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W. A. Ballinger

W. A. Ballinger é o dos pseudónimos de Arthur Athwill William Baker, escritor irlandês que nasceu em Cork a 3 de Outubro de 1925. Serviu nas forças armadas britânicas durante a Segunda Guerra Mundial e depois viajou pelo Extremo Oriente, Europa e América como jornalista freelancer. Ele se estabeleceu em Londres e, depois de um tempo trabalhando como correspondente de um grupo de revistas alemãs e escandinavas, tornou-se editor da Panther Books.

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James Hepburn

James Hepburn é o pseudónimo de Simon O’Toole, professor e escritor norte-americano autor de inúmeras obras das quais se destacam: The Author’s Empty Purse and the Rise of the Literary Agent (1968), Critic Into Anti-Critic (1984), Letters of Arnold Bennett (4 vols. 1966-1986), e A Book of Scattered Leaves: Poetry of Poverty in Broadside Ballads of Nineteenth Century England (2000-2002).

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Maurício de Oliveira

Completou o curso secundário no Liceu Camões, em Lisboa, e ingressou no jornalismo profissional, contava apenas 17 anos de idade (1926), no periódico O Rebate, órgão do Partido Republicano Português. Pela mão de Joaquim Manso passou depois para a redacção do Diário de Lisboa, onde se manteve mais de trinta e cinco anos, saindo dali, com Norberto Lopes e Mário Neves, para fundar o vespertino A Capital, do qual foi, primeiro, chefe de redacção e, dois anos depois, em 1969, director. Mais tarde assumiu a direcção do Jornal do Comércio.
Forjado no seio de uma geração de grandes jornalistas e escritores, de espírito democrático e tolerante, foi de certa forma o protótipo do jornalista que «tocava com desembaraço todas as teclas da profissão», segundo a expressão feliz de Norberto Lopes. Sucessivamente repórter, redactor, chefe de redacção e director de dois grandes diários nacionais, interessou-se especialmente por temas de Marinha, tornando-se um vigoroso propagandista do ressurgimento da Armada, bem como seu cronista e divulgador da sua história, sendo extensa a lista de obras e artigos publicados sobre o tema. A sua prosa, fácil e colorida, de inegável originalidade, conseguia encontrar a forma mais sugestiva e agradável para prender o leitor, a que se juntava o rigor descritivo, patenteado na cobertura de grandes acontecimentos políticos ou sociais do período entre as duas guerras e, sobretudo, do pós-guerra. A sua obra publicada abrange a história da Marinha de Guerra Portuguesa, história da II Guerra Mundial, biografias, viagens e uma série de conferências.

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Harrison E. Salisbury

Harrison E. Salisbury, (nasceu a 14 de novembro de 1908, em Minneapolis, no Estados do Minnesota dos E.U.A. e faleceuu a 5 de julho de 1993, perto de Providence, Estado de Rhode Island), foi um escritor e jornalista com especial interesse na interpretação da União Soviética. Venceu o Prémio Pulitzer em 1955 pelas suas reportagens internacionais. Salisbury escreveu 29 livros, incluindo Russia on the Way (1946), Behind the Lines-Hanoi (1967), The 900 Days: The Siege of Leningrad (1969), Black Night, White Snow-Russia’s Revolutions (1905-1917) (1978) ), Sem Medo ou Favor: The New York Times em sua época (1980), China: 100 Anos de Revolução (1983), e Os Novos Imperadores: China na Era de Mao e Deng (1992).

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Pierre Sergent

Pierre Sergent nasceu em 1926 e recebe o baptismo de gogo na Resistência, com dezassete anos de idade. À saída de Saint-Cyr opta pela Legião Estrangeira, que não mais abandonará. Combate nas fileiras do 1º Batalhão Estrangeiro de Paraquedistas na Indochina, onde é ferido. Vive a guerra da Argélia, em 1954, até à dissolução do 1º Regimento Estrangeiro de Paraquedistas em Abril de 1961. Após o fracasso da revolta militar em que toma parte activa, escolhe a clandestinidade para prosseguir a batalha da Argélia francesa. Duas vezes condenado à morte, escapa durante sete anos às perseguições de todas as polícias. Aministiado após os acontecimento de Maio de 1968, opta pela profissão de escritor.

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Jacinto Baptista

Historiador e jornalista. Licenciado em Ciências Históricas e Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa (1953), desenvolveu actividade jornalística profissional desde 1948, em vários órgãos da imprensa diária (, O Primeiro de Janeiro, Diário Popular, de que foi director entre 1978-81) e semanária (O Ponto). Colaborou também na Seara Nova e na Gazeta Musical e de Todas as Artes. Empenhou-se na formação profissional dos jornalistas como professor da Escola Superior de Meios de Comunicação Social (1973-81) e como membro de várias comissões e associações com esse objectivo. Foi presidente do Conselho de Programas da RTP e presidente da assembleia geral do Sindicato dos Jornalistas. Os seus trabalhos historiográficos voltaram-se sobretudo para o período da 1ª. República portuguesa e, em particular, para o estudo dos órgãos de imprensa então publicados, na perspectiva da história das ideologias e mentalidades. A. H. de Oliveira Marques considera serem as suas obras sobre o 5 de Outubro «de indispensável consulta sobre o tema da implantação da República em Portugal». No semanário O Ponto, que dirigiu (1980-82), publicou e comentou vários textos inéditos de José Rodrigues Miguéis. Interessou-se também pela correspondência de António Sérgio, nomeadamente com Sarmento Pimentel e com Bernardino Machado, que analisou em periódicos. É autor do notável estudo «Eça Jornalista» incluído no Dicionário de Eça de Queiroz (1989). Colaborou no Dicionário de História de Portugal, dirigido por Joel Serrão, e no Dicionário de Eça de Queiroz, dirigido por A. Campos Matos. Jacinto Baptista foi postumamente agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem da Liberdade.

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Robin Moore

Robert Lowell “Robin” Moore Jr. (31 de outubro de 1925 – 21 de fevereiro de 2008) foi um escritor norte-americano, autores de inúmeras publicações como “The Green Berets”, “The French Connection: A True Account of Pols”, “Narcotics and International Conspiracy”. Robin Moore foi o primeiro civil que se formou no curso de guerrilhas das Forças Especiais em Fort Bragg na Carolina do Noorte. Dali seguiu para o Vietname.

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António Ventura

António Ventura é doutor em História Contemporânea. Professor catedrático do Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Académico de Número da Academia Portuguesa da História, é autor de uma vasta bibliografia sobre História Contemporânea, com mais de 300 trabalhos publicados. Colaborou em diversas publicações periódicas nacionais e estrangeiras e fez conferências e participou em congressos científicos em Espanha, França, Itália, Suíça, Estados Unidos da América, Canadá, Macau, China, Luxemburgo, Polónia, México, Bélgica e Rússia.
De António Ventura a Temas e Debates publicou Os Constituintes de 1911 e a Maçonaria (2011) e Silêncio e Virtude – Uma História da Maçonaria Feminina em Portugal (1814-1996) (2016)

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João Ameal

Historiador e ensaísta. João Francisco de Barbosa Azevedo de Sande Aires de Campos, foi 2º. visconde e 3º. conde do Ameal e adoptou como escritor e jornalista o nome de João Ameal. Licenciou-se em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa. Monárquico, foi deputado à Assembleia Nacional (de 1942 a 1957) e procurador à Câmara Corporativa como representante dos escritores portugueses, pertenceu ao directório da Acção Realista Portuguesa (muito próximo da orientação do Integralismo Lusitano) e foi membro da Junta Central da Legião Portuguesa. Foi sócio correspondente da Academia Portuguesa da História, membro do Instituto de Coimbra e da direcção da Associação dos Escritores Católicos Portugueses.
Colaborou em inúmeros jornais e revistas, entre os quais se podem citar o Diário da Manhã, Noite, Diário de Notícias, bem como na Emissora Nacional e na Rádio Televisão Portuguesa. Dirigiu as publicações Ilustração Portuguesa e Acção Realista.
Em 1934 obteve o Prémio Ramalho Ortigão, com o volume de ensaios No Limiar da Idade Nova e, em 1941, o Prémio Alexandre Herculano, com a sua História de Portugal. Tanto nos seus ensaios como nas suas obras de história, revelou-se um pensador próximo dos ideais conservadores, fiel aos valores considerados tradicionais, a que não faltava porém uma dialéctica esclarecedora e uma argumentação forte. Escreveu também novelas e crónicas.

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Mikhail Cholokhov

Mikhail Aleksandovitch Cholokhov (Oblast de Rostov, 24 de maio de 1905 — 21 de fevereiro de 1984) foi um romancista russo. Mikhail Aleksandrovitch Cholokhov nasceu a 24 de maio de 1905 na Rússia, na pequena localidade de Krujlinin, no território cossaco de Kamenskaya Em 1918, entrou para o lado dos bolcheviques na guerra civil russa, com a idade de 13 anos. Passou os anos seguintes a lutar na guerra civil russa. Recebeu o Prémio Lenin em 1960; em 1965 recebeu o Nobel de Literatura de 1965devido ao “poder artístico e integridade com que, em seu épico do Don, ele deu expressão a uma fase histórica na vida do povo russo.