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Cândida Ventura

Cândida Ventura foi funcionária e dirigente do PCP, nas décadas de 1940 e 1950. Depois de ter sido presa pela PIDE em 1960, saiu em liberdade condicional em 1963, tendo saído do país e ido viver para a antiga Checoslováquia, onde passou a representar o partido. Foi aí que assistiu, vivendo por dentro, a “Primavera de Praga” e a posterior invasão do país pelas tropas do Pacto de Varsóvia. Pouco depois do 25 de Abril, de regresso a Portugal, saiu do PCP e, em 1984, escreveu “O socialismo que eu vivi“, um livro marcante onde relata a sua experiência e denuncia a opressão que caracterizava os regimes comunistas.

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Manuel Barão da Cunha

Manuel Barão da Cunha nasceu em Lisboa, em 1938. Licenciou-se em Ciências Militares (Cavalaria, 1.º classificado) e em Ciências Sociais e Políticas (distinção), tirou o curso geral do Estado-Maior do Exército e chegou a 1.º dan de Judo Kodokan. Comandou um pelotão de reconhecimento do Grupo de Dragões de Angola, como guarda avançada da 3.ª coluna na operação Viriato, em 1961; foi instrutor do 1.º curso de Rangers, no Centro de Instrução de Operações Especiais; e comandou uma companhia de Cavalaria na Guiné, que recebeu 11 cruzes de guerra e cinco prémios Governador da Guiné. Tendo sido considerado deficiente das Forças Armadas com 46% de incapacidade, passou a trabalhar na Função Pública e em autarquias, tendo recebido duas medalhas de ouro de mérito, por parte da Câmara Municipal de Oeiras (CMO), por onde se reformou, como assessor principal. Coordena, em regime de voluntariado, desde 2009, o programa Fim do Império, que envolve a CMO, a Liga dos Combatentes e a Comissão Portuguesa de História Militar (CPHM) e integra três tertúlias mensais (Oeiras, Lisboa e Porto), tendo já realizado 123 encontros, e uma coleção literária, com 21 títulos e alguns no prelo. Tem vários livros publicados sobre essa e outras temáticas, como autor e organizador.

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Friedrich Engels

Economista e teórico político alemão, nascido em Barmen, na Renânia, a 28 de novembro de 1820, e falecido em Londres, a 5 de agosto de 1895.
Oriundo de uma família abastada ligada à grande indústria alemã, desde cedo encarreirou pelo comunismo, nunca deixando, curiosamente, de ser proprietário e patrão. Por isso, pôde apoiar materialmente Karl Marx, seu amigo e companheiro desde 1844. Aliás, ambos escreveram várias obras em coautoria, como o Manifesto do Partido Comunista (1848), “cartilha” ideológica de todos os movimentos ou partidos ditos comunistas.
Após o falecimento de Marx, Engels organizou e publicou os últimos volumes da obra-prima do seu amigo: O Capital.
Ainda em 1848, esteve na revolução alemã; em 1870, tornou-se secretário da Internacional. Publicou diversos títulos, assumidamente de defesa e suporte teórico do socialismo e do operariado. Por isso, ao longo do século XX, todos os regimes comunistas o veneraram e associaram ao nome de Marx.

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José Eduardo dos Santos

Político angolano nascido em 1941, em Luanda. Membro do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA) desde os vinte anos de idade, tornou-se líder do partido e foi nomeado presidente da República e comandante-chefe das Forças Armadas em 1979, sucedendo a Agostinho Neto. Foi eleito presidente no ato eleitoral de 1992, as primeiras eleições livres realizadas em Angola.

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Paulo Sousa Costa

Paulo Sousa Costa nasceu a 20 de Março de 1968, em Angola. Estudou Direito e Marketing, mas foi ao Jornalismo que dedicou grande parte da sua vida profissional. Trabalhou em diversas publicações e foi diretor fundador da edição portuguesa da revista Men’s Health. Em 2010, fundou a empresa de entretenimento Yellow Star Company e, desde então, produziu várias peças de teatro. Escreveu o livro Desistir Não É Opção e os livros infantis d’As Aventuras do Dragãozinho Azul.

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Teresa Sousa Nunes

Teresa Sousa Nunes nasceu em Lisboa, em 1971. Licenciada em História e mestre em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Prepara uma tese de doutoramento em História Contemporânea a apresentar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, intitulada As Ideias Económicas e Sociais de Ezequiel de Campos. Bibliografia: Fontes Pereira de Melo, Lisboa, Planeta de Agostini, 2005. Colaborou no Boletim do Centro de Estudos José Régio, (2000, 2001 e 2002), na revista História (2002), Revista da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Clio – Revista do Centro de História Contemporânea da Faculdade de Letras (2002), Revista de Estudios Extremeños (2006) e na colecção Os Anos de Salazar (2008).

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Mikhail Voslensky

O autor, Mikhail Voslensky, nasceu na URSS, em 1920. Desde 1950 esteve ligado ao Comité Central do Partido Comunista russo, em Moscovo. Foi enviado especial do governo a Praga, a Viena e ao Conselho Mundial da Paz. Regressado a capital, desempenhou vários cargos na Academia das Ciências. Foi secretário da Comissão de Desarmamento, vice-presidente da Comissão de Historiadores da URSS-RDA, professor de História na Universidade de Lumumba, em Moscovo, e também membro do Conselho da Academia das Ciências Sociais, junto do Comité Central do Partido – enfim, um elemento da própria Nomenklatura, testemunha e piloto através dos bastidores secretos do governo soviético e do KGB.

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Amanda Quick

Amanda Quick é um dos vários pseudónimos de Jayne Ann Krentz, autora de 40 bestsellers do New York Times. Os seus livros já venderam mais de 25 milhões de exemplares em todo o mundo, tendo a autora vencido por diversas vezes o prémio RITA, atribuído pela associação Romance Writers of America.

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William Watson

William Watson (9 de dezembro de 1917 – 15 de março de 2007) foi um historiador de arte britânico e professor de arte e arqueologia chinesa na Universidade de Londres. Foi um dos principais membros das equipas que organizaram a exposição Genius of China na Royal Academy em 1973 e a Great Japan Exhibition, realizada em 1981-82. Fez uma grande contribuição para os estudos de arte japoneses no Reino Unido.