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José Eduardo Agualusa

José Eduardo Agualusa nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim. É romancista, contista, cronista e autor de literatura infantil. Os seus romances têm sido distinguidos com os mais prestigiados prémios nacionais e estrangeiros, como, por exemplo, o Grande Prémio de Literatura RTP (atribuído a Nação Crioula, 1998); também os seus contos e livros infantis foram merecedores de prémios, como o Grande Prémio de Conto da APE e o Grande Prémio de Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, respetivamente. O Vendedor de Passados ganhou o Independent Foreign Fiction Prize, em 2004, e, mais recentemente, o romance Teoria Geral do Esquecimento foi finalista do Man Booker International, em 2016, e vencedor do International Dublin Literary Award (antigo IMPAC Dublin Award), em 2017.
A partir de 2013, José Eduardo Agualusa começou a publicar a sua obra na Quetzal.

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José Freire Antunes

José Freire Antunes é Mestre em Relações Internacionais pela Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade Complutense de Madrid. Foi Research Associate e Visiting Scholar da Universidade de Columbia, em Nova Iorque e adjunto político do primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva entre 1988 e 1993. Autor de mais de vinte livros sobre a história e as relações externas de Portugal, tem inúmeros artigos publicados em diversos jornais e revistas. Casado e com quatro filhos, faleceu em França, em 2015.

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José Relvas

Político e diplomata português, nascido em 1858 e falecido em 1929, de nome completo José Mascarenhas Relvas, que com Magalhães Lima, em 1910, desencadeou uma campanha, abrangendo mesmo a imprensa estrangeira, que preparou a opinião nacional e internacional para o movimento revolucionário que instaurou a República. Em 5 de outubro, coube-lhe proclamar, da Câmara Municipal de Lisboa, a implantação da Republica. Foi depois membro do Governo por diversas vezes.

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Fernando Dacosta

Ficcionista e autor dramático, formado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, exerceu a actividade profissional de jornalista, na sequência da qual publicou os trabalhos de investigação jornalística Os Retornados Estão a Mudar Portugal (Grande Prémio de Reportagem do Clube Português de Imprensa) e Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo (Prémios Gazeta e Fernando Pessoa). Estreou-se como dramaturgo com Um Jipe em Segunda Mão , peça que, tendo por tema as sequelas da guerra colonial portuguesa, foi distinguida com o Grande Prémio de Teatro da RTP, e editada, em 1983, com o monólogo dramático A Súplica e o diálogo Um Suicídio Sem Importância, volumes a que se seguiriam os trabalhos teatrais Sequestraram o Senhor Presidente (1983) e A Nave Adormecida (1988). Tentado pela maior liberdade de tratamento do espaço e do tempo no registo novelístico, com O Viúvo (Grande Prémio da Literatura do Círculo de Leitores) e Os Infiéis , afirmou-se no domínio da ficção com uma escrita instituída como indagação obsessiva sobre uma portugalidade entrevista num passado recente (O Viúvo ) ou no período dos Descobrimentos (Os Infiéis), e estabelecendo nexos de intertextualidade com outros autores de língua portuguesa que integram ou reflectiram sobre a mitologia do ser português, como Agostinho da Silva, Jaime Cortesão, Antero, Pascoaes, Oliveira Martins, Camões ou Pessoa.

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Pedro Canais

Pedro CanaisPedro Canais nasceu em Torres Novas em 1962. Completou o ensino secundário no Brasil e frequentou o curso de Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Regressou a Portugal e entrou no curso de História da Faculdade de Letras de Lisboa. Foi criativo em várias agências de publicidade. Trabalha actualmente na SIC, como copywriter de televisão. “A Lenda de Martim Regos” é o primeiro romance que publica.

 

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Yves Léonard

Yves Léonard é docente em História na Sciences Po, em Paris, doutorado em História com a tese: Salazarisme, nationalisme et idée coloniale au Portugal.
É especialista de história contemporânea de Portugal. Na Science Po, é responsável por vários cursos nos últimos anos, sobre Nações e Nacionalismo na Europa Moderna, História e Geopolítica dos Mundos lusófonos, História da Europa e História de Portugal no século XX. É Investigador Correspondente no Centre de Histoire de Sciences Po, e Investigador associado do Laboratoire de Etudes Romanes, Université Paris 8 – Saint-Denis.

 

 

 

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Paul Sussman

Paul Sussman, (1966-2012), autor de vários best-sellers internacionais, era arqueólogo de profissão. Ensinou História na Universidade de Cambridge. Decidiu viajar pelo mundo durante três anos, tendo ganho a vida enquanto descobridor de túmulos, empreiteiro, vendedor de detergentes e ator. Em 1991 regressou a Inglaterra, onde foi um dos fundadores da revista The Big Issue. Desde então trabalhou como jornalista para a secção europeia da CNN, para a Rádio 4 e a GLR (London Live), e para os jornais The Daily Telegraph, The Daily Express, The Evening Standard e The Sunday Herald. Em 1997 foi nomeado o colunista inglês do ano pela Associação dos Editores de Publicações Periódicas.
Os últimos anos da sua vida, passou-o em escavações no Vale dos Reis, onde desempenhou a função de cronista oficial do Projeto de Túmulos Reais Amarna.

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John Fiske

John FiskeJohn Fiske é um especialista e investigador dos media, professor de artes da comunicação na Universidade de Wisconsin-Madison. As suas áreas de especialização são os estudos culturais, cultura popular, semiótica dos média e estudos televisivos. É autor de inúmeras publicações

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Samuel Doctorian

Samuel DoctorianSamuel Doctorian foi um pastor armênio. Como todas as famílias armênias, sua família sofreu o massacre pelos turcos em 1915. Seu pai e sua mãe eram crianças neste período, e ambos perderam os pais, barbaramente massacrados por não negarem a fé em Jesus Cristo. Os pais de Samuel escaparam ao massacre, e foram levados mais tarde para o orfanato de uma missão.
Samuel nasceu em 1930 na cidade de Beirute. Quando tinha seis anos, seus pais mudaram-se para Jerusalém, onde viveram até à guerra de 1948, quando pela segunda vez perderam tudo e se transformaram em refugiados. Aos nove anos de idade, Samuel converteu-se ao cristianismo, no local onde Jesus morreu (na colina na qual Jesus foi crucificado e que, na época de Cristo, ficava fora da cidade de Jerusalém, chamada de Calvário ou Gólgota). Foi ali que ele decidiu que toda sua vida seria vivida para Cristo.
Vindo de uma família pobre, na idade de quatorze, não poderia continuar a estudar, tendo começado a trabalhar na oficina de um sapateiro. Foi enquanto trabalhava na oficina, na velha Jerusalém, que o Senhor o chamou para o ministério. Ele tinha dezesseis anos de idade. Um ano mais tarde começou os estudos de teologia na faculdade de Hurlet Nazarene perto de Glasgow, Escócia. Após a graduação, foi ordenado pastor em 1951. Mais tarde, naquele mesmo ano, ele retornou ao Oriente Médio e começou o seu ministério em Jerusalém, mudando-se mais tarde para Aman, na Jordânia. Casou-se em abril de 1952, com Naomi Pashgian. Samuel e Naomi tiveram cinco filhos, doze netos e quatro bisnetos.

No mês de outubro 1952, Samuel Doctorian foi chamado pelo Senhor para iniciar um trabalho evangelístico através do Oriente Médio, vivendo pela fé, ele não era patrocinado por nenhuma denominação. Ele foi usado pelo Espírito Santo para trazer um avivamento para Alepo, Beirute, Chipre e Damasco. Quando ele foi ao Egito, teve um ministério de avivamento por toda essa terra, que trouxe dezenas de milhares a Cristo. Em conseqüência de uma visão, começou a “Missão Terra da Bíblia” (Bible Land Mission) em 1959. O Senhor o usou em muitos países por todo o Oriente Médio, Europa, América do Norte e do Sul e outras partes do mundo, para trazer um sopro de avivamento. Ele levou pessoas de todas as classes sociais ao Senhor, de refugiados no oriente a uma Princesa na Europa. Ele esteve em mais de 125 países do mundo, em todos os seis continentes.
De Beirute e Jerusalém, Samuel Doctorian procurou espalhar o evangelho sobre as terras bíblicas por todos os meios possíveis, e estendeu seu ministério de avivamento ao redor do mundo. Pregou para todas as maiores denominações protestantes, e em muitas igrejas católicas e ortodoxas também. Em duas ocasiões pregou aos Membros do Parlamento, na Câmara dos Comuns (Houde of Commons) do Reino Unido, em Londres (é a câmara baixa do Parlamento do Reino Unido composta por cerca de 650 membros chamados de Members of Parliament, ou seja, o equivalente a Deputado). Era sem dúvida um pregador ungido pelo Espírito Santo, e como ele pregava com tanto fervor e poder, havia sempre uma reação imediata em seus ouvintes, à Palavra de Deus. Suas mensagens eram coloridas com ilustrações vívidas de suas experiências pessoais em muitas partes do mundo. Além da unção do Espírito Santo, Samuel Doctorian exerceu um ministério de cura que trouxe ajuda positiva a muitos milhares.
Faleceu em 19 de dezembro de 2016, aos 86 anos .

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Armando Manuel de Almeida Marques Guedes

Armando Manuel de Almeida Marques GuedesArmando Manuel de Almeida Marques Guedes GCC (Porto, 25 de Dezembro de 1919 – Lisboa, 30 de Setembro de 2012) foi um jurista, professor universitário e magistrado português. Foi o 1º Presidente do Tribunal Constitucional, exercendo funções de 6 de Abril de 1983 a 2 de Agosto de 1989.
Licenciado em Direito e, em 1954, Doutorado em Direito, em Ciências Político-Económicas, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Marques Guedes prosseguiu a carreira académica, alcançando o grau de Professor Catedrático do Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina (Universidade Técnica de Lisboa) e, depois, das Faculdades de Direito da Universidade de Lisboa e da Universidade Católica Portuguesa.
Especializou-se em Direito Constitucional, Administrativo e Internacional. Deixou importante e vasta obra científica e introduziu em Portugal o ensino do Direito Internacional Marítimo. Entre outras disciplinas regeu Direito Internacional Público, Direito Constitucional, Ciência Política e Direito do Mar.
Exerceu também importantes funções docentes na Instituição Militar, sendo Professor no Instituto de Altos Estudos Militares (Exército Português), Instituto Superior Naval de Guerra (Marinha Portuguesa) e Instituto de Altos Estudos da Força Aérea (Força Aérea Portuguesa). Foi também Assessor do Instituto de Defesa Nacional.
Em 1990/91 foi Presidente do Conselho Superior do Instituto Universitário Europeu de Fiesole (Florença). Foi Presidente do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa e Presidente da Comissão do Património Cultural Subaquático. Foi representante de Portugal na Comissão Consultiva contra o Racismo e a Xenofobia junto do Conselho de Ministros da União Europeia (MNE) e na Comissão Democracia pelo Direito (Comissão de Veneza) do Conselho da Europa.