A Desembocadura do Rio Minho nos Tempos Antigos

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Título: A Desembocadura do Rio Minho nos Tempos Antigos
Autor: Luís Filipe Aviz de Brito
Edição: Caminia
Ano: 1989
Páginas: 254
Encadernação: Mole

 

SINOPSE
A Desembocadura do Rio Minho nos Tempos Antigos trata-se de um estudo da maior importância para as regiões do Minho e da Galiza, atentendo ao semblante histórico, económico, social e cultural do Rio Minho e do que ele representa para as populações ribeirinhas. São muitos os historiadores que estudaram e outros que continuam a investigar com suporte científico as temáticas do Rio Minho, que a todos prende pela formosura das suas águas e a verdura romântica das margens. O Rio Minho é a aorta dilatada de uma região, que culmina no anfiteatro da sua Foz entre Caminha e Camposancos-Foz onde se abraçam os rios Coura e Minho, osculando como noivos as águas do Oceano Atlântico, mesmo aos pés da Fortaleza hexagonal da Ínsua. Foi o Rio Minho, – como é sábido -, placo de grandes acontecimentos e escola de iniciação para navegantes, que mais tarde se fizeram ao mar levando a mensagem da evangelização e do progresso para outras etnias.


SOBRE O AUTOR

Natural de Barcelos licenciou-se em Direito em Lisboa em 1935, fez concurso para a carreira de Notário em 1936 tendo logo sido nomeado para Notário no Concelho de Manteigas (Comarca de Gouveia) e servido entre 1937-1958 como Notário na sede da Comarca de Caminha, em cuja vila casou com senhora caminhense. Poreducacionais e de acesso à 1ª classe, no mesmo cargo, se transferiu para a cidade e comarca de Guimarães, onde se aposentou em 1982 e mantém residência, por ser meio cuja actividade cultural muito o apaixona. Aí frequenta, muito empenhado, suas instituições histórico-científicas nomeadamente a Sociedade Martins Sarmento, o Arquivo Alfredo Pimenta e Associação para a defesa do Património Cultural «Muralha», da qual tem sido dirigente. Participou com duas comunicações no notável «Congresso Histórico de Guimarães e asua Colegiada”, em 1979, que lhe editou duas separatas, uma “O Frontão da Colegiada como significativa Memória da Pátria Consolidada” e a outra “A Imagem da padroeira representada no Frontão do Templo.” De seguida, como estudioso vimaranista, publicou numa revista de cultura e actualidade do mesmo meio, “Gil Vicente”, um importante trabalho “Gaspar Estaço, Patriarca da História de Guimarães”. Por outro lado no domínio profissional publicou em 1966, pela Editora Pax, de Braga, o volume “O Notariado na Elaboração do Direito Privado”, com elogiosas críticas das revistas jurídicas e grande divulgação livreira, entre a classe notarial, ao tempo, de todo Portugal e Ultramar. Versando muitos aspectos tabeliónicos tem sido colaborador da Revista do Notariado e Registo Predial, de Lisboa, do órgão da Associação Jurídica de Braga, sobremaneira da Revista do Notariado, órgão da Associação Portuguesa dos Notários.
Jornalisticamente tem aparecido, várias vezes, no categorizado semanário Notícias de Guimarães e no órgão da sua terra adoptiva “O Caminhense” vindo em ambos desenvolvendo, em sucessivos números, profundas e extremas matérias históricas merecendo particular interesse duas séries saídas no nosso trimensário, uma entre 1984 e 1987, “A Fundação do Arcebispo Silva Torres e o seu exclusivo destino caritatico e outra em 1988, “Denominação e Imagem da Senhora Padroeira de Caminha, Santa Maria – Senhora da Assunção – Senhora dos Anjos.


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