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Armando Ribeiro

Armando Ribeiro nasceu em Lisboa a 30 de Abril de 1881. Era filho de José Maria da Silva Ribeiro e de D. Amélia Augusta da Piedade Ribeiro.  Completou apenas o liceu, tendo ingressado como amanuense na Repartição Central da Direcção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério das Finanças, em Março de 1903, onde atingiu o cargo de 2.º oficial. Foi afastado da sua carreira das Finanças em 1915 depois da revolução havida nesse ano, regressando em Abril de 1916 aos quadros da Direcção-Geral de Contribuições e Impostos. Em Março de 1920 era subinspector de Finanças.

Como escritor e jornalista, estreou-se em 1897 com um conto publicado no jornal O Século. Em 1899 integrava a lista de sócios efectivos da Associação da Imprensa Portuguesa [José Carlos Valente, Elementos para a História do Sindicalismo dos Jornalistas Portugueses, Parte I (1834-1934), Lisboa, Sindicato dos Jornalistas, 1998, p. 116] . Para além de ter colaborado assiduamente em jornais como Novidades, Vanguarda, Correio da Manhã, A Nação, O Universal, Correio Nacional, Correio do Norte, Diário da Tarde, A Ordem, A Moda Ilustrada, Correio do Norte, O Perfume, A Palavra, Ocidente, Primeiro de Janeiro, Nova Luta, Correio de Sintra, A Opinião, O Imparcial e Diário de Lisboa (onde publicou o poema/soneto «Canto do cisne», em 27-09-1923, em homenagem à sua falecida esposa Maurícia C. de Figueiredo, que tinha desaparecido um mês antes), dirigiu o semanário Bijou Ilustrado e fundou, com João da Mata, o semanário político Primeiro de Novembro. Além de colaborações nos seguintes periódicos: Gabinete dos Reporters, Echos da Avenida,O 28, Fados de Lisboa,