D. Francisco Manuel

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Título: D. Francisco Manuel
Autor: Rui Chianca
Edição: Livraria Clássica
Ano: 1914
Páginas: 184
Encadernação: Dura

SINOPSE
Ainda que muito até hoje se haja escripto – n’estes últimos tempos – sobre a longa cadeia de martyrios que foi a vida de D. Francisco Manuel, não me parece desarrazoado lembra-la n’um rápido esboço para que a saibam como devem todos aquelles portuguezes quea não conheçam e a recordem como merce os que já n’ella encontraram a tranquila tristeza que nos vem da leitura de velhas máguas alheias.


SOBRE O AUTOR

Dramaturgo e poeta, deixou o seu nome ligado a uma fruste e efémera tentativa de revivescência do teatro histórico em verso, levada a cabo nos primeiros anos do regime republicano e em oposição a este, para a qual contribuiu com três peças de académica factura: Aljubarrota (1913), inspirada numa narrativa de Herculano, D. Francisco Manuel (1914), e Nun’Álvares (1918). A sua participação na abortada insurreição monárquica de 1918 forçou-o a emigrar para o Brasil, onde escreveu outras peças de idêntica inspiração (O Magriço, 1925, e Portugal Restaurado, esta última em prosa). A melhor das suas obras de feição histórica, Rainha Santa, subiu postumamente à cena em 1933, no Teatro de S. Carlos. Era tio do cineasta, dramaturgo e cronista Chianca de Garcia.


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