Maria Moisés

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Título: Maria Moisés
Autor: Camilo Castelo Branco
Edição: Verbo
Colecção:  Livros RTP | 1
Páginas: 187
Encadernação: Capa Mole

 

SINOPSE

Novela passional tipicamente camiliana, envolta num clima de mistério, Maria Moisés é composta por duas partes essenciais: na primeira, narra-se o amor trágico de Josefa da Lage, e, na segunda, a vida da sua filha, Maria Moisés, fruto de um amor proibido. O início da história é magistralmente dramático: na mesma noite em que Josefa da Lage é encontrada a morrer à beira-rio, uma criança é encontrada abandonada num cesto de vime, nesse mesmo rio. Criada por um fidalgo e suas irmãs, estes decidem chamar-lhe Maria Moisés, pela analogia óbvia com a história bíblica. Como estes não têm outros herdeiros, Maria Moisés acaba por herdar a quinta da família, e resolve tomar conta de outros enjeitados como ela. Infelizmente, na sua ânsia em ajudar os desfavorecidos, cai em dívidas e vê-se forçada a vender a propriedade. Um comprador acabará por aparecer e, mais do que solucionar os problemas financeiros da santa Moisés, irá dar um desfecho sublime a uma história que começou por ser trágica.


SOBRE O AUTOR

Nasce na Encarnação, Lisboa, no dia 16 de março de 1825, e faleceu no dia 1 de Junho de 1890 em São Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão. Era filho ilegítimo de Manuel Joaquim Botelho e Jacinta Maria. Passou a infância em Vila Real (Trás-os-Montes), depois da morte dos pais. Frequentou a sociedade portuense, dedicando-se ao jornalismo, e teve uma vida romanticamente agitada, desde vários casos amorosos e prisão. Sentindo-se cego, suicida-se com um tiro na cabeça na casa de São Miguel de Seide. Notabilizou-se com várias novelas, uma delas Amor de Perdição, adaptada diversas vezes ao cinema. É um dos maiores escritores portugueses do século XIX e o mais prolífico. Quase toda a sua obra ficcional se insere na corrente romântica, tendo feito algumas experiências que partilham certas características com a estética realista e naturalista, como Eusébio Macário(1879), A Corja (1880) e A Brasileira de Prazins (novela, 1883).