Bem-Aventuranças

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Título: Bem-Aventuranças
Autor: João de Melo
Edição: Dom Quixote
Ano: 1992
Páginas: 158
Encadernação: Mole
Depósito Legal: 56781/92
ISBN: 972-20-0942-7

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SINOPSE | EXCERTO
Sempre, em todas as culturas de que guardamos memória, a mulher foi pressentida como um mistério maior, se não mesmo poorventura como o maior de todos os mistérios. E sempre a interrogação e o culto que lhe votaram e o olhar que lhe digiram acabaram por vê-la sob as formas extremas e contraditórias do equílibrio que protege e do abismo em que tudo se consome, da máxima cordura e da mais apaixonada violência, da vida renovada e oferecida até ao sacrifício e da foice porque a morte se anuncia.


SOBRE O AUTOR

João de Melo nasceu nos Açores, em 1949. Aos 11 anos, deixa a sua ilha natal para prosseguir os estudos no continente, como aluno interno do Seminário dos Dominicanos, onde permanece entre 1960 e 1967. Abandonado o seminário, passa a viver em Lisboa, prosseguindo os estudos enquanto trabalha e iniciando colaborações na imprensa escrita. É, aliás, num jornal, o Diário Popular, que publica o seu primeiro conto, aos 18 anos. A partir de então publicará contos, crítica literária e poemas em diversos periódicos de Lisboa e dos Açores, integrando-se na geração literária que, sediada em Angra do Heroísmo – e ligada ao suplemento literário do jornal A União – renovou a literatura açoriana contemporânea.
A incorporação no exército, com o posto de furriel e a especialidade de enfermeiro, em 1970, e a posterior ida para Angola, onde permaneceu 27 meses numa zona de guerra, marcá-lo-ão em termos pessoais e literários, sendo tema de vários livros seus, de que se destaca, na ficção, Autópsia de Um Mar de Ruínas, romance que é uma referência na literatura portuguesa sobre a guerra colonial.
Já após a revolução de Abril de 1974, João de Melo licencia-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, mantendo sempre colaboração em diversas revistas literárias (Colóquio-Letras, Vértice e, mais tarde, Sílex, Ler, etc.). No início da década de 80, torna-se professor do ensino secundário, atividade em que reparte até hoje o seu tempo com a escrita literária.


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