Sartoris

7,50 

Título: Sartoris
Autor: William Faulkner
Edição: D. Quixote
Ano: 2011
Páginas: 351
Encadernação: Mole
Capa: Joana Tordo
Tradução: Ana Maria Chaves
Título Original: Sartoris
Depósito Legal: 328921/11
ISBN: 978-972-20-4678-7
Obs.: Lombada furada.

SINOPSE

Publicado em 1929, pouco antes de O Som e a Fúria, o romance Sartoris é o primeiro situado no condado fictício de Yoknapatawpha, no Mississippi. Nele, William Faulkner (1897-1962), Prémio Nobel de Literatura, começa a estabelecer o estilo que marcaria todos de seus livros posteriores e pelo qual seria consagrado.

O volume narra a trajectória de uma família decadente, de passado escravocrata, que vive à sombra do Coronel John Sartoris, morto na Guerra de Secessão. Tia Jenny, a irmã mais nova do coronel, verdadeira guardiã do passado e também da narrativa, é a mulher que alinhava, com sua memória reiterada e reinventada, as tragédias das gerações (passadas e futuras) dos homens da família – Bayard Velho, filho do coronel, e os dois netos gémeos, também chamados John e Bayard. Tia Jenny sempre amaldiçoa a família, mas conta sua história tantas vezes a ponto de transformá-la em mito. No livro, os grandes acontecimentos nas vidas dos protagonistas solitários, problemáticos e heróicos são apenas sugeridos, e o que se descortina são suas consequências.

OBRAS DO AUTOR


RELACIONADOS


Voltar


SOBRE O AUTOR

William Faulkner nasce em New Albany, estado do Mississippi, em 1897, e morre em Oxford, no mesmo estado, em 1962. Oriundo de uma importante família, cumpriu um percurso escolar um tanto irregular e inconclusivo. Em 1918 alistou-se como voluntário na força aérea canadiana, mas já não a tempo de marcar presença no teatro de guerra. Após ter ocupado vários cargos modestos, mudou-se em 1925 para Nova Orleães, onde conheceu Sherwood Anderson, de quem se tornou grande amigo. Em 1930 regressou a Oxford, de onde não mais viria a sair, salvo para uma ou outra viagem pela América e Europa. O sucesso literário, que em 1950 lhe valeu o prémio Nobel, não conseguiu, contudo, serenar uma existência atormentada pelo alcoolismo e pela depressão. Após a sua estreia em 1924 com um livro de poesia, The Marble Faun, publicou em 1926 o seu primeiro romance, Paga de Soldado, seguido de Mosquitoes (1927). Em 1929 são publicados Sartoris e O Som e a Fúria, que obtêm um grande consenso da crítica. Entre os seus muitos romances, são particularmente importantes Na Minha Morte (1930), Santuário (1931), Luz de Agosto (1932), Absalão, Absalão! (1936), A Aldeia (1940), Desce, Moisés (1942), O Mundo Não Perdoa (1948) e A Cidade (1961).