A mostrar 6673–6688 de 6882 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Para um Romance de Clara de A. Freire Valente

    Para um Romance de Clara

    A. Freire Valente

    5,00 
  • Deserto e a Margem, O

    Deserto e a Margem, O

    Jorge Ferreira da Silva

    7,50 

    O Deserto e a Margem de Jorge Ferreira da Silva.
    Arcádia. Lisboa, 1962, 287 págs. B.

    Cerrado ao dia a dia dos outros, sem crer profundamente em nada, mas a sangrar angústias nascidas da sua posição de vagabundo, Car los, um adolescente emancipado, escapa-se numas férias a uma vaga tutela e atravessa uns meses de experiencias. Uma generosidade quixotesca torna-o delinquente e obriga-o a fugir. De Paris e Chartres para Bruxelas; de Bruxelas até Londres. A pouco e pouco os factos agarram-no. Aquele universo em que não quisera tomar parte torna-se-lhe uma imposição, um regresso. A solidão, a penúria, a infeliz- dade dos seres humanos, moldam-no, enfraquecem-no devagar, Transpõe o deserto já igual a toda a gente e, após uma provação medonha, chega a uma e margem desolados que nunca contara, nem sabia existir à sua frente. Consciente, culpado, mas cheio de esperança aí fica, aí confia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sangue na Madrugada de Rogério Freitas

    Sangue na Madrugada

    Rogério de Freitas

    7,50 

    Em SANGUE NA MADRUGADA, Rogério de Freitas ousa ofere cer-nos um contraponto de gerações postas em face dos mesmos problemas e consegue-o com eficácia; nele reconhece mos, poèticamente, os apelos e as agonias que precedem todas as madrugadas. Algumas das figuras femininas deste livro ficarão, sem dúvida, na galeria das criações mais logradas da nova literatura portuguesa.

  • Sorri, Francisca de Maria Roma

    Sorri, Francisca

    Maria Roma

    5,00 

    «Como tudo era diferente com Francisca. Inconscientemen te, talvez logo de princípio tivesse sentido que Francisca não era a sua mulher ideal, mas sim o modelo perfeito. A sua ânsia de a pintura sempre mais e mais já prenunciava talvez toda aquela angústia que caracterizou as suas duas vidas. Não era o medo de a…

  • O Romance de Nostradamus de Valerio Evangelisti

    Romance de Nostradamus

    Valerio Evangelisti

    7,00 

    O Romance de Nostradamus de Valerio Evangelisti
    Presença. Lisboa, 2001, 325 págs. B.

    Michel de Nostredame nasceu na Provença nos primeiros anos do século XVI e tornou-se um dos mais conhecidos profetas de todos os tempos. Apesar da polémica que envolve o seu livro de profecias, escritas de forma cripticamente poética, muitos crêem confirmar nele factos já ocorridos, como o império de Napoleão, o Holocausto e Hitler, e nelas se alude a três guerras mundiais. Muitas dessas quadras parecem apontar para um terrível confronto entre Oriente e Ocidente…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Homem Não Chora de Luís de Sttau Monteiro

    Homem Não Chora

    Luís de Sttau Monteiro

    15,00 

    «Ao que um homem chega…
    O que o dia-a-dia faz dum homem!
    Caio em cima da cama com um nojo infinito de mim próprio.
    Um homem não chora.
    Um homem não chora.»

  • Guerra de Tróia, A

    Guerra de Tróia, A

    Lindsay Clarke

    7,50 

    A Guerra de Tróia de Lindsay Clarke.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2004, 420 págs. B.

    A recuperação do mito e das lendas de Tróia através da escrita envolvente de Lindsay Clarke, vencedor do prémio ‘Whitbread’ para ficção (1989).

    Peleus e Tétis, Paris e Helena, Agamenon e Clitemnestre, Aquiles, Odisseu e Heitor – a todos Clark dá nova vida numa versão das suas histórias que se mantém fiel à forma mítica mas que envolve o leitor num surpreendente drama de paixões.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Sonho Esplendoroso de Han Suyin

    Sonho Esplendoroso

    Han Suyin

    5,00 
  • Rei dos Reis

    Rei dos Reis

    Plínio Salgado

    10,00 

    Rei dos Reis de Plínio Salgado.
    Promo Domo. Lisboa, 1944, 230 págs. B.

    SOMOS, de facto, muito poucos, nesta época tão desorientada e confusa, a chamar a atenção dos portugueses para aquelas Verdades superiores e imutáveis que desde o início comandaram a vida da Nação, lhe deram unidade e finalidade, lhe modelaram a personalidade espiritual e histórica. Essas Verdades são, acima de todas, as da Religião de Cristo. Foi em seu serviço que os Cavaleiros da Reconquista talharim, ao longo dos Séculos XII e XIII, nas batalhas contra o Infiel, uma Pátria independente. Foi em seu serviço que, depois de os Monarcas Afonsinos terem organizado e consolidado o Reino, atravessamos o Estreito para arvorar em Ceuta a bandeira das quinas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Le Vicaire de Rolf Hochhuth

    Le Vicaire

    Rolf Hochhuth

    5,00 
  • Stalin, El Gran Organizador de Derrotas de Leon Trotsky

    Stalin, El Gran Organizador de Derrotas

    Leon Trotsky

    5,00 
  • Ser Poeta... de Dário Bastos

    Ser Poeta…

    Dário Bastos

    7,50 
  • Mahalia

    Mahalia

    Vasco de Lemos Mourisca

    10,00 

    Mahalia de Vasco de Lemos Mourisca.
    Ed. Autor. Lisboa, 1961, 70 págs. B.

    Vasco de Lemos Mourisca nasceu em Albergaria-a-velha em 1911. Fez o curso secundário num colégio do Porto e iniciou os estudos universitários na Faculdade de Direito, em Lisboa. Depois de ter deixado a vida das tertúlias e do Parque Mayer de Lisboa e o curso inacabado de Direito, Vasco Mourisca fixa-se em Albergaria, na casa de seus pais. No final dos anos quarenta, continuando a residir em Albergaria, apaixonou-se pela vida académica de Coimbra e deslumbrou-se com os Mestres da Universidade, tornando-se amigo de alguns deles. Concluiu então a licenciatura em Direito e abriu banca de advogado à qual veio a dedicar pouca atenção, porque a sua vocação voltava-se para a literatura.

    📕 1ª Edição.
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Ana Kleiber

    Ana Kleiber

    Alfonso Sastre

    6,00 

    Ana Kleiber de Alphonse Sastre.
    Editorial Presença. Lisboa, 1963, 260 págs. B.

    […] duas das mais notáveis peças deste grande autor espanhol contemporâneo: Ana Kleiber e Morte no bairro, duas obras na linha do melhor teatro realista actual.

    Ana Kleiber estreou-se em Atenas, tendo sido posteriormente representada em Paris. Recentemente foi publicada nos Estados Unidos num volume antológico sob o título «The New Theatre of Europe» (O Novo Teatro Europeu). Morte no Bairro, peça ainda não estreada, é igualmente uma obra-prima do teatro contemporâneo.

    📖  Exemplar por abrir
    📝 Assinatura de posse.
    Outro título neste volume: Morte no Bairro

  • Resumo de Meia-Vida

    Resumo de Meia-Vida

    José Augusto de Vasconcelos e Sá

    5,00 

    Resumo de Meia-Vida de José Augusto de Vasconcelos e Sá.
    Centro do Livro Brasileiro. Lisboa, s.d., 66 págs. B.

    José Augusto de Vasconcellos e Sá começou a sua carreira literária em 1952 publicando contos no jornal Diário Popular, na secção Um Conto por Dia. Em 1955 publicou o romance Perdoa, Pedro, a que se seguiu E Venceram a Morte, no ano seguinte. Em 1957 é a vez do livro 5101, sob o pseudónimo Peter Craft. O seu primeiro livro de poesia, Resumo de Meia-Vida, veio a lume em 1974. Em 1978, edita Trincadelas Revolucionárias, as suas crónicas políticas de escárnio e de maldizer. Em 1980, o autor publica novo livro de poesia, Voto Portugal, em torno da política nacional. Seguiram-se, em 1983, Sem Tempo para Morrer e, em 1996, Drogas! Que Futuro?! Apenas a Morte!, actualmente na nona edição. Os seus mais recentes títulos são Perfil de um Candidato e O Gozo de ser Poeta, de 2000 e 2001, respectivamente.

    Colaborou regularmente, com crónicas e ensaios filosóficos, nos jornais O Primeiro de Janeiro; A Capital; O Século; O Templário; Diário Popular; A Voz; Notícias de Évora; A Defesa; O ZÉ – do qual foi director quatro anos -, Mensageiro de Bragança; A Voz de Esmoriz; O Valenciano; Eco do Funchal e ainda O Português na Austrália.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Palavras Que Deverão Guiar um Dia de António Tavares.

    Palavras Que Deverão Guiar um Dia

    António Tavares

    5,00 

    As Palavras Que Deverão Guiar um Dia de António Tavares.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2014, 213 págs. B.

    Olhar para trás, para os anos mais importantes das nossas vidas – aqueles que nos tornaram o que hoje somos – nem sempre se revela tarefa fácil; mas o narrador deste romance terno e deslumbrante tem, desde pequeno, um companheiro inseparável que, até certo ponto, facilita as coisas: um caderno de papel pardo com linhas, comprado, ainda nos anos 1960, em Moçâmedes, no qual foi registando – com palavras, desenhos, fios de cabelo, pétalas, sangue, sémen – os episódios que marcaram decisivamente a sua história. Da aprendizagem dos números com a fita métrica da São modista à consciência dos traumas da Guerra Colonial, da iniciação sexual com uma rapariga indiferente a tudo menos aos limões ao preconceito impiedoso dos meios pequenos, da paixão nunca consumada por uma actriz de cinema ao poder cego da censura, da descoberta salvífica dos livros à morte de uma paisagem amigável, as folhas desse caderno abrem-se agora generosamente para nós, e as suas palavras guiar-nos-ão pelos fios de uma narrativa que, sendo a de um só homem, é também a de um Portugal que já desapareceu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.