Le Livre D’ Or de la Poésie Française
Pierre Seghere
7,00 €Une anthologie originale qui rassemble, en vers, en prose et en chansons, les plus précieux et les plus vivants trésors de la poésie française, des origines à 1940.
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Une anthologie originale qui rassemble, en vers, en prose et en chansons, les plus précieux et les plus vivants trésors de la poésie française, des origines à 1940.

«Sempé, c’est un génie de la comédie qui nous fait, à nous musiciens, le don inestimable de racheter notre solennité par la grâce de l’hu- mour.»

Poemas Portugueses de Charles Tomlinson.
Relógio d’ Água. Lisboa, 1996, 43 págs. B.
É claro que não é apenas o granito do noroeste peninsular que me atrai a Portugal. Entre demolições e desenvolvimento indiferente, celebro num poema como “Rua do Carriçal” uma rua do Porto que, apertada entre vias de grande tráfego, de algum modo sustenta um sentido de continuidade, com algo do passado nos seus velho muros, e num particular quintal, que é suficiente para dar a um poeta um significado próprio. Se me retorquirem que muitas das coisas que admiro em Portugal pertencem cada vez mais ao seu passado, apenas posso responder que se o passado deixar de pertencer ao presente, se for deitado fora numa qualquer febre de desenvolvimento, então o presente tornar-se-á numa estéril terra devastada.»
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Em boa verdade, o que temos em Rilke corresponde fundamentalmente a uma compreensão de que na arte moderna o essencial não tem a ver com a produção de objectos estéticos enquanto objectos ou com a produção de imagens capazes de se bastar a si mesmas ou capazes de esboçar um mundo “alternativo” (que seria sempre…


Antigo Egipto, Ano 2200 a.C. Durante o declive do Antigo Império que marcará o fim do Império Médio, Neferkara Pepi, que durante quase um século reinou sobre as «Duas Terras, está prestes a morrer. O reino encontra-se numa situação dramática, o povo está à beira da sublevação, mas os cortesãos ocultaram esta situação do faraó. No entanto, o sacerdote e tesoureiro Ipuwer, o homem com o coração honesto», irrompe no salão do trono para revelar ao soberano a dramática situação que vive o seu reino. O profundo dramatismo do relato de Ipuwer comove profundamente o ânimo do faraó que revive o seu passado desde que subiu ao trono com seis anos de idade.


Jeremy Pauling é um solteirão de 38 anos de idade, que nunca saiu de casa. Arrasta uma existência vazia de sentido, vencido pela inércia de solidão. A única paixão da sua vida é a escultura. As mulheres bonitas aterrorizam-no.
A morte da mãe deixa Jeremy a braço com a sua decrépita casa de hóspedes, e a chegada de uma nova ocupante vai constituir um desafio a que ele não tem condições para enfrentar. O nome dela é Mary Tell e o seu carácter forte e determinado vem dar uma nova alma àquela casa.
Anne Tyler, vencedora do Prémio Pulitzer com Exercícios de Respiração, consegue tornar as suas personagens totalmente convincentes, plenas de humanidade. Navegação Celestial é um romance tranquilo mas intenso, daqueles que se admiram e nunca mais se esquecem.

James (Jim) Dixon é um jovem professor universitário de história medieval aborrecido com o seu trabalho, e lutando por sobreviver a uma sociedade burguesa e provinciana. Nesta comédia do absurdo, toda a ação se desenvolve em torno do controle individual sobre o outro. Nas várias frentes – superiores hierárquicos, colegas, alunos, namoradas – os equívocos, as maquinações, os mal entendidos, os favoritismos (também exercidos pelo próprio) concorrem para o tormento de Jim, que fuma e bebe em demasia e se dirige à desfilada para um ponto de ruptura.
Jim terá a sorte de conseguir escapar às armadilhas das circunstâncias, libertar-se, sair por cima. Mas quão livre será o novo Jim?
Uma obra-prima sobre o homem em conflito com uma realidade ilegível, uma comunicação deteriorada por jogos, um ego imperscrutável, e uma sociedade repressiva do individual. Considerado por Christopher Hitchens o livro mais divertido da segunda metade do século XX e, por Toby Young, o melhor romance cómico do século XX, A Sorte de Jim é uma hilariante sátira da vida académica britânica e um marco da literatura dos pós-guerra.


De chapéu de coco e guarda-chuva escrupulosamente bem enrolado, dirigindo-se para o seu emprego na City – esta é Charlotte Bingham, 20 anos de idade, filha de um par do Reino e autora de um primeiro romance que tem provocado as mais vivas reacções, ao revelar certas verdades sobre a juventude do seu tempo


Em 1503 Sandro Botticelli pede ajuda ao seu amigo Leonardo. A situação é os herdeiros da Linhagem Sagrada caíram nas mãos do temível César Bórgia. Da Vinci porá o seu génio ao serviço do resgate dos herdeiros e do prevalecimento da justiça… Séculos mais tarde, o reinado do terror de Robespierre será o enquadramento histórico…

Ciociara de Alberto Moravia.
Círculo de Leitores, 1973, 305 págs. B.
Pressionada pela miséria, Cesira refugia-se em Roma, fugindo de sua Ciociara natal. Obrigada pela guerra a voltar com sua filha para as montanhas, elas vêem, qual castelo de cartas, cair por terra seus sonhos, sua fé, sua inocência. Transformado em filme – valeu um Oscar de melhor atriz a Sofia Loren. A Ciociara está impregnado de comovente tragicidade, tão familiar aos romances e novelas de Alberto.
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Com o fim da guerra da Secessão, os Estados Unidos vivem um período de paz. Porém, um grupo de especialistas em balística não vê com bons olhos ficar de braços cruzados. Assim, decidem enfrentar um novo desafio: construir um gigantesco canhão que irá disparar um projétil cujo objetivo é chegar à Lua. A notícia espalha-se…


É no fundo dos sentimentos, onde se originam as paixões, que Erskine Caldwell, um mestre da literatura moderna, encontra as razões para as atitudes e impulsos do coração humano.


Códice Secreto de Lev Grossman.
Sicidea. Espanha, s.d., 278 págs. B.
O Códice Secreto é um daqueles raros livros que escapam habilmente a uma categorização mais imediata. Thriller literário, histórico, bibliothriller ou romance com laivos de metaficção, a verdade é que este segundo livro de Lev Grossman exerce sobre o leitor uma embriaguês literária que, página a página, se vai transformando, insidiosamente, numa obsessão que só uma leitura ávida poderá aplacar. Aliás, o próprio protagonista, Edward Wozny, partilha com o leitor esse estado de inebriamento obsessivo, uma vez que também ele foi apanhado nas malhas do fascínio por uma obra da literatura medieval, um códice secreto do século XIV, atribuído a Gervase de Langford, e que supostamente encerra, numa mensagem criptografada, um segredo apocalíptico selado durante séculos. Edward estava prestes a gozar umas merecidas férias, depois de vários anos a construir uma carreira de sucesso num prestigiado banco nova-iorquino, quando lhe é pedido que organize a biblioteca privada de um casal de aristocratas britânicos, clientes do banco e fabulosamente ricos. Em breve, aquilo que se afigurava uma tarefa fastidiosa transforma-se numa odisseia de contornos inusitados onde ganham vida uma imaginação electrónica prodigiosa, na forma de um jogo de computador sofisticado e tão viciante quanto a própria procura do códice, e uma indecifrável teia de coincidências e ligações entre a realidade virtual, a lenda medieva e o presente de Edward. Plena de suspense e mistério, esta obra perturba e delicia, com o mesmo grau de intensidade, ao expor perante o nosso olhar a beleza e o incrível poder encantatório que podem envolver uma história bem contada e tornar tão vulnerável o leitor.
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Terá sido numa quinta-feira à noite. Ele, a caminho dos trinta e três anos, funcionário numa empresa telegráfica e friamente casado, conheceu-a no salão de baile. De um momento para o outro, estava arrebatado de paixão e com a certeza de que uma nova vida se abria à sua frente: bastava que tivesse coragem para…


Ritos de Passagem de William Golding.
DIFEL 82. Lisboa, 1989, 226 págs. B.
O diário de bordo do jovem aristocrata Edmund Talbot revela os acontecimentos que se passam no interior de uma antiga nau de guerra, transformada em navio para passageiros. Ao longo da travessia entre a Inglaterra e a Austrália, vão-se revelando tensões, conflitos e antipatias que acabam confluindo para um acontecimento trágico. Escrito por William Golding (Prémio Nobel de Literatura), compõe a primeira parte de uma trilogia marítima, e rendeu ao autor o Booker Prize, prêmio máximo da ficção inglesa.
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Busca: Memórias de Idhún de Laura Gallego García.
Círculo de Leitores. Lisboa, 2006, 214 págs. E.
Memórias de Idhún é uma saga fantástica constituída por seis capítulos da escritora espanhola Laura Gallego Garcia que narra as aventuras de três jovens que viajam entre a Terra e Idhún procurando salvar ambos os mundos.
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