Manual de Instrução Cívica do Cidadão Português

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Título: Manual de Instrução Cívica do Cidadão Português
Autor: Mário Braga
Edição: Terra Livre
Colecção | Nº: Cidade Livre |
Ano: 1980
Páginas: 160
Encadernação: Mole
Capa: Tossan

 

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SINOPSE

Apesar de quase um século decorrido após a edição, tanto da obra original de Numa Droz, como da sua adaptação à à existência portuguesa dos finais do século XIX, a perenidade de certos princípios fundamentais, em ambas contidos, justifica, em nosso entender, que, embora mais uma vez profundamente remodelada para se ajustar aos «novos tempos, quer do mundo de hoje em geral, quer da nação lusitana da hora presente,a obra de Trindade Coelho se reedite; ou melhor, se faça nascer, sob o mesmo titulo, o que de imorredoiro nela permancce, ao fim e ao cabo, a pedagogia e o culto do civismo. Este, porém, muito mais do que um simples conceito, que se decora para uso de oradores em datas solenes se, quisermos viver realmente em democracia, tem de ser o espelho da nossa vida quotidiana. Sobretudo para nós, portugueses, ainda hoje padecentes de seculares atrasos históricos e de injustas assimetrias sociais, culturais e económicas – se quisermos recuperar, com a urgência indispensável, o longo tempo perdido, sem mais lutas e novas tiranias.


SOBRE O AUTOR

Licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas na Universidade de Coimbra, em 1947.
Durante dois anos foi professor, sendo, depois, chefe da secretaria e administrador de um estabelecimento de assistência materno-infantil, onde permaneceu até sair de Coimbra.
Após o 25 de Abril, foi Director Geral da Divulgação Cultural.
Opositor ao Estado Novo, participou no MUD e em todas as eleições permitidas pelo regime.
Permaneceu como editor de Vértice de Maio de 1947 a Setembro de 1970, tendo mantido, quase sózinho, a publicação da revista durante vários anos, e escrevendo, por vezes, a maior parte dos artigos de cada número.
Colaborou nos jornais Diário de Coimbra, Gazeta de Coimbra, Gazeta Musical e de Todas as Artes, A Capital, Diário Popular, O Primeiro de Janeiro e na revista Seara Nova.
Recebeu o Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciências de Lisboa de 1960.


 

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