25 de Abril – Documento

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Título: 25 de Abril – Documento
Autor: Afonso Praça
Edição: Casa Viva
Ano: 1974
Páginas: 188
Encadernação: Mole
Capa: Carlos Rafael

SINOPSE
Não se pretende com este livro mais do que um simples repositório de factos e documentos que caracterizaram o 25 de Abril e os primeiros dias de vida da Junta de Salvação Nacional e de liberdade do povo português. Análises, que só poderiam ser imprecisas e precipitadas tão frescos estão ainda os acontecimentos, não se encontrarm nas páginas que se seguem. Quando muito, apontam-se algumas das mais notórias implicações das medidas já tomadas e do renascer deste País para a democracia.


SOBRE O AUTOR

Afonso Emílio Praça (Felgar, Torre de Moncorvo, 13 de Janeiro de 1939 – Lisboa, 3 de Maio de 2001) foi um jornalista e escritor português. Estudou nos Seminários de Vinhais e Bragança, de 1951 a 1958 (onde concluiu o 2º ano do Curso de Filosofia), no Colégio de S. João de Brito, em Bragança, e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Filologia Românica, em 1968. Começou a actividade jornalística na revista Flama, em Setembro de 1961, vindo a profissionalizar-se, sete anos depois, no Diário de Lisboa, onde se manteve até Janeiro de 1972. Ingressou então no República, regressando em Dezembro de 1974 ao Diário de Lisboa, onde se manteve até Agosto de 1975, altura em que passou para o semanário O Jornal, de que foi um dos fundadores. Entre 1973 e 1975 pertenceu também ao quadro redactorial da revista Vida Mundial, tendo ainda colaborado na delegação de Lisboa do Diário de Moçambique. No grupo de O Jornal foi também director de O Jornal da Educação e dos semanários Se7e e O Bisnau (semanário humorístico e satírico), além de colaborador do Jornal de Letras. Foi ainda redactor da revista Visão e autor do programa televisivo Portugal de Faca e Garfo. Na RTP colaborou noutros programas, como Memória dum Povo, Um, dois, três (de Carlos Cruz), Faz de Conta (de Raúl Solnado) e Quem conta um conto (de Mário Zambujal), e foi autor de textos para vários documentários. Foi co-autor, com Fernando Assis Pacheco, da adaptação (a partir do romance de Manuel Mendes, Pedro – Romance dum vagabundo) e diálogos do filme Pedro Só, de Alfredo Tropa, e actor do filme Bárbara, do mesmo realizador. Presidente do Sindicato dos Jornalistas em 1974 e 1975, pertenceu por mais de uma vez aos corpos directivos da Casa da Imprensa e foi professor da Escola Superior dos Meios de Comunicação Social (1976/77), da Escola Secundária dos Olivais (1980/81) e do Departamento de Língua e Cultura Portuguesa da Faculdade de Letras de Lisboa. Participou como monitor em cursos de formação na área da Comunicação, nomeadamente nos que foram promovidos pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro-Escola Superior de Educação de Bragança, pela Conferência Episcopal Portuguesa e pelas dioceses de Aveiro, Viana do Castelo, Algarve e Évora.


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