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Artur Anselmo

Alto-minhoto de família originária da Galiza, onde se cruzam ascendentes ameríndios, e alto-alentejano pelo lado paterno, Artur Anselmo tem lecionado Língua, Literatura e Cultura Portuguesa, assim como Cultura Clássica, Semiologia e História do Livro, em universidades da Europa e do Brasil. É sócio- -correspondente da Academia Portuguesa da História e sócio-efetivo da Academia das Ciências de Lisboa. Nesta última instituição ocupa presentemente (2008) a vice-presidência da Classe de Letras.

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José Fernando Reis de Oliveira

Passou parte da infância e adolescência em Elvas. Licenciado em Ciências Sociais e Políticas pelo ISCSP da Universidade Técnica de Lisboa (1970). Administrador Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública de Lisboa (1974-1976), exerceu a profissao nos Hospitais de Portimão, Centro Hospitalar de Coimbra, Hospital Miguel Bombarda e Hospital de Santa Maria em Lisboa. Mestre em Relações Interculturais pela Universidade Aberta de Lisboa (1994-1996) tendo defendido tese em 1997: A instituição psiquiátrica em contexto multicultural: o caso do hospital Miguel Bombarda.

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William Lawrence Shirer

William Lawrence Shirer (Chicago, 23 de fevereiro de 1904 – Boston, 28 de dezembro de 1993) foi um jornalista, historiador e escritor norte-americano, famoso tanto por ter coberto directamente da Alemanha o início da Segunda Guerra Mundial, quanto por ter escrito livros considerados dos mais completos sobre o conflito e sobre o nazismo.
Após formar-se no Coe College, em 1925 mudou-se para a Europa como repórter de jornais norte-americanos, Morou em Paris e Berlim entre outras capitais europeias. Foi corresponde do Chicago Tribune, do New York Herald Tribune e da Universal News Service. Quando já morava em Berlim, em meados dos anos 30 do século XX, foi contratado pela Columbia Broadcasting System – CBS, sendo um dos pioneiros em transmissões radiofonicas directamente da Europa para os Estados Unidos.
Foi testemunha ocular dos principais acontecimentos na Europa que precederam a eclosão da Guerra, como também dos primeiros meses do conflito. Conheceu pessoalmente todos os principais personagens envolvidos na política alemã, francesa e dos principais países europeus.
Ficou em Berlim até o final de 1940, quando regressou aos Estados Unidos. Em 1941, utilizou as suas notas feitas durante os seus anos de Europa para escrever o Diário de Berlim (Berlin Diary), com críticas contundentes ao regime nazi, que causaram grande impacto nos Estados Unidos.
Nos Estados Unidos cobriu a Conferência de São Francisco em 1945, que resultou na criação da Organização das Nações Unidas. Voltou à Europa com o fim da II Guerra Mundial, tendo feito a cobertura dos Julgamentos de Nuremberg. Em 1947 publicou O Fim do Diário de Berlim (End of a Berlin Diary) com suas anotações sobre ambos os acontecimentos.
Em 1960 publica o seu livro mais famoso Ascensão e Queda do Terceiro Reich (The Rise and Fall of the Third Reich), um completo relato que vai do surgimento de Hitler na vida pública alemã até o fim da Segunda Guerra em maio de 1945. Em 1969 publica A Queda da França – O Colapso da Terceira República (The Collapse of the Third Republic), com a mesma metodologia do seu livro anterior, onde relata os acontecimentos políticos da França de 1870 até 1940, com o armistício que marca a derrota da França.
Publicou diversos outros livros sobre a Segunda Guerra, sobre a política europeia, e sobre Gandhi, a quem conheceu pessoalmente. Escreveu ainda alguns livros de ficção.
Shirer morreu em 1993 na cidade de Boston, tinha com 89 anos.

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Maria Lucília Meleiro

Maria Lucília Meleiro é licenciada em Filologia Germânica. Fez uma pós-graduação na área científica de Formação Pessoal e Social. Actualmente é professora no Ensino Secundário e tem tido intervenção em diversos meios de comunicação sobre temas da cultura teutónica e anglo-saxónica

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Joel Bessis

Joel Bessis formou-se como engenheiro na Ecole Centrale em Paris, obteve um mestrado em administração de empresas na Columbia University em Nova York e recebeu um Ph.D. em Finanças da Universidade Paris-Dauphine. Publicou vários artigos e livros nas áreas de finanças corporativas, economia industrial e mercados financeiros. Em licença da HEC Paris de 2000 a 2005, foi Diretor de Pesquisa da Fitch, então Chefe de Análise de Risco e Validação de Modelos no Departamento de Risco da Ixis. , um banco de investimento baseado em Paris. Joel Bessis é editor do Journal of Risk Management em Instituições Financeiras e membro do Steering Committee do PRMIA – Paris (Associação Internacional de Gestão de Risco Profissional), que opera em todo o mundo. Ele realiza treinamentos regulares em finanças corporativas, mercados de capitais e gerenciamento de riscos em várias regiões do mundo (EUA, China, Rússia, entre outros).

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Catherine Clément

Filósofa e romancista, Catherine Clément nasceu em 1939, em Paris. Depois de ter publicado obras de filosofia, antropologia e psicanálise, converteu-se, com sucesso, à ficção. Entre as suas obras mais populares, contam-se A Senhora, Por Amor da Índia, A Valsa Inacabada, A Rameira do Diabo, A Viagem de Théo e O Último Encontro. No catálogo da Porto Editora figuram os seus romances Dez Mil Guitarras e A Rainha dos Sipaios.

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Noah Gordon

Noah Gordon (Worcester, 11 de novembro de 1926) é um reputado médico e escritor norte-americano. Os seus romances abordam, muitas vezes, temáticas relacionadas com história da medicina, a ética médica e mais recentemente começou a focar em temas relacionados à Inquisição e a herança cultural judia.

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Paula Hawkins

Paula Hawkins foi jornalista na área financeira durante quinze anos, antes de se dedicar inteiramente à escrita de ficção. Nascida e criada no Zimbabué, mudou-se para Londres em 1989, onde vive atualmente.  A Rapariga no Comboio é a sua primeira obra, que imediatamente se tornou um verdadeiro fenómeno mundial, com cerca de 20 milhões de livros vendidos em todo o mundo. O filme, produzido pela Dreamworks, estreou em outubro de 2016. Com a mesma intensidade que cativou milhões de leitores de todo o mundo com o seu romance de estreia A Rapariga no Comboio, Paula Hawkins apresenta em Escrito na Água uma história perturbadora, imprevisível e complexa, passada numa pequena localidade ribeirinha. Quando os corpos de uma mãe solteira e da sua filha adolescente aparecem no fundo do rio, com poucas semanas de intervalo, a investigação subsequente descobre uma história labiríntica.

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Armando Ribeiro

Armando Ribeiro nasceu em Lisboa a 30 de Abril de 1881. Era filho de José Maria da Silva Ribeiro e de D. Amélia Augusta da Piedade Ribeiro.  Completou apenas o liceu, tendo ingressado como amanuense na Repartição Central da Direcção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério das Finanças, em Março de 1903, onde atingiu o cargo de 2.º oficial. Foi afastado da sua carreira das Finanças em 1915 depois da revolução havida nesse ano, regressando em Abril de 1916 aos quadros da Direcção-Geral de Contribuições e Impostos. Em Março de 1920 era subinspector de Finanças.

Como escritor e jornalista, estreou-se em 1897 com um conto publicado no jornal O Século. Em 1899 integrava a lista de sócios efectivos da Associação da Imprensa Portuguesa [José Carlos Valente, Elementos para a História do Sindicalismo dos Jornalistas Portugueses, Parte I (1834-1934), Lisboa, Sindicato dos Jornalistas, 1998, p. 116] . Para além de ter colaborado assiduamente em jornais como Novidades, Vanguarda, Correio da Manhã, A Nação, O Universal, Correio Nacional, Correio do Norte, Diário da Tarde, A Ordem, A Moda Ilustrada, Correio do Norte, O Perfume, A Palavra, Ocidente, Primeiro de Janeiro, Nova Luta, Correio de Sintra, A Opinião, O Imparcial e Diário de Lisboa (onde publicou o poema/soneto «Canto do cisne», em 27-09-1923, em homenagem à sua falecida esposa Maurícia C. de Figueiredo, que tinha desaparecido um mês antes), dirigiu o semanário Bijou Ilustrado e fundou, com João da Mata, o semanário político Primeiro de Novembro. Além de colaborações nos seguintes periódicos: Gabinete dos Reporters, Echos da Avenida,O 28, Fados de Lisboa,