar mais um contributo ao melhor conhecimento do Mosteiro que é a razão da sua existência.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Património: Lisboa (Vol. VII) de Álvaro Duarte de Almeida

    Portugal Património: Lisboa (Vol. VII)

    Álvaro Duarte de Almeida

    10,00 

    Portugal Património: Lisboa (Vol. VII) de Álvaro Duarte de Almeida e Duarte Belo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2006, 340 págs. E.

    Identificámos e inventariámos cerca de 60 000 unidades de património. Atendendo às características desta edição, foram tratadas para publicação cerca de 9000 dessas unidades. O universo do património aqui abordado integra as tipologias implantáveis em cartografia (património imóvel ou em sítio). Excluímos as tipologias do património móvel, do património perecível e do património imaterial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Património: Castelo Branco (Vol. V)

    Portugal Património: Castelo Branco (Vol. V)

    Álvaro Duarte de Almeida

    10,00 

    Portugal Património: Castelo Branco (Vol. V) de Álvaro Duarte de Almeida e Duarte Belo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2006, 215 págs. E.

    Identificámos e inventariámos cerca de 60 000 unidades de património. Atendendo às características desta edição, foram tratadas para publicação cerca de 9000 dessas unidades. O universo do património aqui abordado integra as tipologias implantáveis em cartografia (património imóvel ou em sítio). Excluímos as tipologias do património móvel, do património perecível e do património imaterial.

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  • Caldelas em 3 Dimensões de Domingos Rodrigues

    Caldelas em 3 Dimensões

    Domingos Rodrigues

    10,00 

    Caldelas em 3 Dimensões de Domingos Rodrigues
    Ed. Autor. Braga, 1986, 197 págs. B. Il.

    Primeira dimensão: a povoação de Caldelas;
    Segunda dimensão: as termas de Caldelas;
    Terceira dimensão: turismo local e regional.

    Uma importante monografia sobre a história instância termal de Caldelas, localizada no Concelho de Amares, distrito de Braga.

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  • Clube Recreativo do Feijó

    Clube Recreativo do Feijó

    Alexandre M. Flores

    10,00 

    Clube Recreativo do Feijó: Abordagem Histórico-Sócio-Cultural (1944-1994) de Alexandre M. Flores.
    Clube Recreativo do Feijó. Almada, 1995, 166 págs. B.

    Ao longo dos seus cinquenta anos, a colectividade desenvolveu uma actividade recreativa, cultural, desportiva, de cooperação e de solidariedade, digna de apreço e que muito beneficiou as populações da freguesia onde se encontra inserida. Assume, pois, grande relevância a história do Clube, na medida em que é a expressão de um generoso e criativo investimento material e humano ao serviço dos nobres ideais do Associativismo popular. É a concretização dos princípios do voluntariado, característica inconfundível do Povo português.

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  • Arquivo Coimbrão: Volumes XXI-XXII de Vitorino de Almeida

    Arquivo Coimbrão: Volumes XXI-XXII

    Vitorino de Almeida

    40,00 

    Arquivo Coimbrão: Volumes XXI-XXII: Actas e Notícias do X Congresso Beirão de Vitorino de Almeida Bonina.
    Coimbra Editora. Coimbra, 1967, 2 vols. B.

    Índice

    Iª Secção

    Direito e Administração Pública

    I – NECESSIDADE DE UMA REFORMA ADMINISTRATIVA: O DISTRITO DA COVILHÃ, por Victorino de Almeida Bonina;

    II – ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA DE ACTIVIDA- DES ADMINISTRATIVAS E POLICIAIS, por Eugénio de Lemos;

    III – PALÁCIO DO FISCO DE COIMBRA, por Laurentino da Silva Araújo;

    IV – PROVÍNCIA (A) DA BEIRA, por José Pinto Loureiro;

    V – RESTAURAÇÃO (A) DE UMA COMARCA SÁTÃO, por Dionysia Camões de Mendonça

    IIª Secção

    Fomento Económico e Turismo

    VI – ACHEGAS PARA O APETRECHAMENTO TURÍSTICO DE COIMBRA, por Laurentino da Silva Araújo

    VII – ALGUMAS FONTES DE RECEITA PARA O TU- RISMO BEIRÃO NA CIDADE DE COIMBRA E NO CONCELHO DE CONDEIXA, por Manuel Chaves e Castro;

    VIII- ALGUNS ASPECTOS A CONSIDERAR NO TU- RISMO DA COMARCA DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS, por Dulcídio Alegria;

    IX – APROVEITAMENTO (0) DO RIO MONDEGO, por António José Hall Themido e Rui Jorge Cruz Silveirinha;

    X – APROVEITAMENTO (0) TURÍSTICO DOS CAS- TELOS PORTUGUESES, por Ayres de Azevedo;

    XI – BEIRA (A) E A DIFERENCIAÇÃO TURÍSTICA, por Ramiro Augusto Monteiro de Aguiar;

    XII – CANAL-DIQUE (0) DE COIMBRA À FIGUEIRA DA FOZ, SUA AUTO-ESTRADA MARGINAL E PRAIA FLUVIAL DE COIMBRA, por Joaquim Cardoso;

    XIII – CIRCUITOS TURÍSTICOS-APROVEITA- MENTO INTEGRAL DO ESPAÇO BEIRÃO, por Manuel Martins da Cruz;

    XIV – COIMBRA E O SEU DESENVOLVIMENTO, por Martim Afonso de Castro;

    XV – CONCELHO (O) DE PENELA, SEU INTERESSE E SUAS ASPIRAÇÕES, por Luís de Oliveira Guimarães;

    XVI – CONTRIBUIÇÃO DA INDÚSTRIA QUÍMICA PARA O FOMENTO ECONÓMICO DAS BEIRAS, por António Nunes das Neves;

    XVII – DUAS SUGESTÕES PARA O PRESTIGIO DO TURISMO BEIRÃO, por Manuel Chaves e Castro;

    XVIII – EXPOSIÇÃO-FEIRA PERMANENTE DE ARTE- SANATO BEIRÃO, por Laurentino da Silva Araújo;

    XIX – FOMENTO ECONÓMICO DA SERRA DA ESTRELA E SUAS PERSPECTIVAS, por José Vicente Milhano;

    XX – FOMENTO ECONÓMICO E TURISMO, por António Abrantes Jorge;

    XXI – INDÚSTRIA (A) DAS MALHAS NA REGIÃO DAS BEIRAS, por Ayres de Azevedo;

    XXII – INDUSTRIALIZAÇÃO (A) DO TURISMO DA SERRA DA ESTRELA, por Luís Reis Santos e António Esteves Lopes;

    XIII – LUSO E BUÇACO COMO EXEMPLO DAS POS- SIBILIDADES DE PROJECÇÃO NOS MEIOS INTERNACIONAIS DE ALGUMAS DAS NOSSAS ESTÂNCIAS TERMAIS, por Cid de Oliveira;

    XXIV – NECESSIDADES TURÍSTICAS DO DISTRITO DE COIMBRA, por Manuel Chaves e Castro;

    XXV-PARA UM ESFORÇO COMUM NO DESENVOL- VIMENTO TURÍSTICO DAS BEIRAS, por Licínio de Melo;

    XXVI-PEQUENOS (OS) REGADIOS BEIRÕES E A ACÇÃO DOS SERVIÇOS HIDRÁULICOS, por Fernando José de Azevedo Sobral;

    XXVII PLANEAMENTO REGIONAL E DESENVOLVI- MENTO ECONÓMICO E SOCIAL DA REGIÃO DE PINHEL, por António de Mello Corte-Real;

    XXVIII-PORQUE A URGÊNCIA NO APROVEITAMENTO TURÍSTICO DAS BEIRAS?, por Manuel Chaves e Castro;

    XXIX-PORTO (0) DA FIGUEIRA DA FOZ NUM PLA- NEAMENTO REGIONAL DO MONDEGO, por Fernando António Muñoz de Oliveira;;;;;

    XXX-PORTO (O) E RIA DE AVEIRO, CONSIDERA- DOS NO SEU ASPECTO ECONÓMICO-SOCIAL E POSSIBILIDADES TURÍSTICAS, por Artur Alves Moreira;

    XXXI-PRAIA (A) DE MIRA O SEU FULGURANTE DESENVOLVIMENTO E A SAÚDE PÚBLICA, por José Carlos de Sá;

    XXXII – RACIONALIZAÇÃO NO HORÁRIO DE TRABALHO FABRIL, por Ayres de Azevedo;

    XXXIII-RECORDANDO UM TRABALHO SOBRE ORGANIZAÇÃO TURÍSTICA DAS BEIRAS DE HÁ 33 ANOS, por Manuel Chaves e Castro;

    XXXIV – REGIÃO (A) DE AVEIRO NA CONJUNTURA TURÍSTICA NACIONAL, por António Fernando Rendeiro Marques;

    XXXV – REGIÃO (A) DE SOURE-PEDRA FUNDAMEN- TAL NO CONJUNTO TURÍSTICO DO DISTRITO por Augusto Varanda Júnior;

    XXXVI-REGIONALISMO E POLÍTICA DE FOMENTO, por Fernando Pinto Loureiro;

    XXXVII-SUBSÍDIOS PARA UM TURISMO CULTURAL NA FIGUEIRA DA FOZ, por José Pires Lopes de Azevedo;

    XXXVIII-TERMAS (AS) DA BEIRA E O TURISMO, por Cid de Oliveira;

    XXXIX-TURISMO EM CASTRO DAIRE – SUGESTÕE – PARA UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO REGIONAL, por António José Cardoso da Cunha;

    XL-TURISMO E ARTESANATO – DOIS VALORES QUE SE COMPLETAM, por Augusto Nunes Pereira;

    XLI-VALORIZAÇÃO (A) INTEGRAL DO HOMEM EM PLANO REGIONAL, por Vítor António Duarte Faveiro;

    IIIª Secção

    Literatura e Arte

    XLII –  ROTEIRO TURÍSTICO DAS BEIRAS NA LITE- RATURA PORTUGUESA, por Manuel Chaves e Castro;

    XLIII – UM ILUSTRE BEIRÃO QUINHENTISTA NA HISTÓRIA DA DEONTOLOGIA MÉDICA POR- TUGUESA, por Luís de Pina;

    XLIV – URGE COMPLETAR O INVENTÁRIO ARTÍSTICO E INICIAR O INVENTÁRIO ARQUEOLÓGICO, por Augusto Nunes Pereira;

    IVª Secção

    Evolução Histórica, Etnográfica, Fauna e Flora

    XLV – ALGUMAS NOTAS SOBRE FALARES E CONSCIÊNCIA DE PROVÍNCIA NAS BEIRAS, por Maria Helena Santos e Silva Duarte Santos;

    XLVI – ALGUNS ASPECTOS DA CONSERVAÇÃO DA FAUNA AQUÁTICA NAS REGIÕES BEIROAS, por Carlos Almaça;

    XLVII – DA ETNO-SOCIOLOGIA PASTORIL DA SERRA DA ESTRELA, por António Carvalho Lucas;

    XLVIII – FAINA (A) DA PESCA E O SEU VALOR ETNO- GRÁFICO, NO LITORAL-OESTE-A COSTA DAS TRÊS PRAIAS, por Ruy Acácio da Silva Luz;

    XLIX-MUSEU (0) MARÍTIMO E REGIONAL DE ÍLHAVO E A ETNOGRAFIA MARÍTIMA EM PORTUGAL, por António Gomes da Rocha Madahil;

    L – MUSEU DO POVO DAS BEIRAS NA CIDADE DE COIMBRA, por Manuel Chaves e Castro

    LI – PARA A HISTÓRIA DO REPOVOAMENTO FLORESTAL DE COIMBRA NO SÉCULO XVI (A execução da lei das árvores de 1565), por António de Oliveira;

    LII – PERSPECTIVAS HISTÓRICAS DA BEIRA ALTA, por Carlos Alves Pinto;

    LIII – TOMBO (O) DO INFANTE D. PEDRO EM PE- NELA, por António Duarte Brásio

     

    LIV – TRIQUINOSE (A) NA BEIRA, por António Alves da Cruz

    LV – UM MUSEU ETNOLÓGICO NA FIGUEIRA DA FOZ, por David Teixeira Dias

    LVI – VIDA AGRÍCOLA E SUA INDUSTRIALIZAÇÃO, por Antero Marques

    Vª Secção

    Saúde, Assistência e Previdência

    LVII – ANARQUIA MÉDICA. ESTOMATOLOGIA, por Antero Marques;

    LVIII – ASSISTÊNCIA (A) CIRÚRGICA PRESTADA PELOS H. U. C. NOS ÚLTIMOS 25 ANOS, por Bártholo do Valle Pereira;

    LIX – ASSISTÊNCIA (A) AOS TRAUMATIZADOS CRA- NIANOS, por Fernando Amaral Gomes

    LX -CASAS DA CRIANÇA, Fernando Baeta Bissaya-Barreto;

    LXI – CENTRO (0) ANTI-CANCEROSO DE COIMBRA (Possibilidades actuais e perspectivas de acção), por Francisco Ibérico Nogueira;

    LXII – COIMBRA PRECISA DE TER UM HOSPITAL- -FACULDADE, COIMBRA PRECISA DE TER UM HOSPITAL-CIDADE, por Fernando Baeta Bissaya-Barreto;

    LXIII – CONDIÇÃO PRESENTE DA TUBERCULOSE, por Alberto Fontes;

    LXIV – CRIAÇÃO EM COIMBRA DE UM CENTRO NA- CIONAL DE LUTA CONTRA OS VENENOS, por Luís Augusto Duarte Santos;

    LXV – ÉPOCA (A) BALNEAR DE HÁ 90 ANOS NUMA ESTANCIA TERMAL DA BEIRA, por Fernando da Silva Correia;

    LXVI – HOSPITAIS REGIONAIS E SUB-REGIONAIS, por Antero Marques;

    LXVII – HOSPITAL (O) REGIONAL DA FIGUEIRA DA FOZ, por Fernando Baeta Bissaya-Barreto;

    LXVIII – MORTALIDADE POR CANCRO NO DISTRITO DE VISEU, por José Pais Ribeiro;

    LXIX – NOVO (O) INSTITUTO DE MEDICINA LEGAL DE COIMBRA, por Luís Augusto Duarte Santos;

    LXX – PARA UMA MELHOR PROTECÇÃO MÉDICO- -SANITÁRIA DAS CRIANÇAS DAS BEIRAS- A SUA MAIOR RIQUEZA, por José dos Santos Bessa;

    LXXI – A PREVIDÊNCIA PORTUGUESA NO AMBITO DA PREVIDÊNCIA REGIONAL E MESMO NACIONAL, por Amadeu Rodrigues;

    LXXII – PROBLEMA (0) DO ENSINO MÉDICO EM COIM- BRA, por Augusto Vaz Serra;

    LXXIII – RESTAURAÇÃO DA FACULDADE DE FARMA- CIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA, por José Ramos Bandeira;

     

    VI SECÇÃO

    EDUCAÇÃO E DESPORTO

    LXXIV – ACTIVIDADE (A) DESPORTIVA COMO VA- LIOSO ELEMENTO DE PROMOÇÃO E FORMA- ÇÃO DA JUVENTUDE NOS MEIOS RURAIS, por Augusto Duarte Henriques Simões

    LXXV – ARQUIVO HISTÓRICO DA BEIRA, por José Pinto Loureiro

    LXXVI – BIBLIOTECA (A) MUNICIPAL DE COIMBRA COMO ELEMENTO DE ALFABETIZAÇÃO, por Armando Carneiro da Silva;

    LXXVII – COBERTURA ESCOLAR DAS BEIRAS, por Fernando Falcão Machado;

    LXXVIII – CRIAÇÃO (A) DO CENTRO CULTURAL DE AMI- ZADE MUNDIAL EM CASTRO DAIRE, por António José Cardoso da Cunha;

    LXXIX – DA CRIAÇÃO DUM CURSO DE CERAMISTA NA ESCOLA INDUSTRIAL DE COIMBRA, por Armando Teixeira Carneiro;

    LXXX – DECRETO-LEI (?) 46 350, DE 22 DE MAIO DE 1965 E A CRIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS E ARQUIVOS DISTRITAIS, NOMEADAMENTE EM AVEIRO, CASTELO BRANCO E GUARDA, por Jorge Peixoto;

    LXXXI – DESPORTO (0) AMADOR COMO ADJUVANTE EDUCATIVO ESCOLAR E EXTRA-ESCOLAR, por Armando dos Santos Pereira;

    LXXXII – DESPORTO (0) BEIRÃO E OS MUNICÍPIOS, por Adriano Peixoto;

    LXXXIII – DESPORTO (O) NA REGIÃO DAS BEIRAS, por Amadeu Rodrigues;

    LXXXIV-DOIS POLOS DA CULTURA FIGUEIRENSE, por António Vitor Guerra

    LXXXV-EDUCAÇÃO (A) NAS BEIRAS E A DESCENTRA- LIZAÇÃO, por José Vicente Milhano;

    LXXXVI-ENSINO SECUNDÁRIO, ARTÍSTICO, MÉDIO E SUPERIOR NA REGIÃO DE AVEIRO, por Orlando de Oliveira;

    LXXXVII – PANORAMA DESPORTIVO NA REGIÃO DAS BEIRAS SUBSÍDIOS PARA O SEU DESEN- VOLVIMENTO, por Alberto Luís Gomes;

    LXXXVIII – SOBRE A FUNÇÃO DIFUSORA DUM CENTRO EMISSOR DE TELEVISÃO EM COIMBRA, por Armando Teixeira Carneiro;

    VII SECÇÃO

    OBRAS PÚBLICAS E URBANIZAÇÃO

    LXXXIX – ABASTECIMENTO (0) DE ÁGUA A 21 CONCE- LHOS DA REGIÃO DAS BEIRAS A PARTIR DAS ALBUFEIRAS PROJECTADAS NO MON- DEGO, por António José Hall Themido

    XC – DUAS PONTES NECESSÁRIAS, por Augusto Nunes Pereira;

    XCI – MELHORAR A HABITAÇÃO RURAL, MAS CON- SERVAR O TIPISMO DE CADA REGIÃO, por Augusto Nunes Pereira;

    XCII – OBRAS PÚBLICAS MUNICIPAIS. Projectos, comparticipações e serviços técnicos, por Augusto Domingues Correia;

    XCIII – OBRAS PÚBLICAS MUNICIPAIS E SUAS IM- PLICAÇÕES NA SAÚDE E BEM-ESTAR DAS POPULAÇÕES RURAIS, por José Morais;

    XCIV –  OBRAS (AS) PÚBLICAS MUNICIPAIS E AS SUAS LIMITAÇÕES, por João Adelino da Silva Pereira;

    XCV – REGIÃO (A) DAS BEIRAS – ACHEGAS PARA UM PLANO DE ORDENAMENTO URBANÍS TICO, por José de Matos Cardoso;

    XCVI – SERVIÇOS (OS) MUNICIPALIZADOS DE COIM- BRA COMO INFRA-ESTRUTURA DUMA FEDERAÇÃO DE MUNICÍPIOS, por Júlio de Araújo Vieira;

    XCVII – TEREMOS DE VIVER COMO OS NOSSOS BISA- VOS-PLANEAMENTO DE UNIDADE DE VIZINHANÇA, por Aníbal Simões Alves Vieira;

    XCVIII – TRANSPORTES (OS) FERROVIÁRIOS E RO- DOVIÁRIOS NAS BEIRAS, por António Miranda Veloso;

    XCIX – ZONAS (AS) RURAIS DE PROTECÇÃO DEVEM PROTEGER, por Carlos Ferreira Pimentel;

    VIII SECÇÃO

    PROMOÇÃO RURAL

    C – AGRICULTURA DO FUTURO, por Vasco Leónidas;

    CI – AINDA HA FONTES DE CHAFURDO NA SERRA DA ESTRELA!, por António Alçada;

    CII – ASSISTÊNCIA AO DESENVOLVIMENTO ?? AGRICULTURA, por Eugénio de Castro Caldas;

    CIII – DESENVOLVIMENTO (0) REGIONAL, FACTOR DE PROMOÇÃO RURAL, por José Gabriel Mendonça Correia da Cunha;

    CIV – DEVER (0) DE SERVIR-IMPERATIVO DE CONSCIÊNCIA. A CRISE DE DIRIGENTES E A NECESSIDADE DO REVIGORAMENTO DAS ÉLITES RURAIS, por João Adelino da Silva Pereira;

    CV – ESPÍRITO DE COMUNIDADE NA PROMOÇÃO RURAL-O PAPEL DO SERVIÇO SOCIAL NO DESENVOLVIMENTO DESSE ESPÍRITO, por Alzira Luísa de Fraga Costa;

    CVI – IGREJA (A) E A PROMOÇÃO SÓCIO-ESPI- RITUAL DAS ZONAS RURAIS, por João Cardoso Saúde;

    CVII – MEIOS DE FIXAÇÃO DO HOMEM À TERRA – DIMINUIÇÃO DA CORRENTE EMIGRATO- RIA, por Manuel Martins da Cruz;

    CVII I- NECESSIDADE (A) DE FOMENTAR O ENSINO AGRÍCOLA, por Francisco Ligório Morcela;

    CIX –  POPULAÇÕES (AS) RURAIS DAS BEIRAS FACE AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO, por Álvaro Henriques de Almeida;

    CX – PREVENÇÃO PRIMÁRIA AO SERVIÇO DO TRABALHADOR AGRÍCOLA, por José Miguel Carvalho Goulão;

    CXI – PROFILAXIA DE ALGUMAS DOENÇAS DE ANIMAIS TRANSMISSÍVEIS AO HOMEM, por Fernando Pereira da Silva Sardo;

    CXII – PROMOÇÃO (A) RURAL E A ESCOLA DE EDUCAÇÃO FAMILIAR RURAL, por Maria Isabel Henriques Marques Matias;

    CXIII – PROMOÇÃO (A) SOCIAL DO RURAL.E O RE- GENTE AGRÍCOLA, por António Carlos Ribeiro de Campos;

    CXIV – RICO (O) ARTESANATO DAS BEIRAS-E TODO O ARTESANATO NACIONAL-CARECEM DE DEFESA E DE ORDENAMENTO AJUSTADOS À GARANTIA DA SUA SOBREVIVÊNCIA, COMO VALORES IMPRESCINDÍVEIS DAS ESTRUTURAS SOCIAIS E ECONÓMICAS DAS RURALIDADES DO ESPAÇO PORTUGUÊS, por Augusto Duarte Henriques Simões;

    CXV-REGULARIZAÇÃO (A) DAS CHEIAS DO MON- DEGO-CONDIÇÃO INDISPENSÁVEL PARA UMA VERDADEIRA PROMOÇÃO RURAL, por Álvaro da Piedade Abreu;

    CXVI – SOCIOLOGIA RURAL, por Gonçalo de Santa-Ritta

    CXVII – TELEVISÃO (A) COMO MEIO DE PROMOÇÃO RURAL, por Fernando Gomes da Costa.

    CVIII – TRINÓMIO (0) DO BEM-ESTAR DAS POPULA- ÇÕES RURAIS, por Laurentino da Silva Araújo.

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  • Demeurs Portugaise de Anne de Stoop.Weber

    Demeurs Portugaise

    Anne de Stoop

    20,00 

    Demeurs Portugaise de Anne de Stoop.
    Weber – Civilização. Porto, 1986, 418 págs. Dura.

    Edição em língua francesa do muito estimado e monumental trabalhado «Quintas e Palácios nos Arredores de Lisboa», obra várias vezes reeditada, que conheceu pelo menos quatro edições em francês e duas em inglês.

    “Se os palácios de Lisboa são bem conhecidos, na sua maioria, as casas de campo lisboetas não foram, até ao presente, objeto de estudo a não ser de uma forma fragmentária. Este foi o motivo por que nos pareceu interessante agrupar neste ensaio as residências mais importantes.

    (…). Tratam-se de construções que se inscrevem no período que vai do século XVI ao século XVIII, havendo apenas alguns edifícios dos mais característicos do século XIX. Cada Casa é apresentada com a sua história, a sua arquitectura e os seus jardins. Ainda que a lista esteja longe de ser exaustiva, mais de 130 Casas foram alvo de aturado estudo” Do «Prefácio»

    Edição de esmerado apuro gráfico, como todas as que outrora saiam dos prelos das prestigiadas oficinas da Companhia Editora do Minho, impressa em papel «couché», ilustrada no texto e em extra-texto com centenas de belíssimas e artísticas fotografias de Maurício de Abreu, muitas das quais apresentadas em folhas desdobráveis.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nova Monagrafia do Lumiar

    Nova Monagrafia do Lumiar

    Rosa Maria Trindade César Ferreira

    20,00 

    Lisboa, lugar onde nunca se perdeu o sentido humanizante do espaço interactivo do relacionamento e da convivialidade (nomeadamente a convivialidade informal da “soleira da porta” dos bairros tradicionais), onde de uma forma relevante a estrutura do espaço físico também importa, é significativamente preenchida por esses lugares a que não será estranha a sua peculiar estrutura arquitectónica e urbanística. Essa escala humana, muito impressiva, por exemplo nos chamados bairros históricos ou em outros espaços como os pátios e vilas, integra o conjunto de características que ainda fazem de Lisboa um lugar específico de uma significante riqueza relacional, um lugar feito à escala humana. Nessa perspectiva pareceu necessário não apenas historiar compreensiva e analiticamente certos lugares que desempenharam uma função estruturante na organização do espaço periférico, como sejam as referenciadas quintas próximas de Lisboa, como igualmente inventariar acervos significativos em termos artísticos e patrimoniais. Na medida em que um património ignorado representa sempre um património em risco, parece urgente assinalá-lo, identificando-o e descrevendo-o, dando-lhe visibilidade e integrando-o tanto quanto possível na nossa discursividade e na experiência do quotidiano.

  • Feira de S. Martinho (Golegã)

    Feira de S. Martinho (Golegã)

    SPA

    50,00 

    Feira de S. Martinho (Golegã) de SPA.
    SPA. 1945, 51 págs. B.

    A Feira de S. Martinho é uma das mais, senão a mais portuguesa, das nossas feiras. De características bem definidas, tem um público especial, um público «elite» – o nosso melhor público.

    A sua data, 11 de Novembro, é aguardada por centenas de famílias que chegam a deslocar-se dos mais opostos pontos do país, que S. Martinho é reunião elegante, obrigatória e tradicional.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jornadas em Portugal de Antero de Figueiredo

    Jornadas em Portugal

    Antero de Figueiredo

    7,50 

    Jornadas em Portugal de Antero de Figueiredo.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 349 págs. E.

    Colectânea de impressões de viagem contendo a descrição de diversas paisagens e gentes do Norte de Portugal. O autor compõe, «a vibrar de tristeza enamorada», um quadro romântico e de exacerbação pátria, referindo várias personagens da tradição histórica portuguesa, num estilo lírico e cuidado.

    📕 8ª Edição, de Novo Corrigida e Acrescentada
    📝
    Assinatura de posse.
    Lombada da encadernação danificada.

  • Lisboa - Livro de Bordo de José Cardoso Pires

    Lisboa – Livro de Bordo

    José Cardoso Pires

    10,00 

    «Logo a abrir, apareces-me pousada sobre o Tejo como uma cidade de navegar. Não me admiro: sempre que me sinto em alturas de abranger o mundo, no pico de um miradouro ou sentado numa nuvem, vejo-te em cidade-nave, barca com ruas e jardins por dentro, e até a brisa que corre me sabe a sal. Há ondas de mar aberto desenhadas nas tuas calçadas; há âncoras, há sereias. (…) Em frente é o rio que corre para os meridianos do paraíso. O tal Tejo de que falam os cronistas enlouquecidos, povoando-o de tritões a cavalo de golfinhos.»

  • Torres Novas nos Finais do Século XIX de António Mário Lopes dos Santos

    Torres Novas nos Finais do Século XIX

    António Mário Lopes dos Santos

    7,50 

    Índice Principal

    O Concelho
    Vida Política
    Vida Cultural
    Jornalismo

  • Roteiro dos Castelos de Trás-os-Montes de Pedro Verdelho

    Roteiro dos Castelos de Trás-os-Montes

    Pedro Verdelho

    7,50 

    Acima de tudo, conduziu este trabalho o intuito de proporcionar ao visitante dos castelos e fortificações dos distritos transmontanos de Bragança e Vila Real a possibilidade de ter um acompanhante a que apelar quando o amigo estrangeiro perguntar quando foi construído o castelo, ou quando o filho pequeno perguntar porque já lá não vive ninguém, ou quando o parente do concelho vizinho perguntar se é monumento nacional ou não.

  • Figueira de Castelo Rodrigo

    Figueira de Castelo Rodrigo

    Júlio António Borges

    7,50 

    Quem não conhece a região, começando por este contacto meramente intelectual, que é sempre a leitura de qualquer livro, há de sentir numa fase posterior, o desejo de conhecer materialmente o concelho, contemplando as suas paisagens, meditando nos seus monumentos, deliciando-se com a sua gastronomia, no sentido mais lato do termo, adquirindo produtos regionais e levando consigo qualquer coisa que fique a documentar a passagem pelo concelho.

  • Antiga Vila de Sortelha de Vitor Manuel Leal Pereira Neves

    Antiga Vila de Sortelha

    Vitor Manuel Leal Pereira Neves

    10,00 

    Antiga Vila de Sortelha de Vitor Manuel Leal Pereira Neves.
    Ed. Autor. Lisboa, 1991, 101 págs. B.

    Monografia sobre Sortelha, ilustrada ao longo do texto com várias fotografias a negro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.