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Jo Nesbø

Jo NesbøJo Nesbø tem um nome que termina com uma letra que nem sequer existe no nosso alfabeto. Pronuncia-se como o Ö alemão – ou, como explica o autor, «tal e qual como Peter Sellers diz “bomb” no filme da Pantera Cor-de-Rosa». Jo Nesbø nasceu em 1960. Só começou a escrever aos 37 anos. Leu – os favoritos são Hemingway e Nabokov -, jogou futebol com ambições profissionais (mas os ligamentos dos joelhos não o acompanharam), foi guitarrista num grupo rock . Tornou-se um autor em ascensão há dez anos; as suas histórias com Harry Hole são multipremiadas, e é a grande vedeta dos autores escandinavos, um dos mais talentosos e bem sucedidos escritores europeus. Em suma: altamente recomendado.

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Lin Carter

Linwood Vrooman Carter (9 de junho de 1930 – 7 de fevereiro de 1988) foi um autor americano de ficção científica e fantasia, além de editor, poeta e crítico. Geralmente assinava os seus textos como Lin Carter; os seus  pseudónimos mais conhecidos  eram: H. Lowcraft (para uma paródia de H. Lovecraft) e Grail Undwin. Ficou mais conhecido pelo seu trabalho na década de 1970 como editor da série Ballantine Adult Fantasy, que introduziu os leitores a muitos clássicos negligenciados do género de fantasia.

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Blake Crouch

Blake CrouchBlake Crouch, um dos novos escritores-estrela de thrillers americano, nasceu na Carolina do Norte em 1978. Licenciou-se em Inglês e Escrita Criativa e cinco anos depois já tinha editado dois romances. Desde então publicou mais oito romances, além de novelas, contos e artigos. Muitas das suas obras foram compradas para adaptação ao cinema, nomeadamente o último romance que será transposto ao grande ecrã e publicado pela Suma de Letras.

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Fernando Assis Pacheco

Fernando Assis Pacheco Fernando Assis Pacheco (1937-1995) nasceu em Coimbra, cidade onde se licenciou em Filologia Germânica e onde viveu até iniciar o serviço militar, em 1961. na juventude, foi actor de teatro e redactor da revista Vértice. cumpriu parte do serviço militar em Portugal, tendo seguido como expedicionário para Angola, onde esteve até 1965. nunca conheceu outra profissão que não fosse o jornalismo: deixou a sua marca de grande repórter no Diário de Lisboa, na República, no Jornal de Letras, Artes e Ideias, no Musicalíssimo e no Se7e, onde foi diretor-adjunto. Foi também redator e chefe de redação de O Jornal, semanário onde durante dez anos exerceu crítica literária, e colaborador da RTP. Cuidar dos Vivos (1963) foi o seu livro de estreia. Entre os demais livros que publicou, encontram-se Variações em Sousa, Walt e Trabalhos e Paixões de Benito Prada. A Musa Irregular – Edição aumentada reúne toda a sua produção poética, e inclui vários inéditos. Assis Pacheco traduziu para português Pablo Neruda e Gabriel García Márquez. Morreu a 30 de novembro de 1995, à porta de uma livraria.

 

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Aníbal Cavaco Silva

Aníbal Cavaco SilvaAníbal Cavaco Silva, nascido a 15 de julho de 1939, em Boliqueime, Loulé. É casado com Maria Alves da Silva Cavaco Silva. O casal tem dois filhos e cinco netos.
Foi o 19º Presidente da República Portuguesa entre 2006 e 2016.
Licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, Lisboa, e doutorado em Economia pela Universidade de York, Reino Unido. Foi docente do ISCEF, Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e Professor Catedrático na Universidade Católica Portuguesa.
Foi investigador da Fundação Calouste Gulbenkian e dirigiu o Gabinete de Estudos do Banco de Portugal. Exerceu o cargo de Ministro das Finanças e do Plano em 1980-81, no Governo do Primeiro-Ministro Francisco Sá Carneiro, e foi Presidente do Conselho Nacional do Plano entre 1981 e 1984. Presidiu ao Partido Social Democrata (PSD) entre maio de 1985 e fevereiro de 1995.
Foi Primeiro-Ministro de Portugal entre 1985 e 1995. Foi um protagonista ativo no processo de construção europeia, assumindo papel central em algumas grandes decisões, influenciando as opções inscritas no Tratado de Maastricht e garantindo a adesão do escudo ao Sistema Monetário Europeu, criando condições para a integração de Portugal no primeiro grupo de países da moeda única europeia.
Da sua vasta obra publicada há a referir os livros O Mercado Financeiro Português em 1966, Economic Effects of Public Debt, Política Orçamental e Estabilização Económica, A Política Económica do Governo de Sá Carneiro, Finanças Públicas e Política Macroeconómica, As Reformas da Década, Portugal e a Moeda Única, União Monetária Europeia, Autobiografia Política, Volumes I e II, e Crónicas de Uma Crise Anunciada.
As intervenções mais importantes produzidas como Primeiro-Ministro encontram-se reunidas nos livros Cumprir a Esperança (1987), Construir a Modernidade (1989), Ganhar o Futuro (1991), Afirmar Portugal no Mundo (1993) e Manter o Rumo (1995). As intervenções mais importantes produzidas como Presidente da República encontram-se reunidas nos volumes Roteiros I a X.
Doutor Honoris Causa pelas Universidades de York (Reino Unido), La Coruña (Espanha), Goa (Índia), León (Espanha) e Heriot-Watt (Edimburgo, Escócia), e membro da Real Academia de Ciências Morais e Políticas de Espanha, do Clube de Madrid para a Transição e Consolidação Democrática, da Global Leadership Foundation e do Instituto Internacional de Finanças Públicas.

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Manuel Mujica Lainez

Manuel Mujica Lainez nasceu em Buenos Aires em 1910 e morreu em 1984. Durante a juventude viveu dois anos em Paris. Para além do seu trabalho de jornalista, escreveu mais de vinte livros, entre os quais romances, contos, biografias, poemas, crónicas de viagem e ensaios. Vários dos seus romances e contos foram adaptados ao cinema e à televisão. O romance Bomarzo deu origem a uma ópera de Alberto Ginastera que ganhou o Prémio Pulitzer. Bomarzo foi galardoado com o Prémio Nacional de Literatura argentino, em 1963, e o Prémio John F. Kennedy, em 1964. Os livros de Manuel Mujica Lainez estão traduzidos em mais de quinze línguas.

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Jorge Amado

Jorge Amado, nascido em 1912 em Piranji, no estado brasileiro da Baía, morreu no ano de 2001. Obteve, ainda muito jovem, a fama literária com O País do Carnaval (1931), mas a sua militância comunista levou-o a conhecer, por diversas vezes, a prisão e o exílio. A primeira fase da sua prolífica produção narrativa é caracterizada por romances de forte cariz social e político, entre os quais Cacau (1933), Suor (1934), Jubiabá (1935), Capitães da Areia (1937), Terras do Sem Fim (1943), Subterrâneos da Liberdade (1954). Com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Amado adopta uma escrita mais fantasiosa e “ligeira”, aperfeiçoando a pouco e pouco uma linguagem que passará a ser a mais típica do autor e que estará ligada às suas melhores obras: Pastores da Noite (1964), Dona Flor e Seus Dois Maridos (1966), Teresa Batista Cansada de Guerra (1972), Tieta do Agreste (1977), O Menino da Baía (1981), Tocaia Grande (1984), Santa Bárbara dos Relâmpagos (1988). De lembrar ainda o livro de memórias Navegação de Cabotagem (1992).

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Gabriel Garcia Márquez,

Gabriel Garcia Márquez, um dos mais extraordinários romancistas contemporâneos, nasceu em Aracataca, Colômbia, em 1928. Foi jornalista, argumentista cinematográfico e escritor. Logo após ter-se exilado em Paris, onde toi correspondente durante a ditadura do general Gustavo Rojas Pinilla (1955), publicou o seu primeiro romance, La hojarasca. Em 1967, foi publicado Cem Anos de Solidão, que o consagrou como autor de categoria universal. Seguiram-se a esta obra várias narrativas e contos, quatro romances e uma ampla reportagem jornalística em forma de livro. Em 1982, recebeu o Prémio Nobel da Literatura. As suas principais obras são: La hojarasca (1955), Ninguém Escreve ao Coronel (1957), La mala hora (1961), Los funerales da la Mamã Grande (1962), Cem Anos de Solidão (1967), La increíble y triste historia de la Cândida Eréidira y su ahuela desalmada (1973), Ojos de perro azul (1974), O Outono do Patriarca (1975), O Amor nos Tempos da Cólera (1985), O General no Seu Labirinto (1989), Doce cuentos peregrinos (1992), Diatriba de amor contra un hombre sentado (1994), Do Amor e Outros Demónios (1994), Noticia de un secuestro(1996). Prepara há alguns anos as suas memórias.