A Casa-Mãe

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Título: A Casa-Mãe
Autor: António Ferra
Edição: Planeta Editora
Ano: 1998
Páginas: 227
Encadernação: Mole
Capa: António Pinto Pires
Depósito Legal: 126741/88
ISBN: 972-731-055-9

SINOPSE
Qe vai acontecer?, pergunta-se aqui e além. Estoura tudo ou prossegue a liberdade de cada um em aceitar a opção, mas também a confiança distante, quase esquecida, que motivou o estar-ali. Que mais pensar de um “volte-face” agora? Talvez pelo adormecimento e recolhimento de uma semana, para logo depois prosseguir, como se tudo parecesse esquecido. Mais além, e já a descoberta intelectual, a apropriação da informação recolhida e depois vivida e comunicada – é mais uma página a fechar e caminhar nessa corda bamba que é estar e esperar tudo, tudo o que possa vir não seleccionado por nenhum filtro.


SOBRE O AUTOR

António Loureiro Coutinho Ferra nasceu no Porto, em 1947, e reside em Lisboa. Licenciado em Filologia Germânica, é professor, animador sócio-cultural e sócio-comunitário como técnico da Associação Comunitária de Saúde Mental. Participou em encontros de «Cross-cultural Communication» (no Center for Studies of the Person – Califórnia), foi monitor de Dramaterapia e Expressão Dramática e orientador pedagógico (na Faculdade de Letras de Lisboa), além de leitor de Língua e Cultura Portuguesas, em Cardiff, e formador de professores na República da Guiné-Bissau. As suas experiências encontram-se documentadas na sua obra polifacetada que cobre as áreas da animação, da pedagogia, do teatro, da poesia, da pintura (realizou várias exposições) e até da ilustração. No seu teatro comparecem figuras como palhaços, o Corremundo, piratas, um arlequim, trabalhadores, um pintor, além de animais. Através deste leque variado de personagens e do entrecho em que surgem envolvidas, pretende-se evidenciar a importância do trabalho, da entreajuda e de uma existência pacífica. Cor, música, lengalengas e toadas rítmicas, repetições de palavras, referências a jogos de crianças (como «os 4 cantinhos») e ao imaginário do conto infantil (o «fio do novelo»), num constante apelo à fantasia que diverte, são alguns dos traços que distinguem esta escrita. Com o texto dramático Caleidoscópio obteve o 2.º Prémio de Teatro Infantil do Concurso de Peças de Teatro Inéditas promovido pela Secretaria de Estado da Cultura (1980).

 


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