Marcos da Arte Portuguesa

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Título: Marcos da Arte Portuguesa
Autor: António Martinho Baptista, [et al]
Edição: ALFA
Ano: 1986
Páginas: 154
Encadernação: Dura
Depósito Legal: B. 10.516-1986

 

SINOPSE | EXCERTO
Estes “Marcos da Arte Portuguesa” não pretendem mais do que assinalar um itinerário, um dos muitos que é possível traçar, através do fascinante território da arte portuguesa. Seguindo um percurso cronológico não demasiado rígido, este pequeno guia conduz o olhar por alguns dos momentos culminantes da nossa arte. Prosseguindo a metáfora que o título da obra sugere e quase impõe, diríamos que estes “Marcos” não nos guiam numa expedição ou viagem de estudo, mas tão-somente num despreocupado passeio. Despreocupado, mas agradável e útil esperamos. As imagens são sempre comentadas por textos de autores especializados. Por isso, a despretensiosidade que atrás manifestámos não se exerce em prejuízo do rigor científico, mas sim em proveito do objectivo didáctico a que nos propusemos. Pensamos que este olhar sobre um conjunto de obras, que constituem uma eloquente demonstração da pujança e da riqueza do nosso património artístico, possa captar o público de maior sensibilidade para um estudo mais aprofundado da história da arte.


SOBRE O AUTOR

Licenciado em História desde 1975 pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Dedicado desde 1970 à actividade arqueológica, realizou inúmeros trabalhos de formação e investigação no país e no estrangeiro. Integrou desde 1972 as equipas encarregues pelo Estado do levantamento arqueológico da arte rupestre do Vale do Tejo. Coordenou mais tarde os levantamentos arqueológicos da arte rupestre do Guadiana na área do Alqueva e bem assim os da Arte do Côa, desde 1995 até à actualidade. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e do Estado em várias acções de formação e investigação em arte pré.histórica. Foi igualmente bolseiro do Deutschen Akademischen Austauschienstes, em 1975 e 1977, na antiga Alemanha Federal.
Entre Julho de 1979 e Maio de 1997 foi arqueólogo do Parque Nacional da Peneda-Gerês, aqui tendo criado e coordenado o respectivo Departamento de Arqueologia e realizado a Carta Arqueológica desta área protegida.
Entre Maio de 1997 e Abril de 2007 foi Director do Centro Nacional de Arte Rupestre (CNART), sediado em Vila Nova de Foz Côa. Foi entretanto professor convidado da cadeira de Arte Pré e Proto-Histórica da Universidade do Minho. É actualmente director do Parque Arqueológico do Vale do Côa/Museu do Côa.
É membro de várias agremiações de natureza científica e associativa. É membro do Comité de Arte Rupestre do ICOMOS desde 2004.
Participou em inúmeros congressos, colóquios, seminários e encontros de natureza científica em Portugal e no estrangeiro, quer no domínio da arqueologia e arte rupestre, mas também no da defesa do património e ambiente. Tem sido orador convidado em várias universidades portuguesas e estrangeiras.
Fez parte do Grupo de Trabalho criado pelo Ministério da Cultura em 2002 para a realização do Museu do Côa, inaugurado em Julho de 2010. Coordenou a redacção do guião museológico deste Museu, tendo sido seu co-orientador científico.
É autor de uma vasta obra científica, em especial no domínio da arte pré-histórica e muito em particular relativamente à arte do Côa. Da sua bibliografia destacam-se os dois volumes dedicados à arte do Côa: “No Tempo sem Tempo, A Arte dos Caçadores Paleolíticos do Vale do Côa”, Ed. do PAVC, 1999; e “O Paradigma Perdido. O Vale do Côa e a Arte Paleolítica de Ar Livre em Portugal””, ed. bilingue (Port./Ing.), Ed. Afrontamento/PAVC, 2009.


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