Arquitectura Neomedieval Portuguesa

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Título: Arquitectura Neomedieval Portuguesa
Autor: Maria Regina Dias Baptista Teixeira Anacleto
Edição: Fundação Calouste Gulbenkian
Colecção | Nº: Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas
Ano: 1997
Páginas: 2 vols
Encadernação: Mole
Depósito Legal: 108825/97
ISBN: 972-31-0748-1

SINOPSE
O fenómeno arquitectónico que se desenvolveu desdes of finais de Setecentos até ao primeiro quartel do século XX, embora encerre uma temática variada e rica, traduzida na construção de edifícios que aduzem os mais diveros estilos e fale, simultaneamente, uma linguagem própria que tão bem se coaduna com o espírito e a mentalidade da época, tem sido normalmente votado a um grande ostracismo, que ronda mesmo o pejorativo. Efectivamente, a maior parte dos historiadores da arte, nas suas obras, passaram do declínio do rococó para o movimento moderno, deixando no baú do esquecimento umas “décadas obscuras” e sem interesse, como se durante cerca de século e meio, a arquitectura não tivesse existido; atitude algo desatenta, porque passível de induzir em análise menos correcta, na medida em que poderia sugerir, relacionada com a arquitectura revivalista, uma situação de decadência ou até uma conjuntura ignominiosa.


SOBRE O AUTOR

Regina Anacleto natural de Arganil, doutorou-se em Letras, especialista de História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde, desde 1981, passou a exercer a sua actividade como assistente, tendo desdes então, leccionado prioritariamente História da Arte Contemporânea, História do Urbanismo e orientado um Seminário de licenciatura. O seu trabalho de investigação tem-se desenvolvido em torno da arte portuguesa dos períodos neo-clássico e romântico, dando particular incidência à arquitectura. O estudo da história de Arganil também a tem interessado particularmente. Para além da participação, em reuniões de caracter científico, tem proferido conferências em Portugal e no estrangeiro e publicou “Bobadela Epigráfica” (1981), “Concelho de Arganil. História e Arte (1983), “Neoclassicismo e romantismo em História da Arte em Portugal” (1987), “O Artista conimbricense Miguel Costa (1859-1914) (1989).


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