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Hermann Hesse

Hermann Hesse (1877-1962) nasce em Calw, na .Alemanha, no seio de uma família muito religiosa. Na adolescência, recusa a religião, a família e acumula uma cultura autodidacta. Começa a publicar a partir de 1899 mas o sucesso chega em 1904 com o romance Peter Camenzind. Casa e muda-se para o lago de Constança. Graças a uma viagem à índia, em 1911, trava conhecimento com a espiritualidade oriental. O eclodir da guerra lança-o numa grave crise. Recorre aos cuidados de um discípulo de Jung. A psicanálise deixa igualmente vestígios na sua obra. Em 1920, muda-se para a Suiça e, dois anos depois, publica Siddhartha. Nos anos obscuros do nazismo escreve O
Jogo das Contas de Vidro. Em 1946, recebe o prémio Goethe e, passados alguns meses, o Nobel.

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José Saramago

José Saramago nasce em Azinhaga, Ribatejo. Durante os anos da ditadura de Salazar, exerce várias profissões antes de iniciar a actividade de tradutor e colaborador de editoras para as quais escreve crónicas e editoriais. A sua estreia como romancista data de 1947 com Terra do Pecado. Em 1969 inscreve-se no Partido Comunista Português e a partir de 1976 dedica-se à tradução e à sua obra literária. O sucesso chega com o romance Levantado do Chão, publicado em 1980; vence o prémio Cidade de Lisboa, a que se seguiriam muitos outros ao longo dos anos, culminando no Nobel da literatura, em 1998, que veio confirmar o consenso universal em tomo da sua produção.

 

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Umberto Eco

Umberto Eco, nascido em Alessandria em 1932, professor de semiótica na Universidade de Bolonha, dedicou-se, enquanto ensaísta, aos temas da estética, semiótica, filosofia da linguagem, teoria da literatura e da arte e sociologia da cultura. Autor de artigos de opinião nos jornais “Espresso” e “Repubblica”, estreou-se como escritor em 1980, alcançando fama mundial. Escreveu até à data quatro romances: O Nome da Rosa (1980), O Pêndulo de Foucault (1988), 11 isola del giomo prima (1994), Baudolino (2000). De entre as obras •msaísticas destacam-se O problema estético em S. Tomás (1956), Obra aberta (1962), Apocalípticos e Integrados (1964), La struttura assente (1968), Le forme del contenuto (1971), 7rattato di semiótica generale (1975), Lectcrrin fabula (1979), Semiótica e filosofia del linguaggio (1984), I limiti dellmterpretazione (1990), Sei passeggiate nei boschi narratwi (1994), Tra menzogna e ironia (1998). Os seus textos jornalísticos estão reunidos em Diário Mínimo (1963), II secondo diário minimo (1990), La bustina di Minerva (2000).